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Brasil

Sinesp promove workshop nacional para aprimorar registro de ocorrências e integração de dados

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Brasília, 13/4/2026– O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) iniciou, nesta segunda-feira (13), em Brasília, o 3º Workshop do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), com foco no Procedimento Policial Eletrônico (PPE). Voltado às Polícias Militares, aos Corpos de Bombeiros Militares e às Polícias Penais, o evento reúne representantes de todo o país até sexta-feira (17) para discutir a modernização da segurança pública.

O encontro tem como prioridade o aperfeiçoamento do PPE, ferramenta que viabiliza o registro eletrônico, padronizado e integrado de ocorrências em todo o país.

Realizado em um cenário de avanço tecnológico e crescente integração entre sistemas, o workshop destaca a importância da capacitação contínua dos gestores. Entre as metas estão a ampliação do uso das funcionalidades da solução, o fortalecimento das diretrizes de governança e a elevação da qualidade das informações produzidas.

A expectativa é de que o evento contribua para qualificar os dados produzidos por PM, BM e PP, reduzir retrabalho e consolidar a padronização nacional dos registros.

Visão institucional

Para o diretor de Gestão e Integração de Informações do Sinesp, Joaquim Carvalho Filho, o investimento em capacitação e tecnologia exerce impacto direto na atuação das forças de segurança em todo o país.

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Os avanços tecnológicos discutidos ao longo desta semana refletem diretamente na segurança nas ruas. Ao assegurar a qualidade dos dados registrados e fortalecer a segurança da informação em sistemas como o Procedimento Policial Eletrônico (Sinesp PPE), garantimos às Polícias Militares, aos Corpos de Bombeiros Militares e à Polícia Penal um recurso essencial: informações baseadas em evidências, disponíveis no momento adequado.

O alinhamento nacional entre as forças de segurança, incluindo PM, BM e PP,depende de iniciativas como esta, que fortalecem o uso estratégico dos dados e ampliam a integração entre sistemas.

Impacto esperado

Ao reunir especialistas e gestores, o workshop busca consolidar um modelo mais eficiente e integrado de gestão da informação em segurança pública no Brasil. A iniciativa reforça o papel da tecnologia no enfrentamento à criminalidade e na formulação de políticas públicas baseadas em evidências, elemento essencial para uma segurança pública mais moderna e eficaz.

Registro de ocorrências

O Sinesp PPE é uma solução tecnológica que possibilita a integração do registro de ocorrências por profissionais de segurança pública. Desenvolvido para padronizar procedimentos em âmbito nacional, o sistema é disponibilizado gratuitamente aos estados.

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O evento

O evento é promovido pela Diretoria de Gestão e Integração de Informações (DGI), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). A abertura contou com a participação de representantes do Sinesp, incluindo o diretor de Gestão e Integração de Informações, Joaquim Carvalho Filho; o coordenador-geral, Rafael Rodrigues de Sousa; e integrantes das equipes de implantação e suporte.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Brasil

“Reduzir a jornada sem reduzir salário é valorizar a vida dos brasileiros”, diz Luiz Marinho

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As centrais sindicais entregaram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (15), no Palácio do Planalto, as propostas da classe trabalhadora para o período de 2026 a 2030. O documento foi elaborado durante a plenária da Conferência Nacional das Classes Trabalhadoras (Conclat) e traz como principais pontos a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1.

A entrega ocorre em um momento em que o Governo do Brasil já encaminhou ao Congresso Nacional, na terça-feira (14), um Projeto de Lei em regime de urgência que prevê a redução da jornada sem diminuição de salários e estabelece o fim da escala 6x, uma demanda histórica das entidades sindicais.

Presente na reunião, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou a importância da proposta enviada pelo Governo. Segundo ele, a medida representa um avanço na qualidade de vida da população. “A proposta enviada pelo Governo significa valorização da vida dos brasileiros. O que se debate é a redução da jornada de trabalho sem redução de salário e, junto, uma bandeira para a valorização da vida. A escala 6×1 é a pior das escalas de jornada de trabalho que possa existir, em especial para as mulheres”, afirmou.

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Durante a abertura do encontro, o ministro também ressaltou a relevância do diálogo com a classe trabalhadora e o contexto positivo do mercado de trabalho. “Pensar nos direitos da classe trabalhadora, pensar no avanço das conquistas, num momento em que temos o menor índice de desemprego da nossa história, gerando empregos, aumentando a massa salarial, elevando salários e avançando nas conquistas, além de refletir sobre o direito às negociações dos trabalhadores da iniciativa privada e do serviço público, é muito importante neste momento”, disse.

O Projeto de Lei encaminhado pelo Governo do Brasil estabelece o fim da jornada 6×1 sem corte nominal ou proporcional de salários, nem alteração de pisos, com validade para contratos em vigor e futuros, em todos os regimes de trabalho. A proposta também prevê a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, garantindo dois dias de descanso remunerado.

Outro ponto abordado por Luiz Marinho foi a preocupação com a pejotização. Para o ministro, a prática compromete a estrutura das relações de trabalho no país. “A pejotização leva à desestruturação das relações de trabalho no país, destruindo o Fundo de Garantia, fragilizando a Previdência Social e o FAT, além de diminuir a eficiência do Sistema S. É um retrocesso incalculável nas relações de trabalho”, avaliou.

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Reivindicações

Na reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, participaram lideranças de diversas centrais sindicais, entre elas a Central Única dos Trabalhadores, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil e a Força Sindical. Mais cedo, em Brasília, as entidades promoveram a Marcha das Centrais, com o objetivo de pressionar por avanços nos direitos trabalhistas e pela melhoria das condições de trabalho no país.

Ao todo, foram apresentadas 68 reivindicações ao presidente, das quais 26 foram elencadas como prioritárias. Entre os principais pontos estão a redução da jornada de trabalho, o fim da escala 6×1, a regulamentação da Convenção 151 da OIT, a adoção de uma política de valorização do salário mínimo sem limitações vinculadas ao arcabouço fiscal, a aprovação do projeto de correção da tabela do Imposto de Renda, a isenção de IR sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), a redução da taxa de juros, o enfrentamento da pejotização e a regulamentação do trabalho por aplicativos.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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