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Paraná

Sanepar promove oficinas sobre horta e plantas medicinais em Santa Izabel do Oeste

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Estudantes e professores do Colégio Estadual Guilherme de Almeida, em Santa Izabel do Oeste, no Sudoeste do Estado, participaram de duas oficinas promovidas pela Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná). Ambos os cursos foram para o Ensino Médio e são parte do projeto de trabalho socioambiental da Sanepar ligado às obras de saneamento da Companhia na cidade, que devem beneficiar 1.379 famílias.

As oficinas sobre horta e plantas medicinais trouxeram conteúdo para ajudar estudantes e professores a reativarem a horta já existente na escola. O curso foi ministrado pela bióloga Margarete Reminiuk, contratada pela Sanepar. Após a parte teórica, os participantes praticaram seus conhecimentos na horta escolar, que agora já está com mudas de alface, manjerona, salsa, cebolinha, tomilho, capim-limão, alecrim, erva-baleeira, melissa, losna, manjericão e manjericão roxo.

Segundo a assistente social da Sanepar, Marilucia Cyrino, o objetivo das oficinas é estimular a produção sustentável e responsável de alimentos na escola e nos domicílios dos participantes, também apoiando os projetos já vigentes no colégio. Os cursos são gratuitos e fazem parte de um conjunto de ações da Sanepar no município, dentro de um projeto técnico-social especialmente pensado para a cidade e em correspondência às obras de esgoto.

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“Além das oficinas, outros serviços socioambientais estão em andamento, como as vistorias técnicas ambientais, sendo realizadas nas residências por onde passou a nova rede de esgoto da Sanepar. Nas vistorias, é possível verificar se houve a interligação correta da rede domiciliar de esgoto com a rede da Sanepar. Essa questão é fundamental para que o esgoto gerado dentro dos imóveis vá realmente para a Estação de Tratamento, que é o destino correto”, explica Marilucia.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

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Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

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Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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