Connect with us


Agro

Etanol hidratado mantém ritmo de alta em janeiro e consolida valorização no mercado paulista

Publicado em

Preços do etanol seguem em trajetória positiva no início de 2026

O mercado de etanol começou 2026 com movimento de alta consistente, segundo os Indicadores Cepea/Esalq, da USP. Tanto o etanol hidratado — usado diretamente nos veículos flex — quanto o anidro, que é misturado à gasolina, apresentaram valorização. O destaque, contudo, fica para o hidratado, impulsionado por demanda firme e oferta controlada nas usinas paulistas.

Valorização semanal reforça tendência de alta

Entre 12 e 16 de janeiro, o etanol hidratado foi negociado, em média, a R$ 3,0711 por litro, o que representa avanço de 1,60% frente à semana anterior. Desde dezembro, o combustível vem acumulando aumentos sucessivos, reflexo do equilíbrio entre a procura crescente e a limitação na oferta disponível.

Nas semanas anteriores, a sequência de altas também se manteve:

  • 5 a 9 de janeiro – R$ 3,0228 por litro;
  • 29 de dezembro a 2 de janeiro – R$ 2,9561 por litro.

Os dados confirmam uma tendência contínua de valorização no início do ano, consolidando um cenário de otimismo para o setor.

Leia mais:  Exportações de madeira movimentaram R$ 860 milhões com retomada dos EUA
Indicador Diário Paulínia aponta avanço no mercado spot

No mercado diário, o Indicador Diário Paulínia também registrou alta. Na sexta-feira (16), o etanol hidratado foi cotado a R$ 3.175,00 por metro cúbico, o que representa elevação de 0,30% em relação ao dia anterior.

No acumulado de janeiro, o preço do biocombustível já apresenta valorização de 4,44%, reforçando a força do movimento de alta e a influência da demanda interna aquecida sobre as cotações.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook

Agro

Meliponicultura ganha força no Rio Grande do Sul e destaca papel das abelhas sem ferrão na produção de alimentos

Published

on

A meliponicultura, atividade voltada à criação racional de abelhas sem ferrão, voltou a ganhar destaque em São Paulo das Missões, no Rio Grande do Sul. A iniciativa tem mobilizado estudantes, idosos e técnicos em ações de educação ambiental e conscientização sobre a importância desses insetos para a polinização, a biodiversidade e a sustentabilidade da produção agropecuária.

Nos últimos dias, encontros promovidos no município reuniram diferentes gerações em atividades de capacitação e troca de conhecimentos sobre as espécies nativas de abelhas sem ferrão e sua contribuição para os ecossistemas e para a agricultura.

As ações ocorreram em escolas e comunidades rurais da região. No dia 17 de junho, participaram integrantes do Grupo da Terceira Idade e alunos do 5º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Cristo, localizada na Linha Lavina. Já no dia 10 de junho, a temática foi debatida com grupos da terceira idade e estudantes da Escola Estadual de Educação Básica Professor Francisco José Damke, na comunidade de Linha Dona Helena Sul.

Abelhas sem ferrão são fundamentais para a polinização

Durante os encontros, o engenheiro agrônomo e supervisor microrregional da Emater/RS-Ascar, Joney Braun, apresentou informações sobre as principais espécies de abelhas sem ferrão encontradas na região, os diferentes tipos de mel produzidos e a relevância desses polinizadores para a manutenção da agrobiodiversidade.

Leia mais:  Exportações de madeira movimentaram R$ 860 milhões com retomada dos EUA

Segundo o especialista, as abelhas desempenham papel essencial na reprodução de inúmeras espécies vegetais e contribuem diretamente para a produtividade agrícola, favorecendo culturas alimentares e a conservação dos recursos naturais.

Braun também destacou uma importante novidade para os meliponicultores gaúchos. A partir deste ano, a Declaração Anual de Rebanho, coordenada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), passou a incluir o registro das abelhas sem ferrão. O cadastramento é obrigatório para produtores que mantêm criações animais no Estado e deve ser realizado até o dia 30 de junho.

Rio Grande do Sul possui 24 espécies nativas utilizadas na meliponicultura

O Rio Grande do Sul abriga uma rica diversidade de abelhas sem ferrão, com 24 espécies nativas utilizadas na meliponicultura. Entre as mais conhecidas estão:

  • Jataí;
  • Uruçu;
  • Mandaçaia;
  • Guaraipo;
  • Iraí;
  • Borá;
  • Canudo;
  • Manduri;
  • Boca-de-sapo;
  • Irapuã;
  • Mirim-preguiça;
  • Mirim-emerina.

Além da produção de mel diferenciado e de alto valor agregado, essas espécies exercem função estratégica na polinização de plantas nativas e culturas agrícolas, contribuindo para o equilíbrio ambiental e a segurança alimentar.

Leia mais:  Exportações Globais de Café Registram Queda em Julho, Aponta OIC
Projeto ambiental une gerações em defesa das abelhas

As atividades desenvolvidas em São Paulo das Missões fazem parte de uma parceria entre a Emater/RS-Ascar, grupos da terceira idade e a Federação Estadual dos Clubes da Terceira Idade do Rio Grande do Sul (Fectirgs).

O trabalho integra o projeto ambiental “Um Planeta Melhor para Nossos Netos e Bisnetos”, desenvolvido anualmente pela entidade em diversos municípios gaúchos. Em 2026, o foco das ações está voltado à preservação das abelhas e à conscientização sobre a importância da polinização para a produção de alimentos, a manutenção dos ecossistemas e a qualidade de vida das futuras gerações.

A iniciativa reforça que a proteção das abelhas sem ferrão vai além da conservação ambiental, representando também um investimento estratégico para a agricultura sustentável e para o fortalecimento da biodiversidade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262