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Ministério da Saúde lamenta o falecimento de Madel Therezinha Luz

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O Ministério da Saúde lamenta o falecimento de Madel Therezinha Luz, referência incontestável no campo da saúde coletiva e das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics).

Nascida em 1939, no Rio de Janeiro, Madel Luz dedicou sua vida à reflexão crítica sobre os paradigmas da saúde, integrando saberes humanos, sociais e clínicos em uma visão ampla, ética e profundamente humanizada do cuidado. Sua trajetória como pesquisadora, docente e autora marcou gerações de estudiosos e profissionais em todo o Brasil.

Integrou o corpo docente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde desenvolveu importantes pesquisas e formou inúmeros profissionais na área da saúde coletiva.

No campo das Pics, foi fundadora e coordenadora do Grupo de Pesquisa em Racionalidades Médicas em Saúde, atuando como pioneira na consolidação desse campo de estudos no País. Muitos dos pesquisadores hoje reconhecidos nessa área foram por ela orientados.

Suas pesquisas foram fundamentais para a formulação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo diretamente para a construção de uma política pública que hoje beneficia milhões de brasileiros.

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Seu legado como intelectual, educadora e cientista é inestimável e permanece como referência fundamental para a saúde coletiva e para todos aqueles que reconhecem e valorizam sua contribuição para uma visão mais integral do cuidado em saúde.

Fonte: Ministério da Saúde

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Hidrovia do São Francisco pode baratear alimentos e reforçar abastecimento no interior do país

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) estuda a reativação da hidrovia do Rio São Francisco como forma de reduzir o custo do transporte de cargas, elevando o impacto no preço dos alimentos. A iniciativa busca melhorar o abastecimento de cidades do interior, com mais regularidade na chegada de produtos essenciais ao dia a dia da população.

Na prática, a expectativa é de aumento da circulação de mercadorias, dinamização das economias locais e geração de empregos em setores como transporte, operação portuária, comércio e serviços.

Atualmente, o trecho navegável tem 1.371 quilômetros, entre Pirapora (MG), Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), com potencial para atender 505 municípios e cerca de 11,4 milhões de pessoas. A estimativa é de movimentação de até 5 milhões de toneladas já no primeiro ano de operação.

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, destacou que a reativação da hidrovia do São Francisco melhora a eficiência logística e reduz custos de transporte. “Ela também amplia a integração de regiões que dependem do rio como infraestrutura essencial. A volta da hidrovia do Velho Chico significa levar mais desenvolvimento, baratear o transporte de mercadorias e conectar pessoas.”

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Para o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, a hidrovia também aumenta o acesso a insumos essenciais. “A hidrovia amplia a regularidade no transporte de cargas e melhora a chegada de alimentos e materiais indispensáveis, especialmente em regiões que dependem desse modal”, afirmou.

Entre as principais cargas previstas estão grãos como soja, milho e algodão, além de fertilizantes, calcário e gesso, insumos diretamente ligados à produção agrícola e ao custo final dos alimentos.

Mais conexão
O projeto de reativar a Hidrovia do São Francisco inclui ainda melhorias na navegabilidade do rio e na infraestrutura ao longo do percurso, além da implantação de Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4). A medida deve estender o acesso de municípios ribeirinhos ao transporte hidroviário e fortalecer a integração logística entre regiões do interior.

A gestão da hidrovia será transferida do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), em articulação com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), como parte da reorganização da governança do modal hidroviário.

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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