Educação
Webinário apresenta plataforma para monitoramento dos anos finais
O Ministério da Educação (MEC) promoverá, nesta quinta-feira, 12 de março, às 15h (horário de Brasília), o webinário “Avaliação Contínua da Aprendizagem 2026 – Plataforma de Avaliação e Acompanhamento das Aprendizagens nos Anos Finais”. A atividade apresentará a plataforma desenvolvida no âmbito do Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens (PNRA). O evento será transmitido pelo canal do MEC no YouTube.
O webinário marcará a abertura das atividades de 2026 da plataforma e contará com a participação de representantes do MEC, como a diretora de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica, Tereza Santos Farias; e a coordenadora-geral substituta de Estratégia da Educação Básica, Daiane de Oliveira Lopes Andrade; além de representantes da Fundação Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (Fundação CAEd).
A iniciativa tem como objetivo explicar o funcionamento da avaliação contínua da aprendizagem nos anos finais do ensino fundamental, detalhando seus instrumentos e indicadores, além de mobilizar escolas e redes de ensino para a participação nos ciclos avaliativos.
A plataforma foi criada para apoiar professores do 6º ao 9º ano no acompanhamento contínuo do desenvolvimento dos estudantes. Por meio dela, redes municipais e estaduais terão acesso a avaliações nas áreas de língua portuguesa (leitura), matemática e ciências, com resultados que permitem monitorar o progresso das turmas e identificar possíveis lacunas de aprendizagem.
Com base nos dados gerados pelas avaliações, professores e equipes pedagógicas poderão realizar intervenções pedagógicas mais direcionadas ao longo do ano letivo. As informações também poderão subsidiar gestores educacionais na implementação e no acompanhamento de políticas voltadas à recomposição das aprendizagens.
Aprendizagens – O Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens é uma iniciativa do MEC que tem como objetivo apoiar estados, municípios e o Distrito Federal no fortalecimento das aprendizagens de estudantes da educação básica que apresentam defasagens. A política, construída de forma colaborativa com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), busca garantir que esses estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade, reduzindo desigualdades e fortalecendo a equidade no ensino.
O desafio de oferecer educação de qualidade para todos é histórico no Brasil, mas se agravou significativamente com a crise sanitária da Covid-19. A pandemia ampliou lacunas educacionais e evidenciou problemas estruturais que afetam milhões de estudantes em todo o país. Eventos de emergência climática e catástrofes ambientais também têm interrompido o funcionamento das escolas, prejudicado a frequência e afetado diretamente o aprendizado.
Essas situações agravam a defasagem das aprendizagens e reforçam a necessidade de políticas estratégicas. O pacto surge como uma resposta articulada, estruturando ações para garantir que crianças, adolescentes e jovens recomponham conhecimentos e habilidades, progredindo em sua trajetória escolar de forma eficaz e sustentável.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação
Educação
MEC fará seminário sobre política de educação superior
Com o intuito de construir diretrizes para a formulação da Política Nacional de Educação Superior (Pneds), o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), promoverá o Seminário Pneds, com o tema “Educação Superior como Política de Estado: fundamentos, objetivos e compromissos institucionais”. O objetivo é escutar especialistas e a sociedade para a elaboração da política, com ênfase na diversidade, equidade e inclusão. O encontro ocorrerá na sexta-feira, 17 de abril, das 8h às 13h (horário de Brasília), no Plenário do Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília (DF).
Estão confirmadas as presenças do secretário de Educação Superior, Marcus David; da secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo; da diretora de Desenvolvimento Acadêmico da Sesu, Lucia Pellanda; e do diretor de Políticas de Acesso à Educação Superior, Adilson Carvalho. A mediação será feita pelo coordenador-geral de Políticas Estudantis da Sesu, Artur Araujo.
O evento contará também com a presença de estudantes, docentes e técnicos-administrativos, gestores de instituições de educação superior, pesquisadores, especialistas, representantes de movimentos sociais, da sociedade civil e de órgãos governamentais e de participação social. O seminário integra uma série de atividades de escuta, com participação social, que estão acontecendo desde agosto de 2025, visando à formulação da política.
A programação conta com as palestras “Educação Superior Indígena: diversidade sociocultural e políticas educacionais” e “Povos Quilombolas e Educação Superior: reconhecimento, inclusão e justiça educacional”. Essa última discutirá a educação superior a partir do reconhecimento dos direitos dos povos quilombolas, da valorização de seus saberes tradicionais e epistemologias próprias, da necessidade de revisão curricular, incluindo disciplinas obrigatórias, metodologias inclusivas e estratégias institucionais para o enfrentamento da reprovação, evasão e abandono.
Outra palestra será “Relações Étnico-Raciais e Educação Superior: desafios e perspectivas institucionais”. Nela, será analisada a educação das relações étnico-raciais na educação superior, com ênfase na incorporação de epistemologias negras nos currículos, na obrigatoriedade de disciplinas específicas e no enfrentamento de práticas acadêmicas excludentes que naturalizam a reprovação e aprofundam desigualdades, especialmente para estudantes cotistas e negros.
A programação inclui, ainda, a palestra “Pessoas com Deficiência na Educação Superior: acessibilidade, inclusão e responsabilidade institucional”, que abordará a inclusão de pessoas com deficiência na educação superior, com foco na acessibilidade, revisão de práticas avaliativas, metodologias de ensino inclusivas e superação da cultura acadêmica que associa qualidade à exclusão, com responsabilização institucional pelos resultados acadêmicos e pelo sucesso estudantil.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu
Fonte: Ministério da Educação
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