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Em Porto Rico, público pode competir no campeonato de beach tennis no domingo

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O município de Porto Rico, no Noroeste do Estado, será palco de mais uma atração esportiva da programação do Verão Maior Paraná neste fim de semana. No domingo (25), a partir das 16h, o posto fixo do projeto recebe o campeonato de beach tennis misto, competição aberta ao público e voltada à participação de duplas formadas por atletas de ambos os gêneros.

Com vagas limitadas, o torneio permite a participação de candidatos a partir dos 12 anos. As inscrições podem ser feitas presencialmente no estande do Verão Maior Paraná em Porto Rico até 10 minutos antes do início das partidas. Desde o início das atividades do projeto na região, o beach tennis vem se consolidando como uma das modalidades mais procuradas, reunindo moradores e turistas tanto na prática esportiva quanto como espectadores.

A competição será disputada em sistema de eliminação simples (mata-mata), seguindo as regras tradicionais do beach tennis. As partidas serão definidas em sets de quatro games, e as três primeiras duplas colocadas serão premiadas com troféus e medalhas. A organização destaca que os atletas podem utilizar raquetes próprias ou contar com o material disponibilizado gratuitamente pelo posto do Verão Maior Paraná.

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De acordo com o supervisor do posto de Porto Rico, Eduardo Casagrande, o evento reforça o papel do esporte como indutor de desenvolvimento local. “Convidamos toda a população de Porto Rico e da região para participar do nosso torneio misto de beach tennis. Teremos premiação para os três primeiros colocados, além de todo o suporte necessário para quem quiser jogar”.

“O campeonato impulsiona o turismo, fortalece a economia local e consolida Porto Rico como referência esportiva no Paraná. É a união de saúde, lazer e convivência para as famílias”, afirmou.

A organização ressalta que qualquer conduta antidesportiva resultará em desclassificação imediata e que haverá tolerância máxima de cinco minutos para caracterização de W.O., em caso de ausência de um ou ambos os atletas da dupla. Em situações de condições climáticas adversas que comprometam a segurança dos participantes, o evento poderá ser suspenso.

O campeonato de beach tennis integra a programação esportiva do Verão Maior Paraná, desenvolvido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Esporte, e reforça o compromisso do projeto em ampliar o acesso ao esporte, ao lazer e à qualidade de vida. Em Porto Rico, as atividades do posto fixo seguem disponíveis para a população até 1º de fevereiro, com opções gratuitas para todas as idades.

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Fonte: Governo PR

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MP implementa fluxo de atendimento a mulheres vítimas de violência

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Acontece no MPPR - Bandeirantes

O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Bandeirantes, implementou na comarca o Fluxo de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar, com o objetivo de fortalecer a atuação integrada da rede de proteção e agilizar o acesso das vítimas aos serviços necessários para assegurar sua proteção.

A iniciativa surgiu a partir de uma demanda apresentada ao MPPR pela Secretaria de Assistência Social de Bandeirantes, pelo Conselho de Segurança, pela Diretoria da Mulher do município, pela Procuradoria da Mulher da Câmara Municipal e pelo Núcleo Maria da Penha da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp). Os órgãos relataram dificuldades no atendimento e na proteção integral das mulheres em situação de violência.

A partir da demanda, a 2ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo para estruturar o fluxo e reuniu representantes de diferentes órgãos que integram a rede de proteção. A primeira reunião de sensibilização ocorreu em 10 de agosto e, em 31 de agosto, foi realizada nova reunião, voltada à implementação do fluxo.

Como funciona

De acordo com o Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho, responsável pela iniciativa, o fluxo de atendimento busca integrar os diferentes serviços que atuam na proteção de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar e amplia a comunicação prevista pela legislação. 

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Pela lei, os serviços de saúde públicos e privados devem notificar os casos à Vigilância Epidemiológica, que, por sua vez, comunica a autoridade policial. No fluxo estruturado pelo Ministério Público, além dos serviços de saúde, as Polícias Civil e Militar também passaram a comunicar os casos à Vigilância Epidemiológica, considerando que frequentemente são os primeiros órgãos a ter contato com as vítimas.

A partir dessas comunicações, a Vigilância Epidemiológica aciona imediatamente os demais integrantes da rede de proteção, como assistência social, atendimento psicológico e Ministério Público. Com isso, a identificação do caso não se limita à comunicação à autoridade policial, mas desencadeia uma atuação articulada para oferecer à vítima os serviços necessários, como atendimento social e psicológico, além do acompanhamento pelo Ministério Público.

Os casos comunicados pelas polícias também passam a ser registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Dessa forma, o fluxo contribui não apenas para o atendimento e a proteção das vítimas, mas também para o levantamento de dados mais completos sobre a violência doméstica, auxiliando o planejamento de políticas públicas.

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Articulação da rede

Como parte da implantação do fluxo, em 18 de setembro foi realizada uma roda de conversa na Faculdade Unopar, em Bandeirantes, com a participação do Ministério Público e de outros integrantes da rede de proteção. A atividade teve como foco os estudantes de Psicologia da instituição, que poderão participar do atendimento às mulheres encaminhadas pelos serviços municipais.

Durante o encontro, foram discutidas as possibilidades de atuação da Psicologia no atendimento às vítimas e sua contribuição para que elas possam romper o ciclo de violência doméstica e familiar.

O fluxo implementado em Bandeirantes também resulta de uma experiência que vem sendo desenvolvida em outras comarcas. O mesmo modelo já foi implementado em Terra Roxa e Jaguapitã, com a articulação dos serviços locais de proteção.

A experiência de Jaguapitã também foi apresentada pelo Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho em um encontro “Mão na massa”, promovido pela Escola Superior do Ministério Público do Paraná, com orientações práticas para integrantes interessados em estruturar fluxos semelhantes em suas comarcas.

Fonte: Ministério Público PR

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