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UENP empossa 13 novos docentes e chega perto de atingir todo quadro de efetivos

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A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) realizou nesta semana a cerimônia de posse dos servidores docentes aprovados em concurso público de provas e títulos, realizado em 2023. Nomeados pelo Decreto Estadual nº 10.944, publicado no Diário Oficial do Estado, nº 11.967, de 18 de agosto, os docentes passam a integrar o quadro efetivo da Carreira do Magistério Público do Estado do Paraná, atuando em Jacarezinho e Cornélio Procópio.

A solenidade, realizada na Sala dos Conselhos da Reitoria, reuniu autoridades acadêmicas, familiares e amigos, marcando o início de uma jornada na educação superior. Após o momento da assinatura de posse ocorreu uma confraternização.

O reitor da UENP, Fábio Antonio Néia Martini, celebrou a chegada dos novos membros do corpo docente na Instituição. “Este é um momento especial, que marca o início de uma nova e promissora etapa na vida profissional de cada um de vocês. A partir de hoje vocês passam a integrar um corpo docente comprometido com a promoção do ensino de qualidade, de pesquisa inovadora e da extensão transformadora, pilares fundamentais da nossa universidade”, ressaltou.

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“Ser docente vai muito além de transmitir conhecimentos, é formar cidadãos, inspirar futuros e dedicar-se à nobre missão de educar. Que os desafios do cotidiano sejam fontes de aprendizado e crescimento, e que cada conquista seja motivo de orgulho e motivação para seguir em frente. Parabéns aos novos professores e professoras. Que esta jornada seja repleta de realizações, aprendizados e inspiração. Sejam bem-vindos à nossa equipe. Viva a UENP, viva o ensino público e viva a universidade para todos”, finalizou.

A pró-reitora de Recursos Humanos da UENP, Maria José Quina Galdino, parabenizou os novos professores e enalteceu o trabalho da equipe envolvida com a realização do concurso, desde os colegiados de curso, conselhos de centro, conselhos de campi e comissão organizadora, que executou o processo. “É uma imensa satisfação para a Pró-reitoria receber vocês. Esse é um momento muito esperado na nossa Universidade. Vocês podem contar conosco para o que precisarem e que pelos próximos 35 anos vocês fiquem com a gente”, destacou.

A Lei Geral das Universidades permitiu que a UENP preenchesse até 80% do quadro dos efetivos, seja com docentes ou agentes. Há alguns anos esse indicador era de 65%. A expectativa é atingir 100% com a realização do próximo concurso.

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Fonte: Governo PR

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Em Curitiba, Ministério Público do Paraná obtém condenação de técnico de enfermagem denunciado por estupros ao pagamento de danos morais coletivos

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A partir de recurso apresentado ao Tribunal de Justiça do Paraná, o Ministério Público do Paraná obteve a condenação de um técnico de enfermagem ao pagamento de dano moral coletivo no valor de 300 salários mínimos. Ele havia sido denunciado pelo Núcleo de Apoio à Vítima de Estupro (Naves) do MPPR por abusar sexualmente de pacientes em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Curitiba e condenado a 44 anos e 3 meses de prisão em regime fechado e a 2 anos, 7 meses e 4 dias de detenção em regime semiaberto. Entretanto, a decisão de primeira instância negou a condenação por danos morais coletivos, o que motivou o recurso do Ministério Público.

Áudio da Promotora de Justiça Tarcila Santos Teixeira

A 4ª Câmara Criminal do TJPR acolheu por unanimidade o pedido do órgão ministerial para condenar o ex-técnico em enfermagem ao pagamento a título de danos morais coletivos, revertendo assim o entendimento da sentença de primeiro grau, que havia afastado a indenização sob a justificativa de que os prejuízos de ordem coletiva não podiam ser mensurados na fase de instrução.

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Insegurança – Nas razões recursais formuladas pelo Naves, o MPPR argumentou que o impacto das condutas criminosas do réu superava largamente a esfera individual das vítimas identificadas, alcançando de maneira consistente a credibilidade do próprio sistema de saúde pública. A conduta de um profissional da saúde que pratica violência sexual em face de pacientes sedados e sob seus cuidados em unidades públicas e hospitais viola diretamente o direito constitucional à saúde, alegou o MPPR, e tal prática gerou descrédito no aparato estatal e quebrou a legítima expectativa de segurança que a população deposita no Sistema Único de Saúde (SUS).

O Ministério Público destacou que os crimes, amplamente divulgados em veículos jornalísticos de alcance nacional, propagaram um sentimento de insegurança entre as pessoas de Curitiba que necessitam de atendimento médico emergencial ou hospitalar.

O valor indenizatório de 300 salários mínimos requerido pelo MPPR foi considerado proporcional e pedagógico pelo TJPR, por atuar de maneira combinada para proporcionar uma reparação indireta à sociedade, sancionar o ofensor e inibir futuras infrações de mesma natureza. O montante deverá ser destinado ao fundo público de reconstituição de bens lesados, previsto na Lei da Ação Civil Pública (art. 13 da Lei 7.347/1985).

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Com essa atuação, o Ministério Público do Paraná consolida um precedente histórico no estado sobre a viabilidade e a necessidade de se fixarem condenações por danos morais coletivos diretamente na esfera do processo penal, garantindo que violações massivas aos sentimentos e valores da comunidade recebam a devida punição institucional.

Matéria anterior:

18/08/2025 – Em Curitiba, técnico de enfermagem que abusou de pacientes sedados e registrou crimes em vídeo é condenado a 44 anos e 3 meses de prisão em regime fechado

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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