Paraná
Trevo do Catuaí em Maringá chega a 75% e terá rotatória liberada neste domingo
As obras do novo Trevo do Catuaí em Maringá, na região Noroeste, chegaram a 75% de execução, segundo o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL). Com este avanço serão liberadas as pistas da rotatória sobre a trincheira no entroncamento da BR-376 com a PR-317 a partir deste domingo (14).
Como parte da mudança no tráfego, também serão interditados o cruzamento da Rua Pioneiro Geraldino Fernandes Rodrigues com a BR-376 e o acesso da Avenida Harry Prochet a essa rodovia; e o cruzamento da Avenida Harry Prochet com a PR-317. Também serão desligados os semáforos nos dois cruzamentos pela Secretaria de Mobilidade Urbana de Maringá.
Todos os movimentos ocorrerão nas novas vias marginais e pela rotatória. O trecho estará devidamente sinalizado orientando os condutores, que devem seguir pelo local com cautela e atenção redobrada durante esse período de mudanças.
OBRA – Na obra, os serviços permanecem concentrados na BR-376, que está sendo rebaixada e na sequência receberá nova pavimentação. Ainda serão finalizados o sistema de drenagem de águas, iluminação viária, sinalização horizontal e vertical, dispositivos de contenção e serviços complementares. Além da nova rotatória já estão concluídas as duas novas passarelas para pedestres.
O novo Trevo do Catuaí está substituindo uma antiga interseção em nível, entroncamento entre a PR-317, BR-376 e a Avenida João Pereira, antigo ponto de congestionamento. Assim que estiver concluído, o trevo vai garantir passagem do tráfego da BR-376 sem interferência da rodovia estadual e da avenida municipal, com estas duas ficando ligadas pela rotatória acima da BR-376. As vias marginais vão disciplinar os movimentos de entrada e saída das rodovias e avenida. Investimento na obra é de R$ 49 milhões.
Fonte: Governo PR
Paraná
MP em Movimento impulsiona avanços na gestão de resíduos sólidos em municípios da região Norte do Estado
Durante cerca de 20 anos, moradores de Faxinal, na região Norte do Paraná, conviveram com os impactos causados por um lixão a céu aberto. Hoje, a situação está diferente. O local foi desativado no mês passado e o município passou a adotar medidas para adequar a destinação dos resíduos às normas ambientais, com implantação da coleta seletiva, organização da reciclagem e elaboração de projeto para um aterro sanitário.
A mudança em Faxinal é um dos resultados das articulações promovidas pelo Ministério Público do Paraná durante o MP em Movimento. Balanço elaborado pela regional do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema) mostra que diversos municípios do Norte Central do Estado avançaram na gestão de resíduos sólidos após reunião realizada em abril de 2025, que reuniu gestores públicos, órgãos ambientais e representantes do Ministério Público para discutir a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Evolução – Além de Faxinal, outros municípios também registraram avanços importantes. Em Jataizinho, o antigo lixão foi desativado, a coleta seletiva foi estruturada, uma cooperativa de recicladores entrou em funcionamento e o município passou a terceirizar a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos.
De acordo com a presidente da cooperativa, Vanessa Maria Pereira, 15 pessoas sustentam suas famílias com a renda obtida por meio da coleta e separação de materiais recicláveis. “Os benefícios da cooperativa são para toda a população, que está aprendendo a fazer a separação correta dos recicláveis e evitando a poluição”, afirmou.
Também registraram avanços importantes os municípios de Florestópolis, Lupionópolis, Santa Cecília do Pavão, Rosário do Ivaí, Grandes Rios, São João do Ivaí e Cambé.
Entre as medidas adotadas estão a regularização de áreas de transbordo, a implantação ou o fortalecimento da coleta seletiva, o licenciamento ambiental de estruturas e a elaboração de projetos para recuperação de áreas degradadas e aprimoramento da gestão dos resíduos.
Além dos benefícios ambientais, o relatório do Gaema destaca reflexos diretos das mudanças na saúde pública e na qualidade de vida da população, reduzindo riscos de contaminação do solo e da água, diminuindo a proliferação de vetores de doenças e fortalecendo a reciclagem e a inclusão social por meio da atuação de cooperativas e associações de catadores.
Pendências – O acompanhamento do Gaema mostra que alguns municípios ainda enfrentam desafios. Centenário do Sul permanece entre as situações mais críticas da região, embora tenha iniciado medidas de regularização ambiental. Porecatu mantém o lixão em operação e ainda precisa avançar no licenciamento ambiental de suas estruturas.
Em Kaloré, houve retrocesso, com a paralisação das obras da nova área de transbordo e a manutenção do lixão em funcionamento. O caso segue em fase de cumprimento de sentença, e o MPPR adotou novas medidas para que o Município regularize a situação e viabilize a implantação do aterro sanitário e do barracão de reciclagem.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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