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Tribunal de Justiça do Paraná acolhe recurso do MPPR e determina que todos os 25 crimes pelos quais um padre foi denunciado sejam julgados em Cascavel

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A 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná atendeu recurso impetrado pelo Ministério Público do Paraná e determinou que seja realizado em Cascavel o julgamento de todos os crimes pelos quais um padre foi denunciado pelo MPPR. O recurso dizia respeito a três dos 25 crimes imputados ao réu: o Juízo de primeira instância não havia recebido a denúncia relativa a esses três crimes por entender que, em tese, eles teriam sido cometidos fora da comarca de Cascavel. O recurso do MPPR requereu que todos fossem julgados em Cascavel, por conta da conexão probatória entre eles, no que foi atendido pelo TJPR.

Áudio da Promotora de Justiça Andréa Simone Frias

A denúncia, apresentada pela 15ª Promotoria de Justiça de Cascavel, aponta a prática de 25 crimes cometidos contra 16 vítimas, sendo nove de estupro de vulnerável, dois de violação sexual mediante fraude (um tentado e um consumado), seis de importunação sexual, um de entrega de substância nociva à saúde destinada a fim medicinal e sete de tráfico de drogas (por vender, entregar a consumo e ministrar substância proibida). As vítimas tinham entre 12 e 48 anos de idade na época dos fatos.

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O religioso (que está preso preventivamente desde 29 de outubro de 2025, atualmente no Complexo Médico Penal de Cascavel), foi denunciado a partir de investigações conduzidas pela unidade de Cascavel do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), no âmbito da Operação Lobo em Pele de Cordeiro. Além da condenação do religioso afastado às penas de prisão previstas em lei, a Promotoria de Justiça requer o pagamento de indenizações a título de reparação por danos materiais e morais a cada uma das vítimas – os valores individuais solicitados variam entre R$ 20 mil e R$ 150 mil.

Matérias anteriores:

03/10/ 2025 – Em Cascavel, padre afastado é denunciado pelo Ministério Público do Paraná pela prática de 21 crimes contra 13 vítimas

08/10/2025 – Após novos depoimentos, MPPR em Cascavel adita denúncia contra padre afastado e inclui três novas vítimas e quatro outros crimes praticados

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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Programa traz questões relacionadas a temas que afetam usuários de ônibus

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Na edição desta semana, o MP Responde apresenta duas perguntas relacionadas a temas que afetam usuários de transporte coletivo: o direito de desembarcar fora do ponto e a reação a casos de importunação sexual. As questões são respondidas pelo Promotor de Justiça José Lafaieti Barbosa Tourinho, do Ministério Público do Paraná. Confira:

– É verdade que algumas pessoas têm o direito de descer do transporte coletivo fora do ponto? Como isso funciona?

– Vi um homem se esfregando em mulheres no ônibus. O que eu devo fazer se isso acontecer de novo?

Serviço à população – O MP Responde tem o formato de spot com até um minuto e meio de duração, nos quais procuradores e promotores de Justiça respondem perguntas relacionadas ao trabalho do Ministério Público e a assuntos jurídicos.

Os spots podem ser veiculados gratuitamente por qualquer rádio interessada. As perguntas são baseadas em questões da comunidade que chegam ao MPPR, e também é possível sugerir temas. Os contatos são o e-mail: [email protected] ou nossas redes sociais, no perfil @mpparana.

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Podcasts – Os programas de rádio do MPPR também são disponibilizados nas plataformas Spotify e Apple.

Edições anteriores:

– Vi que aprovaram o Pix-pensão. Como funciona e como faço para pedir que o pai do meu filho pague a pensão por Pix?

– Tenho 17 anos, e meu pai paga pensão, mas o dinheiro vai todo pra minha mãe. Não sou eu quem deveria receber o dinheiro?

– A prefeitura da minha cidade joga lixo num lixão a céu aberto, cheio de urubus e chorume. O Ministério Público pode ajudar a resolver essa situação?

– Moro perto de plantações onde às vezes um trator joga veneno, e o cheiro chega nas casas. Há um limite de distância para aplicação de agrotóxicos?

– Alguém que tem pais separados e não recebe nenhuma atenção de um deles pode denunciar por abandono afetivo?

– Quais podem ser as consequências legais para alguém que comete o chamado “abandono afetivo” em relação a um filho?

Todas as edições

Fonte: Ministério Público PR

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