Brasil
Vagas abertas para o Mestrado Profissional em Avaliação em Saúde
O Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP) está com inscrições abertas para o processo seletivo da turma 2026 do Mestrado Profissional em Avaliação em Saúde. O curso é oferecido em parceria com o Ministério da Saúde e tem como objetivo qualificar profissionais para atuar na avaliação de programas e serviços de saúde, contribuindo para o fortalecimento da gestão e da qualidade da Atenção Primária à Saúde (APS).
As inscrições podem ser realizadas exclusivamente pela internet, entre 22 de junho e 20 de agosto de 2026. O processo seletivo oferece 25 vagas e é voltado para profissionais de nível superior vinculados à Atenção Primária à Saúde de Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde da Região Nordeste. Para participar, o candidato deve comprovar o vínculo com a APS por meio de declaração institucional emitida pela secretaria ou órgão de origem.
As etapas da seleção serão realizadas presencialmente nas dependências do IMIP, em Recife (PE). A primeira fase consiste em prova escrita de conhecimentos específicos e compreensão de língua inglesa. Os candidatos aprovados seguem para análise de currículo, avaliação do anteprojeto de pesquisa e entrevista.
As atividades acadêmicas do mestrado também serão realizadas presencialmente no IMIP, em Recife, com início das aulas previsto para 1º de outubro de 2026. O curso tem duração máxima de 24 meses, é reconhecido pela Capes com conceito 4.
Os módulos obrigatórios do mestrado são: Políticas, Programas e Gestão em Saúde; Avaliação em Saúde: concepções e métodos; e Seminários de Elaboração de Projetos de Pesquisa. Já as disciplinas optativas incluem: Métodos Epidemiológicos Aplicados à Avaliação de Programas de Saúde; Modelagem e Elaboração de Painéis de Monitoramento de Indicadores; Qualidade nas Ações de Saúde, Auditoria e Acreditação; Métodos de Pesquisa Qualitativa; e Oficina de Elaboração de Produtos Técnicos.
Agnez Pietsch
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
Brasil
Nova fase da Operação Gota beneficia 20 comunidades indígenas na Amazônia
A partir do próximo domingo (30), o Ministério da Saúde inicia uma nova fase da Operação Gota para beneficiar 20 aldeias indígenas na Amazônia Legal. A ação amplia o acesso à vacinação para comunidades remotas, onde as condições geográficas e de transporte demandam uma logística 100% via aérea para o deslocamento das equipes de saúde.
A operação segue até o dia 6 de setembro e contempla as comunidades atendidas pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Amapá e Norte do Pará. A população terá acesso à todas as vacinas disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). A Operação Gota é uma ação integrada entre as Secretarias de Saúde Indígena (Sesai) e de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), do Ministério da Saúde, e a Força Aérea Brasileira (FAB), do Ministério da Defesa.
A ação também será realizada em comunidades indígenas do Médio Rio Purus, com atividades previstas entre os dias 10 e 20 de setembro. No primeiro semestre deste ano, também foram atendidos os territórios do Alto Rio Negro, Alto Rio Juruá e Vale do Javari. Nesses três territórios, foram visitadas 112 aldeias, aplicadas 13 mil doses e vacinados mais de 8 mil indígenas.
Planejamento das ações
Antes das missões, os DSEI realizam o levantamento das comunidades com maior dificuldade de acesso e identificam as pessoas que deverão ser atendidas. Também são definidos os quantitativos de vacinas, insumos e demais recursos necessários para a realização das atividades. Além da vacinação, as equipes podem realizar outros atendimentos de saúde durante as missões, conforme as necessidades identificadas em cada território. Entre as atividades, estão assistência médica, avaliação e acompanhamento nutricional e outras ações de atenção à saúde.
Sobre a Operação Gota
A Operação Gota (OG) é uma estratégia interministerial iniciada em 1989 e coordenada pelo Ministério da Saúde desde 1992, com o objetivo de assegurar o acesso à vacinação em regiões remotas da Amazônia Legal.
Em 1996, a estratégia foi incorporada ao escopo técnico do Programa Nacional de Imunizações (PNI), consolidando-se como importante instrumento para a promoção da equidade no acesso aos imunobiológicos e para o fortalecimento das ações de vacinação em territórios de maior vulnerabilidade geográfica e social.
Leidiane Souza
Rayane Bueno
Fonte: Ministério da Saúde
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