conecte-se conosco

Brasil

Sete jovens morrem em acidente de trânsito após festa

Publicado

Sete jovens morrem em acidente de trânsito após festa

O evento foi realizado em uma chácara, contrariando as lei estadual e municipal da quarentena, que proíbem eventos e aglomerações

Sete jovens, entre eles duas adolescentes, morreram em acidente de trânsito quando voltavam de uma festa, na manhã deste domingo, 19, em Sertãozinho, no interior de São Paulo. As vítimas foram identificadas como: Mateus Henrique Sclaunick, de 23 anos; Ailton Soares da Silva, de 36 anos; Maycon Douglas Pereira de Carvalho, de 26 anos; Daniela Genari Santos, de 15 anos; Isadora Vasconcelos da Silva, de 17 anos; Beatriz Vasconcelos Ferreira, de 19 anos; e Jefferson Luis dos Santos Meira, de 30 anos.
Foto: Luciano Tolentino/EPTV
O evento foi realizado em uma chácara, contrariando as lei estadual e municipal da quarentena, que proíbem eventos e aglomerações. O acidente aconteceu na rodovia vicinal Alcídio Balbo, no distrito de Cruz das Posses. O carro em que todas as vítimas estavam se perdeu em uma curva e bateu de frente em um ônibus de transporte de trabalhadores rurais que seguia para uma fazenda da região.
O Corpo de Bombeiros mobilizou várias equipes de socorro, mas as vítimas foram retiradas do automóvel já sem vida. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Ribeirão Preto. O motorista do ônibus, que estava sozinho no coletivo, nada sofreu. Ele disse à Polícia Civil que o carro estava correndo demais e não conseguiu completar a curva, vindo a colidir frontalmente com o ônibus. O automóvel estava com excesso de ocupantes. As sete vítimas tinham entre 15 e 30 anos e todas moravam em Sertãozinho.
O delegado de Sertãozinho, Rodrigo Bortoletto, disse que os organizadores da festa vão responder a processo por terem infringido as leis da quarentena, que proíbem eventos com aglomeração de pessoas. A polícia já apurou que a festa aconteceu em uma chácara, no bairro Colina de São Pedro. Os organizadores também serão processados pela venda de bebidas alcoólicas a menores. A prefeitura de Sertãozinho informou que a festa foi realizada de forma clandestina e que também adotará providências administrativas contra os responsáveis.

Comentários Facebook
Leia mais:  Juíza manda ao STF ação da OAB contra cheque especial não usado

Brasil

Covid-19: impactos da pandemia fecham as portas de 716 mil empresas, diz IBGE

Publicado

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou nesta quinta (16) que 1,3 milhão de empresas brasileiras estavam com atividades encerradas temporária ou definitivamente na primeira semana de junho. Dentre elas, 716 mil não abrirão mais as portas.
Os dados fazem parte da primeira edição da pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas empresas, lançada pelo instituto na semana passada. A pesquisa detectou também que apenas um terço das empresas brasileiras demitiu e só 13% tiveram acesso ao auxílio federal para pagar empregados.

Entre as empresas que encerraram as atividades, mesmo que temporariamente, 40% delas disseram ter tomado a decisão por causa da pandemia do novo coronavírus. O impacto foi disseminado em todos os setores da economia, chegando a 40,9% entre as empresas do comércio, 39,4% dos serviços, 37,0% da construção e 35,1% da indústria.

Entre as empresas que encerraram definitivamente suas atividades, 99,8% (ou 715,1 mil) eram de pequeno porte. Apenas 0,2% (1,2 mil) eram consideradas intermediárias e nenhuma era de grande porte, disse o instituto.

Leia mais:  Confira como fica o calendário para os saques das contas ativas e inativas do FGTS e do PIS

No grupo das 2,7 milhões de empresas que permaneceram em atividade, 70% relataram que a pandemia teve impacto geral negativo sobre os negócios. Para 13,6%, por outro lado, a pandemia trouxe oportunidades e que teve um efeito positivo sobre a empresa.

No setor de serviços, 74,4% das empresas disseram ter sentido efeitos negativos, o maior índice entre os segmentos pesquisados. Na indústria, foram 72,9%, na construção 72,6% e no comércio, 65,3%.

Os dados sinalizam que a Covid-19 impactou mais fortemente segmentos que, para a realização de suas atividades, não podem prescindir do contato pessoal, têm baixa produtividade e são intensivos em trabalho”, disse Alessandro Pinheiro, Coordenador de Pesquisas Estruturais e Especiais em Empresas do IBGE.

Para 63,7% das empresas ainda em atividade ouvidas pelo IBGE, houve dificuldades em realizar pagamentos de rotina em relação ao período anterior a pandemia. Cerca 60% delas mantiveram o número de funcionários na primeira quinzena de junho em relação ao início da pandemia. Dentre as que reduziram o número de pessoal ocupado, 37,6% reportaram uma redução inferior a 25% do pessoal e 32,4% uma redução entre 26% e 50% do número de pessoal ocupado.

Leia mais:  Juíza manda ao STF ação da OAB contra cheque especial não usado

Segundo o IBGE, 12,7% das empresas relataram ter conseguido uma linha de crédito emergencial para realizar o pagamento da folha salarial dos funcionários. Outras 44,5% empresas afirmaram ter adiado o pagamento de impostos.

 

 

Comentários Facebook
Continue lendo

Mais Lidas da Semana