Agro
Uso de drones revoluciona manejo das lavouras de soja
Estudos da Embrapa Soja mostram os impactos positicos dos equipamentos tecnológicos, revolucionando a forma como os produtores planejam e gerenciam o manejo das lavouras.
Um dos protagonistas entre os agricultores é o drone, uma ferramenta que tem ganhado espaço. Com a capacidade de monitoramento remoto e a oferta de imagens em alta resolução, esses dispositivos tornaram-se essenciais para impulsionar os resultados nas plantações.
A disponibilidade de informações precisas em tempo real tem permitido a tomada de decisões rápidas e precisas, podendo fazer a diferença no controle de pragas, detecção de doenças e correção de falhas no plantio, irrigação e maturação.
A eficiência na aplicação de defensivos, ao superar métodos tradicionais como os pulverizadores de barra, revelou-se fundamental no combate a pragas, como o percevejo-marrom e a lagarta-falsa-medideira.
Apesar do custo significativo para a aquisição desses equipamentos, variando entre R$ 60 mil e R$ 250 mil, com facilidades de pagamento em até 10 anos, incluindo até 3 anos de carência para o início do pagamento, e taxas de juros reduzidas, a partir de 4% ao ano.
Criado em 1977 pelo engenheiro espacial israelita Abraham Karem, o drone foi inspirado em um modelo de bomba voadora usado pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, a chamada “buzz bomb”.
Na época, o criador afirmou que foram necessárias 30 pessoas para comandar a aeronave no céu – o que desestimulava o seu uso pelas empresas e pela população em geral. Quatro décadas depois, no entanto, o negócio se tornou bilionário e viral – serão 5 milhões de dispositivos vendidos no planeta até 2025 e um faturamento de cerca de US$ 15,2 bilhões por ano.
Fonte: Pensar Agro
Agro
Agro brasileiro busca expansão internacional e encontra oportunidades no mercado dos Estados Unidos
Integração entre mercados amplia oportunidades no agronegócio
A busca por novos mercados tem levado o agronegócio brasileiro a intensificar sua presença no cenário internacional. A integração entre diferentes mercados agrícolas vem se consolidando como uma estratégia relevante para ampliar oportunidades de negócios e fortalecer a competitividade do setor.
Mesmo diante de um ambiente global marcado pela forte disputa por commodities, a troca de conhecimento, tecnologia e práticas produtivas entre países pode gerar ganhos estratégicos tanto para empresas quanto para produtores rurais.
Brasil e Estados Unidos apresentam modelos complementares
Nesse cenário, Brasil e Estados Unidos se destacam como duas das principais potências agrícolas do mundo, com características produtivas que se complementam.
Enquanto o modelo norte-americano é reconhecido pela alta eficiência e uso intensivo de tecnologia, o Brasil se diferencia pela diversidade de culturas e pela capacidade de realizar múltiplas safras ao longo do ano. Essa combinação abre espaço para inovação e expansão de negócios entre os dois países.
Planejamento é essencial para entrada no mercado americano
A entrada no mercado dos Estados Unidos exige planejamento detalhado e compreensão das particularidades locais. De acordo com especialistas, é fundamental conhecer as especificidades produtivas de cada região e adaptar as estratégias comerciais às demandas locais.
Além disso, entender a cultura de negócios e as práticas agrícolas adotadas no país é um passo essencial para reduzir barreiras de entrada e aumentar as chances de sucesso.
Diferenças regionais exigem estratégias específicas
O mercado norte-americano apresenta grande diversidade regional, o que exige abordagens distintas por parte das empresas interessadas em atuar no país.
Estados como a Califórnia, por exemplo, possuem forte vocação para a fruticultura, enquanto regiões tradicionais produtoras de grãos demandam estratégias mais consolidadas e competitivas. Essa segmentação reforça a importância de um planejamento direcionado para cada nicho de atuação.
Estrutura local e suporte técnico são diferenciais competitivos
Outro fator determinante para o sucesso no mercado americano é a construção de uma estrutura local sólida. A presença de parceiros comerciais ou estoques dentro dos Estados Unidos contribui para aumentar a confiança nas negociações.
O mercado valoriza fortemente o suporte técnico eficiente e a capacidade de reposição rápida de produtos, o que torna a logística um ponto estratégico para empresas estrangeiras.
Domínio do idioma e conhecimento regulatório são fundamentais
O domínio do idioma inglês e o entendimento das exigências regulatórias e logísticas também são considerados requisitos básicos para atuar no país.
Esses fatores influenciam diretamente a capacidade de negociação, adaptação e conformidade com as normas locais, elementos essenciais para consolidar a presença no mercado.
Mercado competitivo exige maturidade operacional
Apesar das oportunidades, o mercado norte-americano é altamente competitivo e consolidado. Por isso, especialistas recomendam que a entrada seja feita por empresas que já possuem operações estruturadas e experiência no setor.
Nesse contexto, a internacionalização para os Estados Unidos tende a ser mais indicada para negócios que buscam expansão após consolidação no mercado interno, com capacidade de competir em um ambiente exigente e dinâmico.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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