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Silvio Costa Filho assina termo de compromisso e autoriza licitação para obras de modernização do Aeroporto de Araguari (MG)

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O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, assinou nesta quarta-feira (1º), o Termo de Compromisso e autorização de licitação para que sejam executadas as obras de modernização e reforma do Aeroporto Santos Dumont (SNAG), em Araguari (MG). O investimento aprovado é de R$ 11.566.197,27, com prazo de execução estimado em 17 meses, integralmente financiado por recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC).

Entre as obras de modernização e reforma previstas, estão a reconstrução da camada asfáltica da pista de pouso e decolagem, adição de áreas de giro nas cabeceiras, instalação de áreas de segurança de fim de pista (RESA), adequação da pista de táxi e pátio de aeronaves, implantação de nova sinalização horizontal e construção de via de acesso aos hangares.

Com as intervenções, será possível reabrir o terminal, hoje interditado, devolvendo ao município e à região um importante polo de aviação geral. A retomada das operações vai beneficiar não apenas os mais de 117 mil habitantes de Araguari, mas também moradores de cidades vizinhas, fortalecendo a logística regional, o turismo de negócios e o escoamento da produção do agronegócio e da indústria.

O ministro destacou a vocação do terminal para se tornar referência em serviços. “Essa ação de hoje é a materialização de um investimento importante. A ideia é transformar o Aeroporto de Araguari num hub de serviços na região. Daqui a pouco você pode ter aviação regional, vai ampliar voos efetivos. Tudo isso estimula o turismo, os negócios e movimenta a economia.”, afirmou.

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O secretário nacional de Aviação Civil, Daniel Longo, ressaltou o impacto esperado para a economia local. “A expectativa é que a requalificação do aeroporto possa impulsionar ainda mais o desenvolvimento do município de Araguari e do Triângulo Mineiro e fazer com que a dinamização da economia possa avançar cada vez mais.”

Já o prefeito de Araguari, Renato Carvalho, reforçou a importância da obra para a população. “O que tenho a dizer é que agradeço muito ao ministro Silvio. Temos o lema ‘vamos em frente pra cuidar da nossa gente’. Agora é ‘vamos em frente pra cuidar do nosso aeroporto’.”, celebrou.

Finalmente, a deputada federal Dandara Tonantzin (PT/MG) também esteve presente e destacou o alcance regional da iniciativa. “Reconhecer que o ministro Silvio está fazendo um trabalho muito importante para Minas Gerais. A gente quer, cada vez mais, conectar Minas com um projeto de desenvolvimento, e as obras no Aeroporto de Araguari vão somar ainda mais nesse sentido.”

Detalhes técnicos

O projeto de modernização do Aeroporto de Araguari vai garantir uma estrutura mais segura e eficiente para os voos regionais. A pista principal terá 1.410 metros de comprimento por 30 metros de largura, com reforço do pavimento e implantação de áreas de segurança nas cabeceiras. O pátio de aeronaves será ampliado para cinco posições de estacionamento, incluindo espaço adequado para aeronaves como o Cessna Grand Caravan, utilizado em rotas regionais.

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As melhorias incluem ainda uma pista de táxi de 219 metros, a instalação de sinalizações horizontal e vertical renovadas, cerca operacional e equipamentos de apoio à navegação, como biruta e farol rotativo. Essas mudanças vão permitir operações mais seguras e aumentar a capacidade do aeroporto para atender à demanda de passageiros e cargas na região.

O empreendimento integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e representa um passo estratégico para reforçar a rede de aviação regional em Minas Gerais, garantindo mais acessibilidade e integração ao Triângulo Mineiro.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Nova fase da Operação Gota beneficia 20 comunidades indígenas na Amazônia

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A partir do próximo domingo (30), o Ministério da Saúde inicia uma nova fase da Operação Gota para beneficiar 20 aldeias indígenas na Amazônia Legal. A ação amplia o acesso à vacinação para comunidades remotas, onde as condições geográficas e de transporte demandam uma logística 100% via aérea para o deslocamento das equipes de saúde. 

A operação segue até o dia 6 de setembro e contempla as comunidades atendidas pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Amapá e Norte do Pará. A população terá acesso à todas as vacinas disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). A Operação Gota é uma ação integrada entre as Secretarias de Saúde Indígena (Sesai) e de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), do Ministério da Saúde, e a Força Aérea Brasileira (FAB), do Ministério da Defesa.

A ação também será realizada em comunidades indígenas do Médio Rio Purus, com atividades previstas entre os dias 10 e 20 de setembro. No primeiro semestre deste ano, também foram atendidos os territórios do Alto Rio Negro, Alto Rio Juruá e Vale do Javari. Nesses três territórios, foram visitadas 112 aldeias, aplicadas 13 mil doses e vacinados mais de 8 mil indígenas.

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Planejamento das ações

Antes das missões, os DSEI realizam o levantamento das comunidades com maior dificuldade de acesso e identificam as pessoas que deverão ser atendidas. Também são definidos os quantitativos de vacinas, insumos e demais recursos necessários para a realização das atividades. Além da vacinação, as equipes podem realizar outros atendimentos de saúde durante as missões, conforme as necessidades identificadas em cada território. Entre as atividades, estão assistência médica, avaliação e acompanhamento nutricional e outras ações de atenção à saúde.

Sobre a Operação Gota

A Operação Gota (OG) é uma estratégia interministerial iniciada em 1989 e coordenada pelo Ministério da Saúde desde 1992, com o objetivo de assegurar o acesso à vacinação em regiões remotas da Amazônia Legal.

Em 1996, a estratégia foi incorporada ao escopo técnico do Programa Nacional de Imunizações (PNI), consolidando-se como importante instrumento para a promoção da equidade no acesso aos imunobiológicos e para o fortalecimento das ações de vacinação em territórios de maior vulnerabilidade geográfica e social.

Leidiane Souza
Rayane Bueno

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Fonte: Ministério da Saúde

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