Paraná
Saúde promove primeiro mutirão de cirurgias pediátricas no Hospital Zona Sul de Londrina
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), por meio da Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Paraná (Funeas), promove neste sábado (30) o primeiro mutirão de cirurgia infantil do Hospital Zona Sul de Londrina (HZSL). A ação atenderá crianças entre 4 e 11 anos, cadastradas no Sistema Estadual de Regulação (Care) dos municípios de Londrina, Cambé, Centenário do Sul, Jataizinho, Rolândia e Tamarana.
As cirurgias realizadas serão de extração da adenoide e amígdalas e, também, a cirurgia de fimose, intervenções que contemplam as especialidades de otorrinolaringologia e urologia.
“O Governo do Estado vem somando esforços para promover uma assistência integral e de qualidade para os usuários do SUS. Esta ação não só reforça a proposta de regionalização da saúde como também ajuda a dar vazão na fila de espera para realização desses procedimentos”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Como forma de descontrair e tornar esse momento mais humanizado, o mutirão contará com a parceria do grupo “Viver em Riso” e da Liga Acadêmica de Medicina Amigos do Riso (LAMAR) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) de Londrina.
“Além da recreação que será desenvolvida pelos grupos parceiros, as crianças serão transportadas por um carrinho de brinquedo até o centro cirúrgico e receberão máscaras e pulseiras de super-heróis. Haverá ainda decoração com tema infantil na enfermaria cirúrgica e entrega de doces na alta hospitalar”, disse o diretor-geral do HZSL, Geraldo Júnior Guilherme.
Um novo mutirão será realizado pela unidade no próximo dia 11 de outubro, quando serão ofertadas consultas ambulatoriais para mais de 100 crianças entre 2 e 12 anos.
As ações fazem parte do Opera Paraná, programa lançado pelo Governo do Estado para acelerar os procedimentos cirúrgicos eletivos no Estado. O investimento para a primeira fase foi de R$ 150 milhões, o mesmo valor deve ser direcionado para a segunda fase.
HOSPITAL – O HZSL atende média complexidade e participa de quatro linhas de cuidados prioritários da Sesa: saúde mental, saúde do idoso com cuidados paliativos, pós-covid-19 e cirurgias eletivas. O hospital dispõe, ainda, de atendimento para as seguintes especialidades: clínica geral, cardiologia, pneumologia, vascular, psiquiatria, infectologia, nefrologia e pediatria.
A estrutura é formada por 115 leitos, sendo 75 enfermarias (10 exclusivos para atendimento psiquiátrico), 26 leitos cirúrgicos e 14 pediátricos. A unidade também é referência em atendimentos para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma (Siate).
O hospital realiza aproximadamente 600 procedimentos cirúrgicos/mês. Com relação à pediatria, são cerca de 120 procedimentos cirúrgicos/mês, 70 deles de otorrinolaringologia.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná denuncia 15 pessoas investigadas na “Operação A Rede” por organização criminosa, fraudes bancárias e lavagem de dinheiro
O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Ponta Grossa do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia contra 15 pessoas investigadas por integrarem uma organização criminosa de atuação nacional responsável pela prática de fraudes bancárias eletrônicas e lavagem de dinheiro. Os crimes foram apurados no âmbito da Operação A Rede.
Áudio do Promotor de Justiça Antônio Juliano Souza Albanez
De acordo com a denúncia, que já foi recebida pela Justiça, o grupo criminoso mantinha uma falsa central telefônica instalada em Ponta Grossa, a partir da qual aplicava golpes em correntistas de instituições financeiras de todo o país. Além do contato telefônico com as vítimas, os investigados utilizavam páginas falsas na internet e links maliciosos para obter dados bancários e acessar indevidamente as contas, desviando valores expressivos.
Prejuízo – As investigações identificaram, entre agosto de 2024 e outubro de 2025, ao menos 11 vítimas residentes em diferentes estados da federação, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Maranhão e Amazonas. Somente no período investigado, o prejuízo causado ultrapassa R$ 1,4 milhão.
Os denunciados foram acusados pelos crimes de organização criminosa, furto qualificado mediante fraude eletrônica e lavagem de dinheiro. No caso das lideranças do grupo, as penas máximas cominadas aos delitos imputados podem superar 12 anos de reclusão.
Reparação de danos – Na denúncia, o Ministério Público também requereu a fixação de valor mínimo para reparação dos danos causados às vítimas. Como medida para assegurar o ressarcimento dos prejuízos e eventual perdimento de bens, a Justiça já determinou o bloqueio de veículos, imóveis e contas bancárias dos denunciados.
Atualmente, quatro investigados permanecem presos preventivamente e um dos apontados como líder da organização criminosa encontra-se foragido.
Processo 0005586-66.2025.8.16.0019.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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