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Substituição de semáforos na Rodovia João Leopoldo Jacomel terá investimento de R$ 137 mil

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), promoveu nesta segunda-feira (26) a sessão de disputa da licitação para substituir conjuntos semafóricos danificados na Rodovia João Leopoldo Jacomel (PR-415) em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba.

Com participante único, a empresa Dataprom Equipamentos e Serviços de Informática Industrial Ltda. foi declarada arrematante com a proposta negociada de R$ 137.448,24. Agora ela tem um dia útil para encaminhar planilha de preços e os documentos exigidos em edital para análise de pregoeira do DER/PR. O resultado será publicado em Diário Oficial e no portal Compras Paraná.

Está previsto um novo semáforo repetidor (seta esquerda) no canteiro central do km 10+510 da rodovia, um conjunto de semáforo com anteparo e semáforo repetidor no lado direito do km 11+340, um semáforo para pedestres no lado direito do km 11+360, e um semáforo repetidor no lado esquerdo do km 13+465.

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Os equipamentos existentes nestes locais, danificados e fora de uso, deverão ser removidos e devolvidos ao DER/PR, com a exceção do novo semáforo no km 13, onde serão reinstalados um semáforo veicular com anteparo e um semáforo para pedestres existentes, em uma nova coluna de suporte.

A licitação inclui também dois novos controladores semafóricos, que serão implantados no km 11 e km 13 da PR-415. O prazo para instalação dos equipamentos é de 30 dias corridos, após assinatura de contrato e emissão de ordem de fornecimento.

Fonte: Governo PR

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Saúde alerta para importância da imunização contra a coqueluche em crianças e gestantes

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A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) alerta para a importância da vacinação contra a coqueluche, em especial em gestantes e crianças menores de cinco anos. O índice de cobertura vacinal definido no Plano Nacional de Imunização (PNI) é de 95%. No Paraná, a pentavalente, que tem aplicação em três doses entre os dois e seis meses de vida, registrou 92,92% de cobertura em 2025. A DTP, que é o reforço da vacinação, tem cobertura de 87,45%. Já a dTpa, que deve ser aplicada nas gestantes a partir da 20ª semana de gestação, está com cobertura de 65,85%.

“São vacinas que há anos estão disponíveis pelo SUS e têm contribuído para prevenir a doença e reduzir a mortalidade infantil. Fazemos um apelo para que os responsáveis levem as crianças para vacinar, em especial para as doses de reforço, que estão com adesão mais baixa. E reforçamos o pedido para que as grávidas se imunizem. Isso fará bem para elas, para seguirem saudáveis no período de gestação e também protegendo os bebês”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde do Paraná, Beto Preto.

Em 2024, o Brasil teve um aumento significativo dos casos de coqueluche. No Paraná, foram registrados 2.819 casos com cinco óbitos. Dos casos registrados, 548 foram crianças abaixo dos cinco anos de idade. Dados preliminares de 2025, apontam para uma redução nos casos – até o momento foram 299 casos da doença, sem óbitos.

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A coqueluche é uma doença cíclica, podendo ter aumento de casos em intervalos de três a cinco anos, o que reforça a importância da vigilância contínua e do fortalecimento das ações de imunização. A vacina está disponível gratuitamente nas mais de 1.850 salas de vacinação em todo o Estado.

ESQUEMA VACINAL – Para as crianças é recomendada a vacina pentavalente, com três doses. As aplicações ocorrem aos dois, três e seis meses de vida. É preciso ainda dois reforços com a vacina DTP – contra difteria, tétano e coqueluche –, aos 15 meses e aos quatro anos de idade.

Já para as gestantes, a indicação é a vacina dTpa – versão acelular da vacina contra difteria, tétano e coqueluche – a partir da 20ª semana de gestação. A imunização deve ocorrer a cada gestação com o objetivo de fornecer proteção para os recém-nascidos antes de terem idade para receber as doses da pentavalente.

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SINTOMAS – A coqueluche é causada pela bactéria Bordetella pertussis e ocasiona infecção respiratória altamente contagiosa. Em determinados casos, pode ocorrer complicações graves, especialmente em crianças menores de seis meses.

Os sintomas são parecidos com o de um resfriado comum, com coriza, tosse seca e febre baixa. Mas a doença pode evoluir para casos mais graves, provocando vômitos, tosse intensa, podendo chegar até a uma parada respiratória.

TRANSMISSÃO E PREVENÇÃO – A coqueluche é transmitida pelas gotículas de saliva liberadas ao tossir, espirrar ou falar, sendo altamente contagiosa. A transmissão ocorre pelo contato próximo e o infectado pode contaminar até 17 pessoas.

O período de contágio começa próximo ao quinto dia após a contaminação e pode durar até a terceira semana de tosse intensa. Ele se encerra após tratamento com antibióticos.

A vacinação é a principal forma de prevenção da doença, além de ações de higiene, como lavar as mãos e evitar o contato com pessoas doentes. Os pacientes contaminados devem ficar em casa, usar máscara para evitar novos contágios.

Fonte: Governo PR

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