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Secretaria de Saúde forma servidores em curso que aprimora serviços à população

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Trinta e oito servidores da Secretaria estadual da Saúde se formaram nesta sexta-feira (6) em um curso sobre técnicas de mapeamento e melhorias de processos, com foco no aprimoramento e estruturação de todo fluxo de trabalho da pasta. A especialização recebeu investimento de cerca de R$ 122 mil e ocorreu de forma presencial, com carga de 380 horas/aula.

Denominado Especialização em Modelagem de Processos Aplicados à Saúde Pública, o curso foi ofertado em parceria com a Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP).

“Seguindo determinação do governador Ratinho Junior, a Sesa vem investindo cada vez mais em projetos e especializações que impactam e agilizam o serviço de saúde prestado à população”, disse o secretário da Saúde, Beto Preto. “São ações e ferramentas que permitem um olhar mais antenado, priorizando a melhoria da qualidade de vida de todos os usuários do Sistema Único da Saúde”.

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Segundo a diretora de Contratualização e Regulação (DCR) da Sesa, Lilimar Mori, por meio da capacitação será possível obter uma melhor percepção de riscos e controles, além de otimizar os recursos aplicados à saúde. “São profissionais que a partir de agora estão muito mais preparados e qualificados para atuar na melhoria dos serviços de saúde ofertados à toda população”, disse.

De acordo com a formanda e coordenadora de Contratualização de Cuidados em Saúde da Sesa, Raquel Mazetti Castro, os aprendizados do curso já estão sendo implementados na rotina de trabalho de todo setor.

“Todo aprendizado relacionado ao monitoramento dos processos já está sendo aplicado. Com o método já em desenvolvimento foi possível, por exemplo, evitar o retrabalho, o que consequentemente reduziu o tempo empregado em determinadas tarefas, otimizando de forma satisfatória todo o fluxo de trabalho da equipe”, afirmou.

Fonte: Governo PR

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MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

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O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

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Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

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Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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