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Sanepar prorroga até 12 de junho adesão ao programa de negociação de débitos

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A Sanepar prorrogou até o dia 12 de junho o prazo para que os clientes que possuem débitos com a empresa participem do programa “Água em Dia +”, que oferece vantagens e condições especiais de negociação das faturas em aberto.

O programa “Água em Dia +” oferta retirada da multa por atraso, entrada reduzida e parcelamentos que variam de acordo com o perfil do cliente. Outra vantagem para os clientes que aderem ao “Água em Dia +” é a redução nos juros para apenas 0,73% ao mês. Clientes dos segmentos residencial, comercial e industrial podem participar.

Para os clientes contemplados pelo programa “Água Solidária”, os benefícios são ainda mais atrativos, com possibilidade de parcelamento em até 60 vezes e juros de apenas 0,36% ao mês.

“O programa permite que o cliente possa negociar de acordo com a sua capacidade de pagamento, de forma prática e segura”, diz o superintendente-geral Comercial da Sanepar, Sergio Augusto Portela.

O valor das parcelas negociadas é incluído na própria fatura de água, junto ao consumo mensal. “A Companhia não envia boletos nem solicita pagamentos via pix ou dinheiro para pessoa física ou em nome de outro beneficiário que não seja a Sanepar. Esse modelo foi pensado para garantir, além de transparência, uma maior segurança para o cliente que faz a negociação”, explica o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

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COMO PARTICIPAR – A Sanepar oferece três canais de atendimento para os clientes interessados em participar do Água em Dia +: o WhatsApp (41) 99544-0115; o telefone 0800 200 0115; e o atendimento presencial em uma Central de Relacionamento.

Fonte: Governo PR

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Modelagem numérica da previsão do tempo do Simepar é tema de publicação internacional

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Um estudo realizado por pesquisadores do Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná) foi publicado na prestigiada revista internacional Weather and Climate Extremes e no ScienceDirect, uma das maiores bases de dados do mundo para pesquisa científica, operada pela editora Elsevier. Os pesquisadores paranaenses foram os primeiros a avaliar o desempenho de um sistema apontado como o futuro da modelagem atmosférica.

A modelagem numérica é uma técnica computacional que utiliza equações físicas e matemáticas para simular o comportamento da atmosfera e, assim, montar previsões do tempo automáticas. Supercomputadores processam dados coletados por radares, estações meteorológicas, hidrológicas e outros equipamentos e estes dados, como temperatura, vento e pressão, ajudam a compreender as condições climáticas atuais e o comportamento delas dias à frente.

A evolução contínua da modelagem numérica é importante para antecipar eventos climáticos severos e, consequentemente, proteger a sociedade. Um dos modelos mais utilizados atualmente é o WRF (Weather Research and Forecasting), e o modelo apontado como futuro da modelagem atmosférica é o MPAS (Model for Prediction Across Scales), projetado para ser a transição natural e aprimorada do WRF. 

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O MPAS utiliza uma malha global de resolução variável, que permite focar em alta resolução em áreas de interesse (como o Paraná, por exemplo) sem a necessidade de impor condições de contorno laterais, eliminando erros e instabilidades que frequentemente afetam os modelos de área limitada.

Para explorar esse potencial, o estudo realizado pelo bolsista do Simepar José Antonio Mantovani Jr., com a parceria do funcionário Rafael Toshio Inouye e outros parceiros, avaliou diretamente o desempenho do MPAS em comparação com a configuração operacional do WRF.

A pesquisa analisou quatro eventos recentes de tempo severo no Paraná — incluindo tempestades com chuvas extremas e frentes de rajada — e trouxe resultados muito promissores. De maneira geral, o MPAS superou ou igualou o desempenho do WRF operacional, demonstrando maior habilidade na previsão da distribuição espacial e da intensidade das chuvas.

Um dos grandes destaques do estudo foi a constatação de que o uso das condições iniciais do modelo europeu ECMWF-IFS impulsionou significativamente a precisão do MPAS. Em cenários dominados por fortes forçantes de grande escala, as condições iniciais de alta resolução do IFS forneceram detalhes muito mais refinados das estruturas de vento e umidade (como o Jato de Baixos Níveis), resultando em melhores correlações e menores erros de previsão de precipitação observados no estudo.

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“Essa publicação é um marco institucional: ela coloca o Simepar como o primeiro centro regional a testar diretamente o MPAS contra um modelo WRF em ambiente operacional no Sul do Brasil. Isso demonstra o compromisso contínuo do Simepar com a inovação e o aprimoramento tecnológico. A dedicação da equipe neste projeto também abre as portas para a implementação de ferramentas cada vez mais robustas e eficientes na previsão de desastres naturais no Paraná”, destacou do diretor-presidente do Simepar, Paulo de Tarso.

Fonte: Governo PR

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