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Educação

Webinário dialoga sobre uso do Novo PAR nos planos decenais

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), promoveu nesta segunda-feira, 13 de outubro, o webinário Rede Nacional de Formação e Assistência Técnica do Plano de Ações Articuladas (RenaPAR) – Novo PAR, Planos Decenais, participação social e intersetorialidade.

O objetivo do encontro foi discutir as inovações e potencialidades da plataforma na construção dos planos decenais dos estados, municípios e do Distrito Federal, potencializando a participação social e a intersetorialidade. O evento foi transmitido pelo canal do MEC no YouTube e teve como público-alvo coordenadores e articuladores da RenaPAR, além de representantes das secretarias municipais, estaduais e distrital de educação.

Os Planos Decenais de Educação são documentos de planejamento estratégico que estabelecem diretrizes, objetivos e metas para a educação em um país, estado ou município por um período de dez anos. Já o Novo PAR é uma ferramenta estratégica para planejar e monitorar políticas educacionais, e os planos decenais são instrumentos fundamentais para garantir coerência, continuidade e foco nas metas do Plano Nacional de Educação (PNE).

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A atividade integra a agenda de diálogos do Novo PAR e tem como objetivo discutir as inovações e potencialidades da plataforma na construção dos planos decenais de educação dos estados, municípios e do Distrito Federal. O foco é a ampliação da participação social e a integração intersetorial.

No webinário, o coordenador-geral de Apoio às Redes de Educação Básica da SEB, João Cesar da Fonseca Neto, falou sobre importância de construir as soluções em conjunto com representantes municipais e estaduais de educação e sobre o fortalecimento do regime de colaboração.

Segundo ele, o webinário apresentou o que é a intersetorialidade e sua relação com Novo PAR como instrumento de implementação dos planos decenais em parceria com a participação social dos conselhos e dos fóruns de educação.

“São assuntos que têm aparecido bastante no nosso diálogo com os articuladores da RenaPAR. Essa é uma estratégia para que a gente possa ter uma capilaridade nos territórios, sobretudo nos municípios, na formação e na capacitação para elaboração da etapa de planejamento do Novo PAR”, observou.

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O debate contou ainda com a presença do diretor de Programa da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase), Armando Simões; da diretora de Articulação com os Sistemas de Ensino da Sase, Selma Rocha; e da coordenadora-geral de Projetos de Intersetorialidade da Sase, Eglaisa Cunha.

O webinário é realizado em parceria com a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

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As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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