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Método Optimaize da De Heus garante colheita ideal do milho e aumenta eficiência na produção de leite

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Colheita no ponto certo é determinante para o sucesso da silagem

Definir o momento ideal de colheita do milho é um dos principais fatores que impactam a qualidade da silagem e o desempenho das vacas leiteiras. Colheitas fora do ponto podem comprometer o teor energético, a digestibilidade da fibra e a estabilidade da fermentação.

Para enfrentar esse desafio, a De Heus desenvolveu o Conceito Optimaize, uma metodologia que transforma a decisão do ponto de colheita em uma estratégia técnica acompanhada por especialistas diretamente no campo.

Optimaize maximiza amido, digestibilidade e produção de leite

Segundo Diego Coró, nutricionista de ruminantes da De Heus, o Optimaize garante o máximo aproveitamento nutricional da silagem. “O conceito determina e aplica o ponto ideal de colheita do milho, visando elevar o teor de amido, melhorar a digestibilidade da fibra e otimizar a matéria seca útil por hectare”, explica.

A metodologia integra-se completamente ao atendimento técnico da empresa, funcionando como um guia desde a escolha do híbrido até a definição do momento exato de corte.

Orientação prática e acompanhamento no campo

Durante as visitas às propriedades, os técnicos utilizam o Optimaize para avaliar o estágio de maturação do milho, o teor de matéria seca, a linha de leite dos grãos e as regulagens dos equipamentos de colheita.

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Com base nessas análises, a equipe da De Heus:

  • Indica o ponto ideal de colheita;
  • Avalia a linha de leite e o teor de matéria seca;
  • Fornece recomendações detalhadas de manejo, processamento e conservação da silagem;
  • Acompanha o corte, a compactação e a selagem do silo.

“O conceito é aplicado como procedimento técnico dentro da rotina de silagem, com acompanhamento presencial nas etapas mais críticas”, reforça Diego Coró.

Benefícios diretos na qualidade do volumoso e produção de leite

O Optimaize pode ser adotado por qualquer produtor de leite que utilize silagem de milho, com impactos diretos na qualidade do volumoso. Entre os principais benefícios estão:

  • Maior teor de amido, aumentando o potencial energético;
  • Melhoria da digestibilidade da fibra, evitando lignificação excessiva;
  • Manutenção adequada da matéria seca, favorecendo a fermentação e reduzindo perdas;
  • Melhor compactação do silo e menor deterioração aeróbica.

Esses fatores refletem diretamente na produtividade leiteira. “Silagens de maior qualidade melhoram o consumo, a saúde ruminal e a eficiência alimentar. Mais energia por hectare significa mais litros de leite produzidos, além de menor desperdício e mais consistência na dieta”, afirma Coró.

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De Heus reforça papel de parceira estratégica do produtor

Com o Conceito Optimaize, a De Heus vai além do fornecimento de produtos, oferecendo um programa completo de suporte técnico no campo. A metodologia contribui para aumentar a produtividade, a eficiência e a sustentabilidade da produção leiteira, fortalecendo o relacionamento da empresa com os produtores e promovendo práticas agrícolas mais eficientes e conscientes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Plano Brasil Soberano: Governo amplia crédito para fertilizantes

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Fabricantes de fertilizantes, produtores de matérias-primas intermediárias e mineradoras que abastecem o setor poderão contratar capital de giro pelo Plano Brasil Soberano. A mudança amplia o alcance do programa e procura dar fôlego financeiro a uma cadeia considerada estratégica para o agronegócio brasileiro.

Projetos industriais e tecnológicos ligados ao beneficiamento, refino e transformação de minerais críticos e estratégicos também terão acesso a recursos com custo reduzido. O encargo da fonte de financiamento caiu para 3% ao ano, ante percentuais que chegavam a 8% na aquisição de máquinas e equipamentos e a 6,5% em determinados investimentos.

