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Economia

InovAtiva vence etapa latino-americana de competição mundial sobre aceleração de startups

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O programa InovAtiva, desenvolvido e coordenado Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), conquistou o título de Melhor Programa Acelerador/Incubador da América Latina na etapa regional da Global Startup Awards. Esta é a maior competição independente de ecossistemas de startups do mundo, abrangendo mais de 150 países.

Em 2024, o programa já havia vencido na categoria “Agentes e Instituições de Crescimento”. Neste ano, com a nova vitória local, o InovAtiva avança para a etapa global da competição, que acontece em Valletta, Malta, nos dias 7 e 8 de maio, durante a EU-Startups Summit.

“O prêmio é o reconhecimento de uma política pública conduzida atualmente pela Secretaria de Economia Verde, do MDIC, e que fortalece o empreendedorismo inovador brasileiro em todo o mundo”, afirma a secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV) do MDIC, Julia Cruz.

Sobre o InovAtiva

Desde 2013, a InovAtiva Brasil cresceu e se tornou uma das principais medidas de apoio ao empreendedorismo inovador no país, impulsionando mais de 4.600 startups. A política pública funciona como uma plataforma de apoio às startups, com programas de aceleração, mentorias, eventos de conexão, cursos e uma rede nacional de colaboradores voluntários.

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O InovAtiva é realizado com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e executado pela Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI), em parceria com a Impact Hub Brasil e com a Associação Brasileira de Startups (Abstartups).

Saiba mais aqui. 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Economia

MDIC reduz em até 50% prazo de análise de incentivo à exportação

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) reduziu o prazo de análise dos pedidos de drawback suspensão e isenção, que são instrumentos de incentivo às exportações brasileiras. Com a mudança, o tempo de concessão, que podia chegar a até 60 dias, passa a ser inferior a 30 dias.

“A mudança moderniza procedimentos operacionais e, ao mesmo tempo, preserva o cumprimento das regras de concessão dos regimes, garantindo que as empresas possam usufruir do incentivo à exportação com maior rapidez”, afirmou a secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres.

As alterações aperfeiçoam procedimentos previstos na Portaria Secex nº 44/2020, que disciplina a concessão dos regimes.

Com a nova sistemática, o processo deixa de ser sequencial e passa a ocorrer em etapa única. A partir da Portaria Secex nº 486, publicada nesta segunda-feira (27/4), passa a ser permitido o envio da documentação exigida já no momento da solicitação dos regimes, por meio de dossiê eletrônico no módulo de Anexação de Documentos do Portal Único Siscomex. Antes, os documentos eram solicitados apenas após análise inicial da Secex, o que prolongava o tempo total do processo.

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Para orientar os operadores sobre os novos procedimentos, a Portaria Secex nº 487, também publicada nesta segunda, aprova versões atualizadas dos manuais operacionais dos regimes de drawback.

Sobre o drawback

Os regimes de drawback suspensão e isenção permitem a desoneração de tributos incidentes na importação ou na aquisição no mercado interno de insumos destinados à industrialização de produtos exportados ou a exportar.

Entre os tributos abrangidos estão o Imposto de Importação, o Imposto sobre Produtos Industrializados, a Contribuição para o PIS/Pasep-Importação, a Cofins-Importação, além do PIS/Pasep e da Cofins nas operações internas e do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante. Na modalidade suspensão, inclui-se também o ICMS incidente sobre as aquisições externas.

Em 2025, as exportações realizadas com o uso do drawback suspensão alcançaram US$ 72 bilhões, correspondendo a 20,8% das vendas externas brasileiras. Cerca de 1.800 empresas utilizam o regime, em setores como carne de frango, minério de ferro, carne bovina, automotivo e químico.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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