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Tribunal do Júri de Cantagalo condena a 16 anos e 6 meses de prisão homem denunciado pelo Ministério Público por matar uma pessoa em situação de rua

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O Tribunal do Júri de Cantagalo, no Centro Sul do estado, condenou a 16 anos e 6 meses de prisão um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná por homicídio triplamente qualificado. O crime ocorreu no dia 20 de maio, no centro da cidade de Cantagalo, em frente a um supermercado de grande movimento.

De acordo com a ação penal, o réu, de 19 anos, aproximou-se da vítima, um homem de 35 anos, que vivia em situação de rua, e passou a atingi-lo com facadas, chutes, e pisões na cabeça, causando sua morte.

Na sessão de julgamento, ocorrida nesta segunda-feira, 22 de maio, o Conselho de Sentença acolheu as teses da Promotoria de Justiça e considerou as qualificadoras de motivo fútil, uso de meio cruel e emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

O condenado, que já está preso preventivamente, cumprirá a pena em regime inicial fechado. Após a sentença, a Promotoria de Justiça interpôs recurso pleiteando o aumento da pena, por entender que a mesma não correspondeu à reprovação necessária diante das peculiaridades do caso concreto, como a intensidade do meio cruel empregado e ter o réu aviltado a vítima antes de sua morte, jogando um copo de líquido em sua face.

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Processo número 0000608-25.2022.8.16.0060

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

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Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

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Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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