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Setor de viagens corporativas fatura mais de R$ 1 bilhão no Brasil em setembro e projeta recorde de faturamento anual

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O segmento de viagens corporativas no Brasil, importante vetor econômico no turismo nacional, registrou em setembro um faturamento de R$ 1,287 bilhão. O valor representa um crescimento de 9,17% na comparação com o mesmo mês de 2024, quando as receitas alcançaram R$ 1,179 bilhão. No consolidado do ano, o ramo já gerou R$ 10,305 bilhões e deve avançar, em média, 10% por mês no último trimestre de 2025.

Os dados e projeções são da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (ABRACORP), que mensalmente analisa 11 setores do mercado.

Para o ministro do Turismo, Celso Sabino, o resultado evidencia o aquecimento não só do turismo brasileiro, mas do país como um todo. “As viagens corporativas movimentam a cadeia turística do país e isso se reflete em oportunidade de emprego para os brasileiros. O aumento na demanda por viagens de negócios é reflexo do crescimento do Brasil”, destaca Sabino.

Ainda segundo a ABRACORP, o faturamento das viagens corporativas deverá somar R$ 14,3 bilhões em 2025, um recorde histórico do setor. O valor supera os resultados de 2023 (R$ 13,581 bilhões), de 2024 (R$ 13,505 bilhões) e, também, o patamar de 2019, antes da pandemia de Covid-19 (R$ 11,389 bilhões).

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Conforme a entidade, a expectativa otimista para 2025 se deve a um segundo semestre de ótimos resultados. “Esses resultados do setor demonstram que soubemos responder aos desafios impostos pelo mercado internacional e os caminhos eleitos pelos nossos clientes”, avalia Douglas Fernandes, diretor executivo da Abracorp.

Por Marco Guimarães

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo 

Fonte: Ministério do Turismo

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Brasil

MPA participa da 3ª Cúpula da Pesca de Pequena Escala em Roma

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou, neste domingo (6), da 3ª Cúpula da Pesca Artesanal (SSF Summit 2026), realizada na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, Itália. O encontro reuniu governos, organizações de pescadores e pescadoras, sociedade civil e organismos internacionais para discutir a implementação das Diretrizes Voluntárias para a Sustentabilidade da Pesca em Pequena Escala.

O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, participou da mesa de alto nível ao lado do diretor-geral da FAO, Qu Dongyu, e de ministros de outros países. Em sua intervenção, destacou que a sustentabilidade da pesca deve caminhar junto com a conservação dos recursos pesqueiros e a garantia de condições dignas de vida para as comunidades que vivem da atividade.

Edipo apresentou iniciativas brasileiras voltadas à pesca artesanal, incluindo o reconhecimento dos territórios pesqueiros tradicionais, políticas para mulheres e jovens, a integração entre conhecimentos científico e tradicional, a extensão pesqueira e a ampliação do acesso ao crédito. Também ressaltou a importância do pescado para a segurança alimentar e nutricional e o combate à fome.

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“Não existe futuro para a pesca sem a conservação dos recursos pesqueiros, assim como não existe pesca sustentável sem garantir condições de vida dignas para as mulheres e os homens que vivem das águas. Incentivar o consumo de pescado é também uma estratégia de segurança alimentar e de combate à fome”, afirmou.

Plano Nacional da Pesca Artesanal

O diretor do Departamento de Territórios Pesqueiros e Ordenamento do MPA, Cristiano Quaresma, apresentou o Plano Nacional da Pesca Artesanal (PNPA) como principal instrumento brasileiro para transformar as Diretrizes-SSF em políticas públicas. Construído com a participação de pescadores e pescadoras de diferentes regiões do país, o Plano estabelece uma estratégia para os próximos dez anos e contempla temas como territórios tradicionais, gestão sustentável dos recursos pesqueiros, trabalho digno, igualdade de gênero, juventudes e mudanças climáticas.

“A nossa experiência demonstra que as Diretrizes tornam-se mais fortes quando transformamos participação em decisão, direitos em políticas públicas e pescadores e pescadoras em protagonistas de seu próprio futuro”, destacou Quaresma.

Reuniões bilaterais

Paralelamente à Cúpula da Pesca de Pequena Escala, a delegação realizou reuniões bilaterais com a Representação Permanente do Brasil e com a Direção de Pesca e Aquicultura da FAO. Entre os temas abordados, destacaram-se a reconstrução da estatística pesqueira marinha brasileira, projetos de cooperação internacional, mecanismos de financiamento e implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto (PSMA), voltado ao combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada.

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A participação brasileira reforça a estratégia do MPA de ampliar a cooperação internacional e fortalecer a presença do Brasil nos debates globais sobre pesca, aquicultura, segurança alimentar e sustentabilidade.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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