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Veja como é a atuação do deputado Douglas Fabrício no Paraná

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Douglas Fabrício: Atuação em defesa do empreendedorismo, desenvolvimento e esporte
No exercício do quarto mandato parlamentar, o deputado estadual Douglas Fabrício (CIDADANIA) já foi autor de inúmeros projetos, muitos deles transformados em leis que beneficiam milhares de paranaenses.
No meio de sua trajetória política, o parlamentar ainda aceitou o desafio de ocupar a Secretaria de Estado do Esporte e do Turismo. “O esporte é um instrumento formidável. Ele melhora a saúde, a educação, a segurança, socializa e proporciona renda aos atletas”, observou.
Ele ocupou a pasta de secretário por quase quatro anos (de fevereiro de 2015 a abril de 2018). “Neste período todos os 399 municípios do Paraná receberam algum tipo de apoio”, informou. Foram criados projetos inovadores como as Arenas Multiuso Esportivas, iniciativa que disponibiliza campos com gramados sintéticos e demais estruturas nos municípios.
Atualmente, Douglas Fabrício é presidente da Comissão de Esportes da Assembleia Legislativa do Paraná e também integra a Comissão de Finanças e Tributação. E, acaba de apresentar um projeto de lei (nº 463/2019) que tem o objetivo de promover o desenvolvimento do esporte olímpico e paralímpico no Paraná, com o Programa de Governo Geração Olímpica (Talento Olímpico do Paraná), e cria um Fundo Estadual. O programa funcionará por meio de concessões de bolsas de incentivo a atletas e treinadores praticantes do esporte escolar e de alto rendimento em modalidades olímpicas e paralímpicas – individuais e coletivas.
“Além de tornar o estado referência no esporte olímpico e paralímpico, nossa proposta valoriza os nossos talentos e incentiva a prática do esporte entre crianças e adolescentes, ampliando o número de praticantes.”
Início
Ao citar sua trajetória, o deputado Douglas Fabrício gosta de destacar seu primeiro emprego, aos 14 anos, em Roncador, sua terra natal. Naquela ocasião nem imaginava que um dia iria ingressar na política: “Fui trabalhar de zelador numa loja de tecidos. Meu pai arrumou esse emprego. Não era fácil. Nem pensava numa carreira política”, conta. Anos depois, entrou na antiga Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão (Fecilcam), atual Unespar, onde cursou Administração de Empresas. Nesta época percorria 100 quilômetros todos os dias para estudar e conquistar o diploma universitário.
Trabalhou também na Caixa Econômica Federal (CEF) e no Banco do Brasil, foi professor de graduação e pós-graduação na Fecilcam e no Imep/Campo Mourão, funcionário da Coamo Agroindustrial Cooperativa e consultor no Sebrae/PR. Ele acredita que o convite para ingressar na política foi consequência de todas essas atividades desenvolvidas na região, que sempre o colocaram em contato com a população.

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“Mas, nas duas primeiras eleições que disputei (foi candidato a deputado federal e prefeito de Campo Mourão, obtendo expressivas votações) não fui eleito”, lembra.
Temas defendidos
Direitos das mulheres, dos consumidores, agricultura, empreendedorismo e Santas Casas também fazem parte dos temas abordados pelo parlamentar em pronunciamentos e nos projetos apresentados na Alep. Reitera que é através do processo legislativo, movido por discussões e votações, que surgem importantes leis. É de sua autoria, por exemplo, a Lei estadual nº 15.627/2007, que dispõe que os prestadores de serviços continuados ficam obrigados a assegurar aos consumidores a faculdade de solicitar o cancelamento do serviço pelos mesmos meios com os quais foi solicitada a aquisição. Virou lei também a proposta que cassa a inscrição junto ao Cadastro de Contribuintes do ICMS, dos estabelecimentos que forem flagrados comercializando, adquirindo, distribuindo, transportando, estocando ou revendendo produtos oriundos de cargas ilícitas, furtadas ou roubadas (Lei estadual nº16.127/2009).

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Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção e posse ilegal de armas em delegacia de Bandeirantes três pessoas investigadas na Operação Fim da Trilha

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O Núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná ofereceu nesta quarta-feira, 9 de setembro, duas denúncias criminais contra três pessoas investigadas no âmbito da Operação Fim da Trilha. A ação apura o recebimento de vantagens indevidas e outros ilícitos envolvendo servidor lotado na 39ª Delegacia Regional de Polícia Civil, localizada em Bandeirantes, no Norte Pioneiro do estado.

Áudio do Promotor de Justiça Leandro Antunes Meirelles Machado

As apurações que culminaram no oferecimento das denúncias tiveram origem a partir de um relatório encaminhado pelo 18º Batalhão de Polícia Militar. Ao longo das investigações, o Gaeco constatou que um investigador de polícia se valia da atuação de advogados para intermediar o recebimento de propina. Em um dos episódios detalhados pelo MPPR, o servidor teria cobrado e efetivamente recebido R$ 10 mil para franquear o acesso de um advogado a um aparelho celular que havia sido apreendido e estava sob custódia da unidade policial. A manobra ilícita tinha como objetivo permitir a exclusão dos dados probatórios armazenados no dispositivo.

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Outros crimes – Além dos crimes contra a administração pública, os fatos denunciados englobam delitos previstos no Estatuto do Desarmamento. No dia 23 de abril deste ano, durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão expedidos no contexto da mesma operação nas cidades de Bandeirantes e Cambará, o investigador foi flagrado mantendo sob sua guarda no interior da delegacia, de forma irregular, um revólver e dezenas de munições de calibres variados, contemplando armamento de uso permitido e de uso restrito.

Os três investigados foram denunciados pela prática dos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, posse irregular de arma de fogo de uso permitido e posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Junto aos pedidos de condenação criminal, o Ministério Público solicitou à Justiça a decretação da perda do cargo público do policial civil. O MPPR requereu ainda o perdimento dos valores ilicitamente auferidos com o esquema criminoso e o arbitramento cumulativo de dano moral coletivo no valor de R$ 100 mil, montante que deverá ser revertido aos cofres do Estado do Paraná.

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Notícia anterior:

23/04/2026 – Gaeco cumpre mandados de busca e apreensão em Bandeirantes e Cambará na Operação Fim da Trilha, que investiga possíveis crimes cometidos por policial civil

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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