Connect with us


Paraná

DER-PR monitora a Estrada da Graciosa para garantir segurança dos usuários

Publicado em

O Governo do Estado, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), monitora diariamente as condições da Estrada da Graciosa (PR-410) para garantir a segurança dos usuários, especialmente em períodos de chuvas fortes.

Uma das atividades é o monitoramento pluviométrico, em que é observada a quantidade de chuva que atinge a rodovia em um determinado período de tempo. Para isso, estão instalados três pluviômetros no trecho, no km 7, km 11 e km 12, que medem o acúmulo de água da chuva, com os índices sendo registrados diariamente.

Um total de 30 mm ou mais de chuva em um período de 24h é o gatilho para iniciar o bloqueio preventivo da rodovia, uma vez que a saturação do solo é um fator extremamente importante, que pode comprometer a estabilidade, causando novos escorregamentos de terra. As pistas tendem a ser liberadas após confirmação de um período de estiagem que permita a drenagem parcial da água acumulada dentro do solo.

Leia mais:  Câmara de Morretes acolhe recomendação do MPPR e suspende tramitação de projeto que destinaria R$ 519 mil para consórcio ainda não formalizado

A outra atividade é o monitoramento geotécnico, em que uma equipe faz um acompanhamento diário de marcos de deslocamentos verticais e horizontais, além de marcos refletivos nos locais das obras e suas proximidades. São utilizados instrumentos para medir deslocamentos, recalques e deformações, possibilitando aos técnicos do DER/PR a identificação de risco de escorregamento ou ruptura em tempo hábil para garantir a segurança aos usuários.

Todos os dados obtidos no monitoramento são arquivados e analisados, permitindo a tomada de decisão embasada quanto aos bloqueios de tráfego de veículos, medida que afeta os usuários da rodovia e moradores da região, mas necessária para garantir a segurança de todos.

OBRAS – Atualmente a Estrada da Graciosa está com bloqueios parciais no tráfego de veículos na altura do km 12, km 11+600 e km 11+200, já tendo liberado totalmente o tráfego no km 7 e km 8.

A previsão é de liberar o tráfego no km 12 ainda este mês, e os segmentos no km 11 até o final de novembro, com serviços prosseguindo somente nos taludes, sem interferir nas pistas da Graciosa.

Leia mais:  Guarás, Castrapet e exposições sobre restinga e animais estão na agenda ambiental do Litoral

Informações sobre futuros bloqueios e liberação serão disponibilizadas por meio do X/Twitter do Centro de Operações Integradas (COI) do DER/PR.

Fonte: Governo PR

Comentários Facebook

Paraná

MP implementa fluxo de atendimento a mulheres vítimas de violência

Published

on

Acontece no MPPR - Bandeirantes

O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Bandeirantes, implementou na comarca o Fluxo de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar, com o objetivo de fortalecer a atuação integrada da rede de proteção e agilizar o acesso das vítimas aos serviços necessários para assegurar sua proteção.

A iniciativa surgiu a partir de uma demanda apresentada ao MPPR pela Secretaria de Assistência Social de Bandeirantes, pelo Conselho de Segurança, pela Diretoria da Mulher do município, pela Procuradoria da Mulher da Câmara Municipal e pelo Núcleo Maria da Penha da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp). Os órgãos relataram dificuldades no atendimento e na proteção integral das mulheres em situação de violência.

A partir da demanda, a 2ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo para estruturar o fluxo e reuniu representantes de diferentes órgãos que integram a rede de proteção. A primeira reunião de sensibilização ocorreu em 10 de agosto e, em 31 de agosto, foi realizada nova reunião, voltada à implementação do fluxo.

Como funciona

De acordo com o Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho, responsável pela iniciativa, o fluxo de atendimento busca integrar os diferentes serviços que atuam na proteção de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar e amplia a comunicação prevista pela legislação. 

Leia mais:  Estado, UFPR e Comitê Paralímpico Brasileiro firmam acordo para expandir atividades

Pela lei, os serviços de saúde públicos e privados devem notificar os casos à Vigilância Epidemiológica, que, por sua vez, comunica a autoridade policial. No fluxo estruturado pelo Ministério Público, além dos serviços de saúde, as Polícias Civil e Militar também passaram a comunicar os casos à Vigilância Epidemiológica, considerando que frequentemente são os primeiros órgãos a ter contato com as vítimas.

A partir dessas comunicações, a Vigilância Epidemiológica aciona imediatamente os demais integrantes da rede de proteção, como assistência social, atendimento psicológico e Ministério Público. Com isso, a identificação do caso não se limita à comunicação à autoridade policial, mas desencadeia uma atuação articulada para oferecer à vítima os serviços necessários, como atendimento social e psicológico, além do acompanhamento pelo Ministério Público.

Os casos comunicados pelas polícias também passam a ser registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Dessa forma, o fluxo contribui não apenas para o atendimento e a proteção das vítimas, mas também para o levantamento de dados mais completos sobre a violência doméstica, auxiliando o planejamento de políticas públicas.

Leia mais:  Estado promove encontro dos Escritórios Regionais de Engenharia das universidades

Articulação da rede

Como parte da implantação do fluxo, em 18 de setembro foi realizada uma roda de conversa na Faculdade Unopar, em Bandeirantes, com a participação do Ministério Público e de outros integrantes da rede de proteção. A atividade teve como foco os estudantes de Psicologia da instituição, que poderão participar do atendimento às mulheres encaminhadas pelos serviços municipais.

Durante o encontro, foram discutidas as possibilidades de atuação da Psicologia no atendimento às vítimas e sua contribuição para que elas possam romper o ciclo de violência doméstica e familiar.

O fluxo implementado em Bandeirantes também resulta de uma experiência que vem sendo desenvolvida em outras comarcas. O mesmo modelo já foi implementado em Terra Roxa e Jaguapitã, com a articulação dos serviços locais de proteção.

A experiência de Jaguapitã também foi apresentada pelo Promotor de Justiça Bernardo Marino Carvalho em um encontro “Mão na massa”, promovido pela Escola Superior do Ministério Público do Paraná, com orientações práticas para integrantes interessados em estruturar fluxos semelhantes em suas comarcas.

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262