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Ministério do Turismo adere à campanha nacional “Se liga ou eu ligo 180” no Carnaval 2026

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O Ministério do Turismo aderiu à campanha nacional de Carnaval 2026 “Se liga ou eu ligo 180”, lançada pelo Ministério das Mulheres, reforçando o compromisso do Governo do Brasil com a proteção das mulheres e o enfrentamento à importunação sexual e às violências de gênero durante a maior festa popular do país.

A iniciativa também integra outras mobilizações do governo federal, como a campanha “Sem Racismo o Carnaval Brilha Mais”, promovida pelo Ministério da Igualdade Racial, e a campanha “Pule, Brinque e Cuide”, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), voltada ao enfrentamento do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes, fortalecendo a atuação conjunta pela promoção de um Carnaval baseado no respeito, na diversidade e na garantia de direitos.

Com mensagem direta, a campanha se baseia em três eixos – o direito das mulheres à festa e ao espaço público, a afirmação de que violência não faz parte do Carnaval e a responsabilidade coletiva no enfrentamento ao assédio – e estará presente em diversos carnavais pelo Brasil.

Todas as peças da campanha divulgam a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, serviço gratuito e disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana, para orientação, acolhimento e encaminhamento de denúncias. O atendimento também pode ser realizado pelo WhatsApp, no número (61) 9610-0180.

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Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a adesão à campanha reforça o papel do setor na promoção de ambientes seguros e acolhedores. “O Carnaval é uma das maiores vitrines do turismo brasileiro e precisa ser um espaço de respeito e proteção. Ao aderir à campanha, o MTur contribui para fortalecer ações de conscientização a fim de garantir que moradoras e visitantes possam aproveitar a festa com maior segurança”, afirmou.

“A presença do Governo do Brasil no Carnaval reafirma que nenhuma forma de violência é tolerável e que o direito das mulheres à festa e ao espaço público precisa ser garantido. A campanha ‘Se liga ou eu ligo 180’ é um chamado à responsabilidade coletiva e à denúncia”, destaca a ministra das Mulheres, Márcia Lopes.

A estratégia da campanha também está em articulação com secretarias estaduais e municipais de políticas para as mulheres, com disponibilização de materiais digitais, além de ações de alto impacto visual, como balões blimp e faixas, em pelo menos sete capitais, entre elas Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Belo Horizonte, Recife, Olinda e Maceió.

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Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Brasil reforça compromisso com pesca e aquicultura sustentáveis e segurança alimentar na FAO

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O Brasil reforçou o compromisso com a pesca sustentável, a aquicultura responsável e a segurança alimentar durante a 37ª Sessão do Comitê de Pesca da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, na Itália. A participação ministerial marca o retorno do Brasil ao principal fórum internacional de discussão sobre pesca e aquicultura após 14 anos.


Em seu discurso inaugural, o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, destacou a recriação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2023, e a importância do setor para a segurança alimentar e nutricional. O ministro também ressaltou que o Brasil deixou o Mapa da Fome da FAO em 2025.

 

“Temos a convicção de que a pesca e a aquicultura são fundamentais para sistemas alimentares mais sustentáveis, resilientes e diversificados”, afirmou.


Ciência e sustentabilidade

 

Entre os avanços apresentados está a reconstrução da série histórica da pesca marinha brasileira, de 1950 a 2025, e o desenvolvimento de uma plataforma para ampliar o acesso e a transparência dos dados pesqueiros. O Brasil também restabeleceu o Grupo Técnico Interministerial para prevenção e combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada (INDNR) e vem preparando suas equipes para a implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto. Com cerca de 1,7 milhão de pescadores e pescadoras, o país defende uma gestão pesqueira baseada em ciência e evidências, aliada à conservação dos ecossistemas aquáticos.

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Aquicultura e mudanças climáticas

 

Na aquicultura, o Brasil está construindo o Plano Nacional da Aquicultura, com diretrizes para os próximos dez anos e foco em investimentos, inovação, sustentabilidade e agregação de valor. O país também trabalha para ampliar a resiliência das comunidades pesqueiras e aquícolas diante das mudanças climáticas, por meio do Plano Clima, além de fortalecer a assistência técnica, a extensão e o acesso ao crédito. Outra prioridade é ampliar o consumo de pescado e sua presença nos programas de alimentação escolar, contribuindo para a segurança alimentar e fortalecendo a cadeia produtiva.

Valorização da pesca artesanal

O ministro destacou ainda a realização da Cúpula da Pesca de Pequena Escala, realizada em Roma, e reforçou a importância da participação dos pescadores na construção das políticas públicas. No Brasil, esse compromisso está refletido na construção do Plano Nacional da Pesca Artesanal, voltado ao fortalecimento do setor e ao reconhecimento de sua importância para a segurança alimentar, a geração de renda e as economias locais. No cenário internacional, o Brasil também destacou a presença dos alimentos aquáticos nas discussões do G20, dos BRICS e da COP30 e COP15 da CMS.

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Ao concluir, o ministro reafirmou que pesca sustentável, aquicultura responsável, segurança alimentar, geração de renda e conservação dos recursos aquáticos são agendas inseparáveis.“O Brasil reafirma seu compromisso com a cooperação internacional e com uma gestão pesqueira baseada na ciência, em dados de qualidade e na participação dos pescadores.”

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

[email protected] 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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