A decisão foi tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião extraordinária realizada no fim de agosto. O colegiado também prorrogou por 12 meses o prazo para apresentação dos pedidos de financiamento ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As empresas elegíveis poderão protocolar as solicitações até 31 de dezembro de 2027.

Para o produtor rural, o efeito não será direto. As linhas são destinadas às empresas que produzem, processam ou fornecem insumos para a fabricação de adubos. O objetivo é melhorar as condições financeiras da indústria e reduzir riscos de interrupção no abastecimento do campo.

A inclusão do capital de giro atende a uma característica do setor. Muitas empresas precisam pagar antecipadamente pelas matérias-primas importadas, arcar com frete, armazenagem e processamento e somente depois receber pelas vendas realizadas aos produtores ou distribuidores.

Esse intervalo exige grande disponibilidade de caixa. Quando o crédito fica caro ou escasso, as empresas podem reduzir compras, estoques e produção. A consequência chega às propriedades na forma de menor oferta, dificuldade para programar entregas e maior exposição às oscilações de preços.

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Antes da mudança, as empresas da cadeia de fertilizantes podiam recorrer ao Plano Brasil Soberano principalmente para comprar máquinas ou executar projetos de investimento. Agora, os recursos também poderão financiar despesas necessárias ao funcionamento diário das operações.

A medida ganha importância porque o Brasil importa mais de 80% dos fertilizantes que utiliza. Essa dependência deixa a produção agrícola vulnerável ao câmbio, às cotações internacionais, aos custos marítimos e a conflitos capazes de interromper rotas ou restringir a oferta mundial.

O país responde por cerca de 8% do consumo global de fertilizantes e ocupa a quarta posição entre os maiores consumidores. Soja, milho e cana-de-açúcar representam mais de 73% da demanda nacional, o que transforma o insumo em um componente decisivo dos custos das principais cadeias agrícolas.

O crédito mais barato para minerais estratégicos procura estimular investimentos em etapas que ainda são pouco desenvolvidas no Brasil. O país possui reservas minerais importantes, mas parte do material extraído é exportada sem processamento ou não chega a ser transformada internamente nos produtos necessários à agricultura.

Ao apoiar o beneficiamento, o refino e a transformação dentro do país, o governo tenta ampliar a capacidade industrial e diminuir a dependência de produtos acabados vindos do exterior. O resultado, entretanto, dependerá da execução dos projetos, que podem exigir licenciamento, infraestrutura, tecnologia e vários anos até o início da produção.

O percentual de 3% ao ano não representa necessariamente a taxa final que será paga pelas empresas. Ele corresponde ao custo da fonte de recursos e já considera a remuneração do BNDES. Nas operações indiretas, realizadas por bancos credenciados, ainda podem existir encargos do agente financeiro e custos relacionados ao risco do tomador.

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Por isso, a medida também não garante uma queda imediata no preço do fertilizante vendido ao agricultor. As cotações continuarão sujeitas ao câmbio, aos preços internacionais, ao frete, à oferta mundial de nutrientes e à demanda no período de plantio.

O ganho mais provável no curto prazo é a melhora das condições para que fabricantes e fornecedores mantenham estoques e cumpram contratos. No longo prazo, se os investimentos aumentarem a produção e o processamento de matérias-primas no Brasil, o setor poderá reduzir a exposição a crises externas e ganhar maior previsibilidade.

O acesso às linhas será restrito aos segmentos definidos conjuntamente pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e pelo Ministério da Fazenda. A relação de atividades autorizadas consta das portarias que regulamentam o Plano Brasil Soberano.

Criado para apoiar empresas afetadas pelo aumento das tarifas norte-americanas e pela instabilidade do comércio internacional, o programa passa a alcançar uma cadeia diretamente ligada à segurança produtiva do país. Para o campo, o efeito concreto será medido pela capacidade da política de ampliar a oferta interna, evitar falta de insumos e reduzir a dependência que hoje transforma qualquer crise internacional em custo adicional dentro da porteira.

Fonte: Pensar Agro

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