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Servidor da PCPR realiza ação social em Moçambique e contribui com projeto que atende mais de 160 crianças

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) teve um de seus servidores atuando em uma ação social na África com o período de 14 dias. O agente de polícia judiciária, Kleber Ulisses, que está em Moçambique, na cidade de Manica, viajou ao país africano para conhecer e formalizar um projeto social que auxilia mais de 160 crianças em situação de vulnerabilidade.

A iniciativa surgiu há cerca de seis anos, após o agente ser procurado por uma pessoa no Brasil que suspeitava de um possível golpe envolvendo pedidos de doação para um projeto social no país africano. Durante a verificação, o policial entrou em contato com o responsável pelo projeto, Nélio, e constatou a veracidade da ação, que fornece refeições e atividades educacionais a crianças órfãs e em extrema pobreza.

“Quando confirmei que se tratava de uma iniciativa séria, comecei a contribuir financeiramente com o projeto. Ao longo dos anos, fui acompanhando o crescimento do trabalho, que passou de 45 para mais de 160 crianças atendidas semanalmente”, relatou o agente.

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Durante esse período, o servidor buscou apoio de amigos e conhecidos, que também passaram a colaborar com as doações. Com a ajuda arrecadada, foi possível adquirir um terreno e uma estrutura na qual as crianças recebem alimentação e realizam atividades educativas.

“Depois de quitar o terreno e ver o impacto positivo do projeto, decidi vir a Moçambique para conhecer pessoalmente o trabalho, regularizar a documentação da área e fortalecer a iniciativa junto às autoridades locais”, explicou.

Em sua visita, o policial também esteve na administração distrital e na sede da Polícia Republicana de Moçambique, onde foi recebido pelo chefe da polícia local. O comandante manifestou interesse em expandir o projeto para outras regiões do país.

“A realidade aqui é muito diferente da nossa. Muitas crianças só têm uma refeição por semana, justamente no dia em que o projeto oferece o almoço. Saber que conseguimos ajudar de alguma forma é o que mais me motiva a continuar”, afirmou.

A PCPR reconhece a importância de iniciativas voluntárias que contribuem para o bem-estar social, reafirmando o compromisso da instituição com a solidariedade e a cidadania, dentro e fora do Brasil.

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Fonte: PJC PR

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PCPR cumpre 11 mandados contra grupo investigado por crimes envolvendo motocicletas

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu quatro pessoas durante uma operação deflagrada para apurar a atuação de um grupo investigado por furtos, roubos, adulteração e receptação de motocicletas. A ação aconteceu nesta segunda-feira (12), em Curitiba e na Região Metropolitana.

As capturas ocorreram durante o cumprimento de 11 mandados judiciais, sendo quatro mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão.

As investigações apontam que o grupo atuava na prática de furtos e roubos de motocicletas, além da adulteração de sinais identificadores dos veículos e da receptação dos bens.

De acordo com a apuração, os investigados utilizavam peças e caracteres de placas pertencentes a motocicletas diferentes para criar novas identificações, com o objetivo de dificultar a fiscalização e a identificação dos veículos.

O grupo também é investigado por um roubo cometido com emprego de arma de fogo em São José dos Pinhais, além de furtos registrados em Curitiba e em municípios da Região Metropolitana.

Conforme a delegada da PCPR Grazieli Schmitz, a investigação teve início após a identificação de uma motocicleta com sinais de adulteração. 

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A partir das diligências realizadas, os policiais reuniram elementos que permitiram relacionar diferentes ocorrências registradas em abril de 2026 e identificar os suspeitos envolvidos.

“Durante o cumprimento das ordens judiciais, as equipes realizaram buscas em endereços ligados aos investigados para localizar materiais relacionados aos crimes apurados”, explica.

Os quatro presos foram encaminhados para os procedimentos de polícia judiciária.  As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos e esclarecer a participação de cada integrante do grupo investigado.

Fonte: PJC PR

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