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Economia

Vendas do varejo paranaense têm alta de 6,29% em maio

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Bem Paraná

As vendas do varejo paranaense cresceram 6,29% em maio, conforme a Pesquisa Conjuntural da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio PR). O resultado compara os dados com o mesmo mês do ano passado. Destaque para o setor de óticas, cine-foto-som (54,30%), em função da diversificação de produtos, bem como para as lojas de departamentos (27,50%), autopeças (13,99%), concessionárias de veículos (12,13%) e livrarias e papelarias (11,54%).

Na comparação com o mês de abril, as vendas foram 4,87% superiores. No acumulado do ano, o varejo do estado registra alta de 3,35%. Os setores mais desenvolvidos no período de janeiro a maio foram óticas, cine-foto-som, com elevação de 41,36%, e lojas de departamentos, com 31,30%.

A região Sudoeste, cujas vendas vinham em movimento ascendente nos últimos meses, teve aumento de 10,18% na comparação com maio de 2018. Essa recuperação foi motivada pelas lojas de óticas, cine-foto-som (37,15%), materiais de construção (30,03%), concessionárias de veículos (17,31%) e autopeças (16,58%).

O comércio da capital e região também teve alta de 7,65% com relação a maio do ano passado. Na sequência ficou a região Oeste (6,04%), Ponta Grossa (4,85%), Maringá (4,59%) e Londrina (4,01%).

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Perdas
Apesar do bom resultado de maio, os lojistas da região Sudoeste acumulam perdas de 9,51% na comparação com igual período do ano passado, da mesma forma que os londrinenses, com redução de 1,55% no faturamento. A região Oeste apresenta o melhor indicador do varejo acumulado, com alta de 5,57%, seguida por Curitiba (5,06%), Maringá (3,26%) e Ponta Grossa (2,59%).

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Economia

Caixa reduz juros e anuncia R$ 33 bi em estímulos para economia

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A Caixa Econômica Federal reforçou, em R$ 33 bilhões, as linhas de crédito para enfrentar a crise provocada pelo coronavírus. O dinheiro se somará aos R$ 78 bilhões anunciados na semana passada, o que totalizará R$ 111 bilhões em recursos injetados.

Os R$ 33 bilhões adicionais serão destinados a linhas de capital de giro para empresas, que ganharam reforço de R$ 20 bilhões; para a compra de carteiras (R$ 10 bilhões); para o crédito a Santas Casas (R$ 2 bilhões) e para o crédito agrícola (R$ 1 bilhão).

A Caixa também cortou as taxas de juros do cheque especial para pessoa física, do parcelamento da fatura do cartão de crédito, de capital de giro, de empréstimos para hospitais, para o Crédito Direto ao Consumidor (CDC) e para o penhor. Os juros reduzidos entrarão em vigor em 1º de abril para o cheque especial e o cartão de crédito. Para os demais produtos, as taxas já estão em vigor.

Os juros do cheque especial passaram de 4,95% para 2,90% ao mês. As taxas do parcelamento da fatura do cartão caíram de 7,7% ao mês (em média) para juros a partir de 2,90% ao mês. Para o capital de giro, as taxas máximas passaram de 2,76% para 1,51% ao mês. As taxas do CDC caíram de 2,29% para 2,17% ao mês. Os juros do penhor foram cortados de 2,1% para 1,99% ao mês. Nas linhas de crédito para hospitais, as taxas passaram de 0,96% para 0,8% ao mês

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O período em que o cliente pode ficar sem pagar as parcelas passou de 60 para 90 dias. A medida abrange o crédito a pessoas físicas, a pessoas jurídicas, a hospitais e o crédito habitacional para pessoas físicas e empresas.

Estados e municípios

O banco reforçou o volume de empréstimos para estados e municípios. A medida abrange os financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o Financiamento à Infraestrutura e Saneamento Ambiental (Finisa). De 2 a 17 de março, a Caixa empestou R$ 3,35 bilhões a governos locais, em 246 operações com 195 tomadores. Ainda estão em estudo outras 324 operações, no total de R$ 1,81 bilhão.

Conforme a Medida Provisória 927, o banco suspendeu o recolhimento do FGTS pelos empregadores em março, abril e maio. Quem não recolher pode parcelar o valor em até seis vezes, tendo o certificado de regularidade do FGTS prorrogado por 90 dias. O empregador que precisar suspender o pagamento precisará declarar as informações dos trabalhadores no aplicativo Sefip.

Micro e pequenas empresas

A Caixa anunciou uma linha de capital de giro para manutenção da folha de pagamento das micro e pequenas empresas. O valor não foi divulgado. O banco firmou parcerias para ampliação de linhas de crédito e para o suporte a pequenos negócios por meio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A antecipação de recebíveis, quando o comerciante recebe adiantado o valor de compras com cartão de crédito, terá taxas reduzidas.

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