Agro
52 representantes do agronegócio brasileiro são premiados com o Selo Agro Mais Integridade
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou, nesta quinta-feira (5), a cerimônia de premiação da 7ª edição do Selo Agro Mais Integridade, referente ao biênio 2025-2026. O evento ocorreu na sede da ApexBrasil, em Brasília (DF).
O Selo Agro Mais Integridade é uma iniciativa do Mapa, por meio da Assessoria Especial de Controle Interno, em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Confederação Nacional da Indústria (CNI), Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Alliance for Integrity e Pacto Global – Rede Brasil da Organização das Nações Unidas (ONU), que compõem o Comitê Gestor.
A iniciativa tem como objetivo reconhecer e premiar empresas, associações e cooperativas do agronegócio brasileiro pela adoção de boas práticas de ética e integridade nas áreas de anticorrupção, responsabilidade social e sustentabilidade ambiental.
Representando o ministro Carlos Fávaro no evento, o secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos, destacou a relevância do Selo Agro Mais Integridade para a agropecuária brasileira. “Esse prêmio tem grande relevância para a construção da reputação do agro brasileiro e para a reputação do Brasil. Compartilhar esse momento de reconhecimento dos vencedores é valorizar as boas práticas das empresas”, disse.
Esta é a 7ª edição do prêmio, que registrou um recorde histórico de participação, com 96 empresas inscritas. Destas, 52 foram reconhecidas e premiadas, sendo 49 empresas, incluindo suas filiais, uma associação e duas cooperativas, que demonstraram a adoção de políticas e procedimentos voltados à integridade, conforme os critérios estabelecidos no regulamento.
Empresas, cooperativas e associação premiadas com o Selo Agro Mais Integridade 2025–2026:
- Adecoagro Vale Do Ivinhema S.A
- Usina Monte Alegre Ltda.
- Aliança Agrícola Do Cerrado S.A
- Amaggi Exportacao E Importacao Ltda
- Andrade Sun Farms Agrocomercial Ltda
- Atvos Agroindustrial Participações S.A.
- Basf S.A
- Bayer S.A.
- Bem Brasil Alimentos S.A
- Be8 S.A
- Bioma Indústria Comércio E Distribuição Ltda
- Bracell Bahia Florestal Ltda
- Bracell Bahia Specialty Cellulose S.A.
- Bracell Sp Celulose Ltda
- Bracell Sp Florestal Ltda
- Msfc Florestal Ltda
- Brf S.A.
- Marfrig Global Foods S.A.
- Citrosuco S/A Agroindustria
- Cocal Comercio Industria Canaa Acucar E Alcool Sa
- Cocamar Cooperativa Agroindustrial
- Companhia Nitro Quimica Brasileira
- Croplife Brasil
- Elanco Saúde Animal Ltda
- Eldorado Brasil Celulose S.A.
- Fmc Quimica Do Brasil Ltda
- Frigorífico Jahu Ltda (Frescatto)
- Fosnor – Fosfatados Do Norte-Nordeste S.A. (Galvani)
- Fundação Arthur Bernardes (Produtos Viçosa)
- Girassol Agricola Ltda
- Icl América Do Sul S.A.
- Itaueira Agropecuária S/A
- Itaueira Camarões
- Itaueira Industrial Ltda
- Itaueira Agropecuária S/A
- Itaueira Agropecuária S/A
- Laticinios Bela Vista S.A. (Grupo Piracanjuba)
- Lavoro Agro Holding S.A.
- M Cassab Comercio E Industria Ltda
- Ouro Fino Química S.A
- Ouro Fino Saúde Animal Ltda
- Real &Cia Ltda
- São Salvador Alimentos S.A
- Sinergia Agro Do Brasil Ltda
- Suinco – Cooperativa De Suinocultores Ltda
- Syngenta Protecao De Cultivos Ltda
- Sooro Renner Nutricao S/A
- Tres Coracoes Alimentos S.A.
- Upl Do Brasil Indústria E Comércio De Insumos Agropecuários S.A.
- Virbac Do Brasil Industria E Comercio Ltda
- Vittia Macro Ltda
- Vittia Organo S.A
- Vittia S.A
- Vossko Do Brasil Alimentos Congelados Ltda.
A chefe da Assessoria Especial de Controle Interno, Renata Figueiredo, destacou que a iniciativa se consolidou como uma importante ação do Ministério para promover a integridade tanto no setor público quanto no setor privado. “Na primeira edição foram 11 empresas, então veja como crescemos. O sucesso desta edição demonstra que a agenda de integridade está cada vez mais incorporada ao dia a dia das instituições que compõem o agronegócio brasileiro. Seguiremos trabalhando para que o selo se consolide cada vez mais, evoluindo e contribuindo para fortalecer a integridade no Brasil”, afirmou.
O Selo Agro Mais Integridade é uma das ações previstas no atual Plano de Integridade do Ministério, no âmbito do Programa Mapa Íntegro. A atual edição foi regulamentada pela Portaria Mapa nº 828/2025, que trouxe mudanças em relação à edição anterior, como: inscrição individualizada de matriz e filiais; critérios objetivos de avaliação, baseados em sistema de pontuação; foco na comprovação da implementação dos requisitos de avaliação; e alteração do ciclo de realização, que passa a ser bienal.
