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Viaje Paraná participa de encontro com 350 motorhomes em Santa Helena

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Cidade com pouco mais de 25 mil habitantes, Santa Helena, no Oeste do Paraná, recebe nesta semana cerca de 350 veículos de motorhomes em uma exposição que reúne pessoas e empresas, com cerca de 1500 pessoas circulando pelo local. Os viajantes são famílias integrantes do Grupo dos Estradeiros do Paraná, que já promoveu 21 viagens dentro do Estado.

Representantes do Viaje Paraná, órgão de promoção do turismo do Estado, prestigiaram os estradeiros de motorhomes na cidade e ofereceram apoio com materiais institucionais. O objetivo é conhecer mais sobre o potencial desse segmento do turismo no Estado e as necessidades dos viajantes.

“O turismo sobre rodas é um segmento que está mostrando cada vez mais força dentro do Estado e vamos acompanhar esse avanço. Muito ainda pode ser feito e estamos dispostos a ouvir e atender no que for possível”, disse o diretor-presidente do Viaje Paraná, Irapuan Cortes.

Os estradeiros chegaram no último dia 07 e neste domingo (14) cada um segue para seu destino – alguns continuam viajando e outros retornam para suas rotinas. As viagens do grupo acontecem somente dentro do Estado e, de acordo com o presidente dos estradeiros do Paraná, Claudio Schleicher, conhecem muitos locais a partir dessas viagens em grupo.

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“Eu mesmo conheci o Ivaí e Guarapuava, a cidade dos Lagos, que eu não conhecia. Cada viagem é uma novidade e um sentimento de missão cumprida. O Paraná tem muitos lugares para conhecermos e está cada vez maior o apoio do Governo do Estado e dos proprietários para nós, viajantes em motorhomes”, afirmou.

Neste ano, o grupo já esteve em Pontal do Paraná (no Litoral) e Ivaí (na região Central do Estado). Em junho, irá a Guaíra, no Oeste, e até o final do ano será a viagem de encerramento de 2024 aos integrantes. Em Santa Helena, mais de 60 integrantes se associaram ao grupo, totalizando 1003 inscritos.

VIAJANTES – Motociclista há 48 anos e há cinco caravanista de motorhome, Luiz Alberto Maçaneiro conta que no ano passado realizou um sonho de viajar ao Nordeste, mas roda muito pelos estados do Sul. “Estou fechando 700 noites dormidas dentro do motorhome. No Paraná, temos percebido muitos caravanistas que vêm de fora e precisamos incentivar cada vez a presença deles dentro do nosso Estado”, destacou.

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Além do relacionamento social, com atrações e festas, os estradeiros se reúnem num local junto com empresas que ofertam novidades no mercado de casas sobre rodas. Para o profissional de marketing da empresa Santo Inácio Motorhomes, Junio Ghesla, uma caravana como esta oferece benefícios aos viajantes, mas também é uma oportunidade para quem quer começar nesse ramo de atividade.

“É um conceito que integra pessoas que já vivem sobre rodas com aquelas que sonham com esse estilo de vida. Motorhome é uma modalidade que está crescendo muito. Ela te dá a oportunidade de continuar em casa e poder ir para qualquer lugar ao mesmo tempo”, disse.

“Temos muito orgulho de ser do Paraná e para nós esse tipo de encontro é muito legal para conhecer muitas pessoas e trocar experiências. Podemos mostrar o nome do Paraná para outras pessoas de fora”, afirmou Vitoria Vargas, representante da Serro Motorhome, empresa paranaense do setor de fabricação dos veículos especializados.

Fonte: Governo PR

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Tribunal do Júri de Maringá condena a 23 anos e 6 meses de prisão pai denunciado pelo Ministério Público do Paraná por morte da própria filha em Rolândia em 2019

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O Tribunal do Júri de Maringá condenou a 23 anos e 6 meses de prisão em regime inicial fechado um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pela morte da própria filha, de 11 anos de idade, em crime praticado em 2019 em Rolândia, no Norte Central do estado. Ele foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica. Durante a sessão de julgamento, que teve início na última quarta-feira, 16 de setembro, o acusado confessou a autoria do crime.

O crime – De acordo com as apurações, o pai matou a filha no dia 24 de abril de 2019 por asfixia mecânica (esganadura) e enterrou o corpo da criança na garagem de uma casa pertencente à família. Após a prática criminosa, pai e avó da vítima agiram em conjunto na tentativa de esconder o crime e dificultar as investigações sobre os fatos. Eles procuraram a autoridade policial para relatar o suposto desaparecimento da criança, forneceram informações inverídicas e conflituosas aos investigadores e mantiveram desligadas e formataram as câmeras de segurança que havia no local e que poderiam auxiliar na elucidação dos fatos.

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Ao final de dois dias de julgamento, o Conselho de Sentença acolheu as teses sustentadas em denúncia pelo MPPR e reconheceu as qualificadoras do crime de homicídio: o uso de meio cruel (asfixia), o recurso que dificultou a defesa da vítima e o feminicídio (na época, o feminicídio ainda não era tipificado como um crime autônomo).

O MPPR havia inicialmente denunciado a avó paterna pelos mesmos crimes, mas, na sessão de julgamento, pleiteou a absolvição da ré, pois as provas demonstraram que ela acabou sendo envolvida nos fatos por responsabilidade do acusado. Os jurados acataram o pedido, e ela foi absolvida.

Atuaram no Júri, pelo Ministério Público do Paraná, a Promotoria de Justiça de Maringá e integrantes do Grupo de Atuação Especial do Tribunal do Júri (Gajuri).

Desaforamento – A sessão do júri foi realizada em Maringá após uma decisão de desaforamento do caso. O desaforamento ocorre, quando necessário, para garantir que o julgamento seja imparcial e seguro, aplicando-se essa medida quando a comoção local impede a formação de um júri neutro, quando há riscos à segurança do réu ou à ordem pública ou quando há excesso de demora no fórum original.

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Processo 0003684-89.2019.8.16.0148

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11/09/2026 – Tribunal do Júri de Maringá julgará na próxima quarta-feira, 16 de setembro, pai e avó denunciados pela morte de criança em Rolândia em abril de 2019

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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