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Sanepar é destaque em evento nacional sobre wetlands no tratamento de esgoto

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) foi destaque no 7º Simpósio Brasileiro sobre Wetlands Construídos, evento que abordou a utilização dessa ecotecnologia no saneamento, metodologia já adotada pela empresa. As wetlands são uma Solução Baseada na Natureza (SBN) em que o esgoto fica em um ambiente amplo e aberto, com plantas que absorvem nutrientes e oxigenam o solo e, também, com a ação de bactérias e outros microrganismos na decomposição da matéria orgânica de forma sustentável.

A diretora de Investimentos da Companhia, Leura Lúcia Conte de Oliveira, participou da abertura do Simpósio, realizado nesta semana, em Curitiba, e reforçou que a empresa está atenta à aplicação das wetlands no saneamento como uma excelente opção para o setor. “A Sanepar mantém um programa robusto de investimentos visando a universalização do serviço de saneamento básico, projetando para o ciclo 2025–2029, com a aplicação de quase R$ 12 bilhões. Entre os projetos em andamento, a tecnologia das wetlands será integrada a sistemas de várias regiões no Paraná”.

Cerca de 50 empregados da Sanepar participaram do simpósio, entre eles os engenheiros Aliny Lucia Borges Borba (DIN) e Aurio Bonilha Junior, que foram palestrantes em minicursos e mesas-redondas. “Essa participação massiva de nossos profissionais neste evento reflete o quanto a empresa está acreditando na tecnologia”, destacou o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

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WETLANDS PARANAENSES – A Sanepar foi referência em vários momentos do Simpósio por sua vanguarda na aplicação desta tecnologia, com seu primeiro projeto-piloto implantado há cinco anos para o tratamento do lodo (resíduo resultante desse processo). Na Região Oeste, ela já está integrada ao sistema das cidades de Santa Helena, Assis Chateaubriand e Vera Cruz do Oeste, onde está em operação para tratar o lodo.

Já em Palotina, Serranópolis do Iguaçu e Curitiba, está em andamento a instalação de wetlands para tratar o lodo. Em Quatiguá, a tecnologia está sendo usada no tratamento de esgoto e, em Saudade do Iguaçu, a Sanepar também está com obras para o uso desta tecnologia, que será aplicada no sistema de tratamento de esgoto.

O Simpósio reuniu especialistas, pesquisadores, estudantes, gestores públicos e profissionais do setor para debater os avanços, desafios e aplicações dessa tecnologia sustentável no saneamento e na gestão de recursos hídricos. O evento foi organizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, Seção Paraná (ABES-PR); Universidade Federal do Paraná (UFPR); Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR); Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e Universidade Positivo (UP), em parceria com o Grupo Wetlands Brasil e apoio da Sanepar.

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PRESENÇA SANEPAR – A engenheira Aliny Lucia Borges Borba, da Sanepar, ao lado da consultora Heike Hoffmann, da empresa Rotária do Brasil, ministrou o minicurso “Wetlands para tratamento de esgoto e lodos: soluções municipais visando à universalização do serviço de esgoto no Estado”.

O engenheiro Aurio Bonilha Junior, também da Companhia, participou da roda de discussão com o tema “Wetlands em Ambientes Urbanos: como tornar as cidades mais resilientes e sustentáveis”, ao lado especialistas de empresas e instituições que apoiam o uso da ecotecnologia no Brasil e responsáveis por diversos projetos e obras já implementados.

De acordo com Aurio, o evento tem um papel importante no incentivo ao desenvolvimento e estudo dessa tecnologia. “Abordamos cases de sucesso da Sanepar, que abrem portas para o uso da wetlands em vários outros lugares”, disse. O engenheiro destacou que a wetland está deixando de ser uma novidade no Brasil para se tornar uma solução no saneamento. “Na Sanepar, tem sido uma opção estratégica para ampliar o acesso ao saneamento, com economia e maior eficiência operacional”.

Fonte: Governo PR

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Jogos Escolares Brasileiros: vitória no basquete mostra protagonismo de atletas do Paraná

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Após conquistarem o título da série ouro no basquete feminino sub-18 dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs) de 2026, as 12 atletas do Colégio Estadual Almirante Tamandaré, de Foz do Iguaçu, no Oeste, participaram de um encontro com o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda. O momento foi de celebração, troca de experiências e reconhecimento pela trajetória construída por elas ao longo da competição. 

