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Um ano de emancipação: Corpo de Bombeiros celebra novas sedes e aumento do efetivo

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O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) completa este mês um ano de emancipação da Polícia Militar. A instituição ganhou mais liberdade para gerenciar seu orçamento e definir estratégias de atuação, bem como investir em projetos que pudessem ampliar a capacidade de atendimento à população.

O período foi marcado por diversas realizações, como o maior número de promoções de bombeiros militares da história da corporação (438); a exigência de curso superior para ingresso nas carreiras do CBMPR; a adoção do Programa Bombeiro Integrado, que possibilita atuação conjunta entre bombeiros militares e agentes da Defesa Civil; entre outras.

Também houve investimentos em infraestrutura e pessoal. Foram contratados mais de 400 novos bombeiros militares e já está aprovado, para o próximo ano, outro concurso visando a ampliação do efetivo.

“Foi um momento de muitas expectativas e algumas incertezas, como todo processo de mudança, especialmente em uma relação centenária como a nossa com a Polícia Militar. Com muito esforço de todos, superamos os desafios que se apresentaram diariamente. A adaptação à mudança e às adversidades foi característica marcante da nossa instituição neste ano”, destacou o comandante-geral do CBMPR, coronel Manoel Vasco de Figueiredo Junior.

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INFRAESTRUTURA – O maior quartel do Paraná foi inaugurado em setembro, em Foz do Iguaçu, para atendimento a 12 municípios na região Oeste, sob os cuidados do 9º Grupamento de Bombeiros. O local tem 5,8 mil metros quadrados de área construída – fruto de um aporte de R$ 27,5 milhões. Sua construção beneficiou os serviços prestados em Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Iguaçu, Medianeira, Itaipulândia, Ramilândia, Matelândia, Missal, Santa Helena, Serranópolis do Iguaçu e Diamante d’Oeste.

Já o segundo maior quartel do Paraná, sede do 7º Grupamento de Bombeiros, em Colombo, foi outro a sair do papel, ao custo de R$ 6,4 milhões em investimentos financiados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Inaugurado em outubro, o espaço tem área construída de 1,5 mil m². Além de atender as ocorrências de Colombo, o 7º GB também é responsável por Bocaiúva do Sul, Campina Grande do Sul, Quatro Barras, Tunas do Paraná e Adrianópolis.

A primeira entrega de quartel para o Corpo de Bombeiros, em 2023, ocorreu em maio. A sede da unidade do 1° Subgrupamento de Bombeiros Independente (SGBI) de Ivaiporã recebeu R$ 8,5 milhões do governo estadual.

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A unidade é responsável pelos serviços de prevenção e combate a incêndios e desastres, atendimento pré-hospitalar, buscas, salvamentos e atividades de defesa civil em 11 municípios – Ivaiporã, Arapuã, Ariranha do Ivaí, Cândido de Abreu, Godoy Moreira, Jardim Alegre, Lidianópolis, Lunardelli, Manoel Ribas, Nova Tebas e São João do Ivaí.

A corporação também recebeu equipamentos importados, especialmente para uso em salvamento veicular, em acidentes de trânsito mais complexos. Entram nessa lista desencarceradores, almofadas pneumáticas e motosserras de alta capacidade. Também foram adquiridas viaturas para atendimentos diversos, como caminhões auto-bomba-tanque. A frota do Siate foi renovada a frota de cerca de 90 ambulâncias.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção passiva ex-secretário Municipal de Governo e presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira

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O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra um ex-secretário Municipal de Governo e o presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira, nos Campos Gerais, investigados a partir da Operação Chão de Giz, que apura possíveis fraudes licitatórias supostamente cometidas por uma organização criminosa que atua a partir de um grupo de empresas voltadas principalmente ao fornecimento de asfalto para municípios paranaenses. Além dos agentes públicos, requeridos pelo crime de corrupção passiva, também foram denunciados por corrupção ativa três empresários investigados por possível participação nos atos ilícitos. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 8 de setembro, pelo Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria).

Áudio do promotor de Justiça Pedro Henrique Papaiz

A segunda fase das investigações da Operação Chão de Giz, da qual resultaram os fatos ocorridos em Ortigueira agora denunciados, foi deflagrada em 7 de julho último. A acusação abrange a prática dos crimes por agentes públicos dos poderes Legislativo e Executivo de Ortigueira, além de empresários e prepostos do setor de pavimentação asfáltica e infraestrutura viária.

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De acordo com a denúncia, entre 6 e 14 de abril de 2022, o então presidente da Câmara de Vereadores (que atualmente exerce o mesmo cargo) e o ex-secretário Municipal de Governo, que são irmãos, teriam solicitado e recebido pelo menos R$ 50 mil em vantagens indevidas, pagas por empresários de um grupo econômico do ramo de pavimentação e seus prepostos operacionais.

Esquema criminoso – Os repasses ilícitos (divididos em duas entregas, de R$ 15 mil e R$ 35 mil) teriam ocorrido como contraprestação à articulação política e à atuação administrativa direta dos agentes públicos para acelerar a emissão de empenhos e a liberação de pagamentos do Tesouro Municipal em favor das empresas de propriedade dos empresários denunciados. Na primeira ocasião, os denunciados autorizaram a liberação de R$ 266.354,00, e na segunda, de R$ 533.244,80. As apurações demonstraram ainda que, nos dias 3 e 4 de maio de 2022, o então presidente da Câmara Municipal solicitou vantagem indevida adicional de R$ 3 mil.

A partir do oferecimento da denúncia, o Ministério Público pleiteia a condenação dos denunciados pelas práticas de corrupção passiva e ativa e a fixação de valor mínimo para reparação dos danos materiais e morais coletivos causados ao erário.

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Essa é a 5ª denúncia criminal oferecida a partir das investigações da Operação Chão de Giz. O Ministério Público já ofereceu denúncia criminal por corrupção passiva contra dois ex-prefeitos de cidades distintas, além de denúncias de fraudes licitatórias e organização criminosa, esta dirigida ao núcleo empresarial que corrompia agentes públicos e políticos em diversos municípios paranaenses.

Processo 0001701-26.2025.8.16.0122

Matérias anteriores

07/07/2026 – MPPR deflagra 2ª fase da Operação Chão de Giz e cumpre 41 mandados de busca e apreensão em investigação sobre corrupção e fraudes licitatórias em 5 municípios

14/03/2025 – MPPR denuncia ex-prefeito de Cândido de Abreu e mais três pessoas por corrupção e lavagem de ativos a partir das apurações da Operação Chão de Giz

20/09/2024 – MPPR ajuíza ação por improbidade administrativa contra agentes públicos e empresários de Cândido de Abreu investigados na Operação Chão de Giz

09/11/2022 – MP cumpre mandados contra fraudes em licitações no Norte do estado

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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