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Agro

Vinhos de alto padrão ganham espaço no Cerrado goiano com tecnologia e inovação

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Produzir vinhos de qualidade no Cerrado goiano exige ciência, inovação e adaptação ao clima tropical. A Bodega COSTACAVE, vinícola boutique localizada no Condomínio Reserva Fazenda Canoa, em Silvânia (GO), é pioneira nessa missão, integrando luxo, arquitetura autoral e enogastronomia em um projeto único no Brasil Central. (Fonte: Bodega COSTACAVE)

Segundo o enólogo Francisco Mickael, responsável técnico da vinícola, “o Cerrado apresenta inverno seco e verões chuvosos, exigindo manejo específico para uvas de qualidade. Trabalhamos com irrigação controlada, manejo do solo e dupla poda, que permite colher uvas no inverno, garantindo maturação ideal”.

Variedades selecionadas garantem qualidade e frescor

A Bodega COSTACAVE aposta nas uvas europeias Syrah e Primitivo, escolhidas por sua adaptabilidade ao clima quente e à técnica da dupla poda. A Syrah é destacada por sua produtividade e perfil aromático elegante, enquanto a Primitivo mantém acidez equilibrada, garantindo frescor e harmonia aos vinhos.

O empresário Fernando Costa, idealizador do empreendimento e sócio da FRSC Participações, reforça que a escolha das variedades europeias alia tradição e inovação, buscando vinhos sensoriais que traduzam o terroir do Cerrado.

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Enoturismo integrado ao condomínio: inovação no Brasil Central

Além da excelência enológica, a COSTACAVE aposta no enoturismo integrado à vida condominial, algo inédito na região. O parreiral na entrada da vinícola funciona como cartão de visitas, promovendo experiências para moradores e visitantes e consolidando o vinho como elemento central do estilo de vida local.

Fernando Costa destaca: “A COSTACAVE é mais que uma vinícola; representa a integração entre natureza, cultura e bem-estar, conectando moradores e visitantes ao território por meio do vinho”.

Presença em eventos de destaque

O vinho COSTACAVE terá sua vitivinicultura do Cerrado representada no Mesa São Paulo 2025, que ocorre de 30 de outubro a 1º de novembro, no Museu da América Latina, das 10h às 20h. O evento, promovido pela revista Prazeres da Mesa, espera receber de 8 a 10 mil visitantes, consolidando a marca como referência em vinhos de alto padrão no Brasil Central.

Pioneirismo e valorização do terroir do Cerrado

Celebrando o Dia do Enólogo (22 de outubro), a Bodega COSTACAVE reafirma seu compromisso de mostrar que o Cerrado goiano pode produzir vinhos de excelência, unindo técnica, terroir e emoção em cada taça. O projeto combina inovação tecnológica, manejo sustentável e sensibilidade, consolidando a região como promissora no cenário nacional da vitivinicultura.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

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Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

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O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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