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Paraná

Últimos dias da exposição “O Espaço Imantado de Mario Rubinski” no MON

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A exposição “Mario Rubinski – O Espaço Imantado” poderá ser vista até domingo, 31 de março. A mostra é uma realização do Museu Oscar Niemeyer, em cartaz na Sala 7, e conta com cerca de 150 pinturas, desenhos e estudos produzidos pelo artista curitibano, ao longo de seis décadas, desde 1950 até 2021.

As obras destacam os elementos de cor, espaço e composição presentes nas telas do pintor. Explora também a iluminação, a ilusão tridimensional e a ausência de profundidade, revelando nuances sobre a natureza habitada pelo homem. A curadoria é de Adolfo Montejo Navas e Eliane Prolik.

Mario Rubinski (1933-2021) graduou-se na Escola de Belas Artes do Paraná, atuou em diversas áreas como artista plástico, pintor, desenhista e ilustrador.

Foi professor no Museu Alfredo Andersen e em várias escolas públicas e particulares da cidade. Além disso, atuou como chefe da seção de Belas Artes da Biblioteca Pública do Paraná. Recebeu grande destaque nas premiações no Salão de Arte Paranaense, Salão de Belas Artes da Primavera e Mostra do Desenho Brasileiro, entre outros ao longo de sua carreira artística.

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MON – O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço

Exposição “Mario Rubinski – O Espaço Imantado”, do artista Mario Rubinski

Até 31 de março

Sala 7

Fonte: Governo PR

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Paraná

Ministério Público do Paraná recomenda intervenção estadual e nacional na Apae de Ventania por conta de graves irregularidades sanitárias e administrativas

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Tibagi, nos Campos Gerais, expediu recomendação administrativa para que a Federação Nacional das Apaes e sua respectiva representação estadual promovam a imediata intervenção na unidade da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) do município de Ventania. A medida foi tomada após o MPPR constatar, por meio de visitas técnicas e acompanhamento de procedimento administrativo, diversas irregularidades administrativas, pedagógicas e sanitárias na instituição.

Áudio da Promotora de Justiça Juliana Schasiepen Ribeiro Gonçalves

Durante as inspeções realizadas pela equipe técnica do MPPR, foram identificadas condições precárias de higiene e segurança. Os relatórios apontaram a presença de grande quantidade de animais circulando livremente pelas dependências da instituição, gerando mau cheiro e risco iminente de transmissão de zoonoses aos alunos em situação de vulnerabilidade. Além disso, constatou-se a falta de acessibilidade em banheiros, problemas estruturais e risco à integridade física dos estudantes, como vidros quebrados, refeitório inadequado e materiais de limpeza guardados no mesmo ambiente que itens pedagógicos.

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Irregularidades financeiras – No âmbito administrativo-financeiro, verificou-se a retenção de repasses estaduais devido a irregularidades nas prestações de contas, além de atrasos reiterados no pagamento dos salários dos funcionários, o que compromete a continuidade do atendimento. A gestão do espaço também apresentou falhas na metodologia de ensino, como a resistência à política de educação inclusiva e a manutenção de alunos adultos no mesmo currículo por longos períodos, sem a devida transição para serviços adequados à fase adulta, a exemplo do Centro-Dia.

Diante da gravidade dos fatos e da constatação de que a atual gestão centraliza decisões e obstrui a fiscalização, a recomendação cobra o afastamento cautelar da atual direção e a nomeação de uma junta interventora temporária para restabelecer a legalidade dos serviços. O MPPR estabeleceu um prazo de 60 dias para que a nova gestão provisória elabore e execute planos de adequação sanitária, ambiental, pedagógica e de governança.

A Federação Nacional e a estadual das Apaes têm o prazo de 20 dias para informar o acatamento das medidas. Caso as providências não sejam adotadas, o Ministério Público poderá ingressar com ação civil pública para garantir a regularização do atendimento e a proteção dos direitos das pessoas com deficiência.

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Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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