Brasil
Última chance: faltam 15 dias para o fim das inscrições no Prêmio Nacional do Turismo
Atenção, profissionais e gestores do turismo brasileiro: o prazo de inscrições no Prêmio Nacional do Turismo 2025 está chegando ao fim! Os interessados têm até as 18h do dia 14 de outubro para garantir participação no processo. Esta é a última oportunidade de inscrever projetos e indicar profissionais na mais importante premiação do setor no Brasil.
Para se inscrever, basta clicar AQUI.
O Prêmio Nacional do Turismo, uma parceria entre o Ministério do Turismo e o Conselho Nacional de Turismo (CNT), é um tributo a iniciativas inovadoras, à excelência na gestão e ao impacto positivo de prestadores de serviços turísticos e profissionais comprometidos com o setor. A seleção reconhece quem faz o turismo brasileiro crescer e se fortalecer como um dos segmentos com maior potencial de gerar emprego, renda, inclusão social e sustentabilidade ambiental.
O ministro do Turismo, Celso Sabino, reforça o convite à participação no Prêmio. “O Prêmio Nacional do Turismo é a nossa grande oportunidade de dar visibilidade àqueles que trabalham para fortalecer o setor. Cada inscrição representa uma história de sucesso, uma inovação que pode inspirar outros destinos e profissionais. Se você tem um projeto ou conhece alguém que faz a diferença no turismo brasileiro, esta é a hora de compartilhar”, estimula Sabino.
Neste ano, o Prêmio Nacional do Turismo está dividido em duas grandes frentes: 12 categorias de “Iniciativas de Destaque”, voltadas a projetos que transformaram o turismo nos últimos 24 meses; e 8 categorias de “Profissionais de Destaque”, que homenageiam a trajetória de especialistas que contribuíram de forma significativa ao desenvolvimento do ramo. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 4 de dezembro de 2025.
Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
Brasil
CMN aprova resolução que viabiliza R$ 1 bilhão em crédito para companhias aéreas
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta semana, resolução que estabelece as condições para a concessão de até R$ 1 bilhão em financiamentos destinados ao capital de giro de companhias aéreas brasileiras. A medida integra o conjunto de ações anunciadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) para apoiar o setor aéreo diante da alta do querosene de aviação (QAv), um dos principais custos das empresas.
A resolução prevê operações com prazo de até seis meses para pagamento, taxa equivalente a 100% do CDI e limite de financiamento correspondente a até 1,6% do faturamento bruto anual de 2025 de cada empresa, limitado a R$ 330 milhões. Os recursos serão administrados pelo Banco do Brasil, com risco de crédito integralmente assumido pela União.
Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, a medida segue a lógica de ações adotadas em momentos excepcionais, como as implementadas durante as enchentes no Rio Grande do Sul, e buscam preservar a continuidade de serviços essenciais. “Como o crédito terá garantia da União, foi necessário estabelecer critérios de segurança e responsabilidade financeira para as empresas beneficiadas. Mesmo em uma medida emergencial, é importante preservar o equilíbrio e a responsabilidade nas operações do setor”, afirmou o ministro.
Segundo o secretário nacional de Aviação Civil do MPor, Daniel Longo, a aprovação representa mais uma etapa do esforço do governo federal para preservar a conectividade aérea e garantir estabilidade ao setor. “Estamos atuando para oferecer condições de curto prazo que ajudem as empresas a atravessar um momento de forte pressão de custos. Essa resolução é uma medida concreta para dar liquidez às companhias e preservar a malha aérea do país”, afirmou.
Outras medidas
Além da linha emergencial de crédito, o pacote apresentado pelo MPor inclui outras medidas para apoiar o setor. Entre elas estão a ampliação do prazo para pagamento de tarifas de navegação aérea, discussões sobre mecanismos tributários relacionados ao combustível de aviação e ações para ampliar a previsibilidade regulatória e reduzir custos operacionais do setor.
As medidas vêm sendo debatidas pelo MPor, em articulação com outros órgãos do governo federal, companhias aéreas e entidades do setor, diante do aumento dos custos operacionais observado nos últimos meses, especialmente em razão da elevação do preço internacional do petróleo e da variação cambial.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
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