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Brasil

Com apoio do MCTI, simpósio internacional discute violência, informação e direitos da mulher

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O Rio de Janeiro (RJ) será palco, de 9 a 11 de junho, do II Simpósio Internacional sobre Violência, Informação e Direitos da Mulher. Em formato híbrido, o encontro vai reunir pesquisadoras e pesquisadores do Brasil e do exterior para ampliar o debate sobre como os ecossistemas informacionais impactam as diferentes formas de violência de gênero, a partir do tema Interseccionalidade, Direitos Humanos e Ecossistemas Informacionais. A iniciativa conta com a parceria do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

A idealizadora do evento e professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Bruna Lessa, explica que o objetivo do simpósio é ser um espaço de trocas de ideia e formulação de novos ideias. “A expectativa é que a realização do II Simpósio no Brasil aprofunde o debate em suas múltiplas dimensões, consolidando o evento como um espaço internacional de reflexão científica, intercâmbio acadêmico e produção de subsídios teóricos e metodológicos para a formulação de políticas públicas, práticas informacionais inclusivas e estratégias de enfrentamento à violência de gênero”, afirma Bruna.

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Alinhado ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5 (Igualdade de Gênero) da Agenda 2030 da ONU e em diálogo com a proposta brasileira do ODS 18, o Simpósio busca aprofundar o debate acadêmico e contribuir para o fortalecimento da atuação da ciência brasileira na promoção da equidade.

Para o MCTI, a participação do Ibict reforça o compromisso institucional com a produção de conhecimento voltado ao enfrentamento das desigualdades e à promoção dos direitos das mulheres, consolidando a transversalidade do tema no campo científico.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Brasil

Dia D intensifica vacinação contra chikungunya em território indígena de Dourados (MS)

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O Ministério da Saúde acompanhou, nesta terça-feira (5), o Dia D de vacinação contra a chikungunya em Dourados (MS), com mobilização concentrada na reserva indígena. A ação integra o conjunto de medidas do Governo do Brasil para reduzir a transmissão da doença no município, que enfrenta aumento de casos, especialmente entre a população indígena. A vacina, desenvolvida pelo Instituto Butantan, foi aprovada Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para pessoas de 18 a 59 anos com maior risco de exposição à doença.

Na reserva indígena, que conta com cerca de 22,5 mil pessoas, aproximadamente 10 mil estão na faixa etária indicada para vacinação. Para intensificar a cobertura, o Dia D concentra esforços em áreas prioritárias, como as aldeias Jaguapiru II e Bororó II, com apoio de vacimóvel para ampliar o acesso da população. 

Para apoiar a estratégia local, foram enviadas 46,5 mil doses da vacina contra a chikungunya. Do total, 43,5 mil doses foram enviadas a Dourados e 3 mil a Itaporã, conforme critérios epidemiológicos e capacidade operacional da rede de frio. 

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A campanha de vacinação teve início no dia 27 de abril e segue orientações técnicas do Ministério da Saúde, que incluem a realização de microplanejamento para priorizar áreas de maior risco e otimizar o uso das doses disponíveis. A estratégia prevê ações extramuros, com equipes atuando diretamente nos territórios, e a realização do Dia D como forma de ampliar o acesso e acelerar a cobertura vacinal.

A ação em Dourados integra a estratégia nacional de enfrentamento às arboviroses, com foco na ampliação da cobertura vacinal, fortalecimento da vigilância e qualificação da assistência. A vacinação contra a chikungunya já foi iniciada em outros municípios priorizados em diferentes estados, como Sergipe, Minas Gerais e São Paulo, conforme o cenário epidemiológico local.

A vacina contra chikungunya é um projeto do Instituto Butantan e é a primeira do mundo aprovada para prevenir a doença. O imunizante utiliza tecnologia de vírus atenuado e, por isso, não deve ser aplicado em gestantes, lactantes, pessoas imunossuprimidas ou com múltiplas comorbidades não controladas, além de indivíduos com alergia aos componentes da vacina.

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Edjalma Borges
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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