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Política Nacional

Veja coloca Sergio Moro na capa e revela irregularidades praticadas pelo juiz

Publicado em

Redação Bem Paraná

A revista Veja publicou nessa sexta-feira (dia 5) reportagem revelando novas conversas de Sergio Moro com integrantes da Operação Lava Jato. Com o título “Novos diálogos revelam que Moro orientava ilegalmente ações da Lava Jato”, o texto mostra irregularidades praticadas pelo juiz, que agora é Ministro da Justiça do Governo Bolsonaro.

Clique aqui para ver a reportagem da Veja.

A nova edição impressa da Veja tem Sergio Moro na capa, com o título “Justiça com as Próprias Mãos”.

O texto da Veja afirma que “as revelações enfraqueceram a imagem de correção absoluta do atual ministro de Jair Bolsonaro e podem até anular sentenças”.

“No material que o Intercept diz ter recebido de uma fonte anônima, há quase 1 milhão de mensagens, totalizando um arquivo com mais de 30 000 páginas. Só uma pequena parte havia sido divulgada até agora — e ela foi suficiente para causar uma enorme polêmica. Em parceria com o site, VEJA realizou o mais completo mergulho já feito nesse conteúdo. Foram analisadas pela reportagem 649 551 mensagens. Palavra por palavra, as comunicações examinadas pela equipe são verdadeiras e a apuração mostra que o caso é ainda mais grave”, alerta a Veja.

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“Moro cometeu, sim, irregularidades. Fora dos autos (e dentro do Telegram), o atual ministro pediu à acusação que incluísse provas nos processos que chegariam depois às suas mãos, mandou acelerar ou retardar operações e fez pressão para que determinadas delações não andassem. Além disso, revelam os diálogos, comportou-se como chefe do Ministério Público Federal, posição incompatível com a neutralidade exigida de um magistrado. Na privacidade dos chats, Moro revisou peças dos procuradores e até dava bronca neles”, explica a revista.

A Veja explicou também sua mudança de postura em relação a Sergio Moro. No passado, a publicação tratou o juiz como uma espécie herói no combate à corrupção. “VEJA sempre foi — e continua — a favor da Lava-Jato”, diz. “Poucos veículos de mídia celebraram tanto o trabalho do ex-juiz na luta contra a corrupção”, afirma. “Como veículo de mídia responsável não podemos apoiar posturas como essa. Um dia, o justiceiro bate à porta e, sem direito a uma defesa justa, a pessoa é sumariamente condenada”, explica.

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Clique aqui para ler a Carta ao Leitor da Veja, explicando a postura em relação ao caso.

O site Intercept também noticiou a atitude da Veja.

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Política Nacional

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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