As mudanças no regulamento repercutiram nos procedimentos subsequentes de avaliação. O processo transcorreu por quatro meses, até a fase recursal, e seguiu as etapas de análise de admissibilidade, pesquisa reputacional, análise preliminar, envio de diligências, reuniões de alinhamento, análise técnica final e deliberação pelo Comitê Gestor.
Foram realizadas mais de 100 diligências e analisados mais de 2.000 documentos enviados pelas participantes, de forma técnica e alinhada com os requisitos e critérios estabelecidos no regulamento.
O Selo Agro Mais Integridade consolidou-se como uma importante iniciativa do Ministério para incentivar e promover a integridade em seu ambiente externo, envolvendo empresas, cooperativas e associações, em consonância com o que prevê a Recomendação do Conselho da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre Integridade Pública.
A OCDE reconheceu o Selo como boa prática setorial de integridade na Revisão de Integridade da OCDE sobre o Brasil 2025, publicada em 7 de novembro de 2025.
Participaram da mesa de abertura o secretário de Integridade Privada da CGU, Marcelo Pontes; o diretor de Gestão Corporativa da ApexBrasil, Floriano Pesaro; a gerente de Integridade e Compliance da ApexBrasil, Daisy Barretta; o presidente do Conselho de Administração da OCB, Márcio Lopes; e o diretor executivo do Pacto Global – Rede Brasil da ONU, Guilherme Xavier.
> FOTOS DA CERIMÔNIA DE PREMIAÇÃO DO SELO AGRO MAIS INTEGRIDADE 2025-2026
Informação à imprensa
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Agro
Boi gordo fecha abril com preços firmes no Brasil, apesar de pressão na segunda quinzena
O mercado físico do boi gordo encerra abril com preços variando de estáveis a mais altos no Brasil, ainda que abaixo dos picos registrados no início do mês. De acordo com análise da Safras & Mercado, o comportamento das cotações foi influenciado pela restrição de oferta na primeira metade do período e pela maior organização das escalas de abate na segunda quinzena.
Oferta enxuta sustentou máximas no início do mês
Segundo o analista Fernando Iglesias, o mercado atingiu novos patamares de preços no começo de abril, impulsionado pela menor disponibilidade de animais terminados para abate. Esse cenário favoreceu a valorização da arroba e aumentou o poder de barganha dos pecuaristas.
Escalas mais confortáveis pressionam cotações
Na segunda metade do mês, os frigoríficos conseguiram avançar nas escalas de abate, reduzindo a urgência por compras e exercendo maior pressão sobre os preços. Esse movimento contribuiu para desacelerar a alta observada anteriormente.
O mercado também foi impactado por incertezas relacionadas à demanda externa, especialmente diante das especulações sobre o esgotamento da cota de exportação para a China. Esse fator pode sinalizar menor ritmo de embarques no terceiro trimestre, período que também deve contar com maior oferta de animais confinados.
Preços do boi gordo por praça
Na modalidade a prazo, os preços da arroba em 29 de abril apresentaram variações moderadas entre as principais regiões:
- São Paulo (Capital): R$ 360,00/@ (estável)
- Goiás (Goiânia): R$ 345,00/@ (+1,47%)
- Minas Gerais (Uberaba): R$ 340,00/@ (-1,45%)
- Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 350,00/@ (estável)
- Mato Grosso (Cuiabá): R$ 360,00/@ (+1,41%)
- Rondônia (Vilhena): R$ 330,00/@ (+3,30%)
Atacado registra altas históricas
No mercado atacadista, o mês foi marcado por valorização expressiva dos preços da carne bovina, impulsionada pelo forte ritmo de exportações, que reduziu a disponibilidade no mercado interno.
O quarto dianteiro foi cotado a R$ 23,50/kg, alta de 7,80% frente ao final de março. Já o traseiro bovino atingiu R$ 28,50/kg, avanço de 3,64% no mesmo comparativo.
Exportações de carne bovina seguem em alta
As exportações brasileiras de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada somaram US$ 1,340 bilhão em abril (até 16 dias úteis), conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior.
O volume embarcado chegou a 216,266 mil toneladas, com média diária de 13,516 mil toneladas. O preço médio da tonelada foi de US$ 6.200,70.
Na comparação com abril de 2025, os embarques registraram forte desempenho:
- +38% no valor médio diário exportado
- +11,9% no volume médio diário
- +23,2% no preço médio da tonelada
Perspectivas: mercado atento à oferta e exportações
Para os próximos meses, o mercado do boi gordo deve seguir sensível ao comportamento das exportações e à entrada de animais confinados. A possível redução da demanda chinesa e o aumento da oferta interna no terceiro trimestre podem trazer maior pressão sobre as cotações da arroba.
Ainda assim, o cenário de curto prazo permanece relativamente sustentado, especialmente se o ritmo de embarques continuar elevado.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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