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Agro

Suzano avança na preservação ambiental e conecta mais de 200 mil hectares de vegetação nativa no Brasil

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A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global em bioprodutos a partir do eucalipto, alcançou a marca de 214.368 hectares de áreas nativas conectadas por meio de corredores ecológicos nos últimos quatro anos. O número equivale a mais de 200 mil campos de futebol e reforça o compromisso da companhia com a conservação ambiental em diferentes biomas brasileiros.

Expansão dos corredores ecológicos acelera meta para 2030

Somente em 2025, a empresa conectou 55.366 hectares de vegetação nativa, avançando de forma consistente rumo à meta pública de interligar 500 mil hectares até 2030. Os dados constam no mais recente Relatório de Sustentabilidade da companhia.

A iniciativa contempla áreas localizadas nos biomas Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia, considerados estratégicos para a preservação da biodiversidade no país.

Corredores ecológicos fortalecem biodiversidade

Os corredores ecológicos funcionam como conexões naturais entre áreas de vegetação que antes estavam isoladas. Essas “pontes verdes” permitem que espécies animais circulem livremente, encontrem alimento, se reproduzam e ampliem suas áreas de sobrevivência.

Além disso, a iniciativa contribui para a dispersão de sementes e pólen, favorecendo a regeneração da vegetação e aumentando a diversidade genética das espécies. Esse processo fortalece a resiliência dos ecossistemas, especialmente diante das mudanças climáticas.

Planejamento técnico garante eficiência das conexões

A implementação dos corredores segue critérios técnicos baseados em décadas de pesquisa e monitoramento realizados pela Suzano e seus parceiros.

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A estratégia prioriza a conexão de áreas maiores, com maior concentração de biodiversidade, além de regiões já monitoradas e com presença de espécies ameaçadas. O traçado dos corredores considera rotas mais curtas e o aproveitamento de fragmentos de vegetação ao longo do caminho, aumentando as chances de uso pela fauna.

Atuação abrange diferentes regiões do país

Na Mata Atlântica, os projetos promovem a interligação de áreas entre a Bahia e o Espírito Santo. No Cerrado, as ações se concentram no Mato Grosso do Sul. Já na Amazônia, o foco está no chamado Arco do Desmatamento, com iniciativas de proteção e restauração.

Um dos destaques é a criação da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Nova Descoberta, no Maranhão, com 5.800 hectares. A área está conectada ao Mosaico do Gurupi, uma das regiões mais relevantes para a biodiversidade da Amazônia Oriental.

Parcerias ampliam alcance e impacto do projeto

O desenvolvimento dos corredores ecológicos envolve não apenas áreas próprias da empresa, mas também propriedades de terceiros, em um modelo colaborativo.

A iniciativa mobiliza comunidades locais, produtores rurais, organizações da sociedade civil, instituições de pesquisa e financiadores, ampliando o alcance das ações e promovendo o desenvolvimento sustentável nas regiões atendidas.

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Esse modelo fortalece a integração regional e contribui para a adoção de práticas como restauração florestal e sistemas agroflorestais, gerando benefícios ambientais e socioeconômicos.

Estratégia de natureza orienta ações sustentáveis

A implantação dos corredores ecológicos faz parte da Estratégia de Natureza lançada pela Suzano em 2025, desenvolvida em parceria com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

A iniciativa é guiada pela metodologia STAR, que identifica prioridades para reduzir o risco de extinção de espécies ameaçadas.

O monitoramento das áreas já identificou 97 espécies em risco de extinção, sendo 19 definidas como foco de atuação, incluindo o balança-rabo-canela, o macaco-cara-branca e o tatu-canastra.

Iniciativa contribui para metas globais de conservação

Os resultados obtidos demonstram o potencial dos corredores ecológicos para ampliar a conectividade entre habitats e fortalecer a conservação da fauna e da flora.

A iniciativa está alinhada às metas globais de biodiversidade e reforça o papel do setor privado na preservação ambiental, promovendo paisagens mais resilientes e sustentáveis no Brasil.

Mais detalhes sobre os avanços do projeto e demais compromissos socioambientais da companhia estão disponíveis no Relatório de Sustentabilidade 2025.

Relatório de Sustentabilidade 2025

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fórum da Pecuária Sustentável no Pantanal debate rastreabilidade, transição verde e futuro da pecuária brasileira em 2026

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O Pantanal, em Mato Grosso do Sul, será o centro das discussões sobre o futuro da pecuária sustentável no Brasil durante o 6º Fórum da Pecuária Sustentável, que acontece nos dias 2 e 3 de julho. O evento é promovido pela Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável e reúne representantes de toda a cadeia produtiva do setor.

Com o tema “Da prática ao debate: caminhos para uma pecuária mais sustentável”, a programação busca aproximar a realidade do campo das discussões estratégicas sobre sustentabilidade, produtividade e mercado.

Pantanal como território estratégico da pecuária sustentável

A escolha do Pantanal como sede do evento reforça a importância da região para a pecuária nacional e os desafios associados à conciliação entre produção e conservação ambiental.

Segundo os organizadores, o bioma representa um cenário estratégico para debater modelos produtivos que integrem eficiência econômica, responsabilidade ambiental e desenvolvimento regional.

Programação combina prática no campo e debates técnicos

A edição de 2026 será dividida em duas etapas complementares. No dia 2 de julho, os participantes participarão de um Dia de Campo na Fazenda Gabinete, em Sidrolândia (MS), com foco em boas práticas de produção, eficiência produtiva e troca de experiências diretamente no ambiente rural.

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Já no dia 3 de julho, as discussões seguem na programação da Pantanal Tech MS, em Aquidauana (MS), com painéis técnicos voltados à transição verde, políticas públicas, rastreabilidade, qualificação de produtores, reinserção produtiva e acesso a mercados.

Integração da cadeia produtiva é foco do evento

O fórum reúne produtores rurais, empresas do setor, instituições de pesquisa, organizações da sociedade civil e representantes do poder público. O objetivo é fortalecer o diálogo entre os diferentes elos da cadeia da pecuária bovina e ampliar a construção conjunta de soluções sustentáveis.

“A proposta desta edição é conectar prática e debate. Começamos no campo e seguimos para discussões estratégicas, aproximando experiências, desafios e soluções para uma pecuária mais sustentável e competitiva”, afirma Michelle Borges, gerente executiva da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável.

Sustentabilidade e mecanismos financeiros em pauta

Além dos temas técnicos, o evento também deve abordar iniciativas de apoio à sustentabilidade, incluindo instrumentos financeiros e mecanismos de incentivo ao desenvolvimento da pecuária no Pantanal.

A proposta é discutir alternativas que viabilizem a transição para sistemas produtivos mais sustentáveis sem comprometer a competitividade do setor.

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Organização e apoio institucional

O 6º Fórum da Pecuária Sustentável é uma realização da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, com organização conjunta da ABPO, Embrapa, Sistema Famasul, Fazenda Gabinete, Gallagher Brasil, Pantanal Tech MS e UEMS.

O evento conta ainda com patrocínio da ABIEC, Allflex-MSD Saúde Animal, Elanco, Fundação IDH, Inttegra e Naturafrig, reforçando o engajamento do setor privado e institucional na agenda de sustentabilidade da pecuária brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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