“Essa vitória é motivo de muito orgulho para o Paraná e para a rede estadual de educação”, disse o secretário. “Ensino e esporte estão ligados pelo comprometimento, pela disciplina e pela superação de desafios, valores essenciais na formação de cidadãos”, acrescenta.

Os JEBs aconteceram em Brasília, entre os dias 11 e 18 de abril. As atletas paranaenses disputaram contra outras 27 equipes, representantes dos estados e do Distrito Federal, que tinha dois times na competição. Foram cinco jogos invictos, com a final disputada contra as atletas do Rio de Janeiro.

“Tivemos algumas dificuldades no último jogo, porque a equipe adversária era muito forte”, conta Emanuelly dos Santos Pires (16), que está na 3ª do Ensino Médio. “Mas nós temos um time muito forte, tanto física quanto mentalmente, porque nos apoiamos muito, e conseguimos superar a outra equipe e levar o título”, diz.

As conquistas não pararam por aí: a equipe também foi bicampeã nos jogos Sul-Americanos, disputados em Belo Horizonte (MG), vencendo o Peru no basquete 3×3 entre os dias 24 e 25 de abril. No mês de junho as meninas embarcam para a Sérvia, onde vão participar do campeonato Mundial Escolar de Basquete, na cidade de Zlatibor.

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Para Emanuelly, a experiência representa uma oportunidade inédita, não apenas de conhecer outro país, mas também de testar o potencial da equipe em uma competição de alto nível, ao lado de delegações internacionais. “Não conhecemos os times, não sabemos muito o que esperar das partidas”, diz. “Mas nós vamos lá pra jogar, estudar o adversário e brigar pelo título”.

FOMENTO E INCENTIVO – O desempenho das jovens atletas é fruto da tradição do Colégio Almirante Tamandaré no incentivo aos esportes. A instituição conta com o apoio da Associação de Basquete de Foz do Iguaçu, a Abasfi, organização municipal de fomento a essa modalidade esportiva. “Há cerca de três anos nós fizemos uma parceria com a Abasfi e implantamos uma escolinha de basquete no colégio, que acolhe tanto os alunos como outros jovens da comunidade”, explicou o diretor Thiago Antônio Barbieri.

Com a parceria, a Abasfi centraliza no colégio todas as atletas da categoria sub-18, como explica o técnico Cláudio Henrique Lopes Lisboa. “Assim nós conseguimos manter uma equipe forte para representar o colégio nas competições escolares”.

Cláudio também afirma que é frequente o interesse de estudantes de outros estados em se transferirem para o Colégio Estadual Almirante Tamandaré com o objetivo de integrar a equipe da Abasfi. “Todos os anos recebemos pedidos de mães e pais de meninas que querem jogar com a gente pelos resultados que conquistamos em diversas competições estaduais e nacionais e algumas acabam vindo mesmo”.

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Esse foi o caso de Raissa Alba (16), hoje na 2ª série do Ensino Médio. Natural de Guaporé, no Rio Grande do Sul, ela começou a jogar basquete antes de completar 10 anos. Cinco vezes campeã estadual na categoria sub-15, ela disputava o Campeonato Sul Brasileiro de Seleções pelo estado natal, quando foi procurada pelo técnico, que ofereceu uma vaga na equipe paranaense.

“Sempre admirei a equipe do Paraná, que é muito forte nas competições”, conta ela, que se emancipou e veio sozinha para Foz do Iguaçu no ano passado. “Foi a realização de um sonho, porque o Paraná tem uma das melhores bases de basquete no Brasil”.

VALORES DO ESPORTE – Principal competição escolar do país, os JEBs são promovidos pela Confederação Brasileira de Desporto Escolar (CBDE) e buscam proporcionar aos estudantes o desenvolvimento de valores ligados ao esporte, o intercâmbio esportivo e cultural e a chance de se tornarem atletas profissionais.

FORMAÇÃO DE ATLETAS – A Associação de Basquete de Foz do Iguaçu é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 2010 com o objetivo de fomentar o basquete na cidade, se dedicando à formação de atletas e ao fortalecimento do esporte na região, desde as categorias de base. A Abasfi conta, hoje, com 11 escolinhas de basquete espalhadas pela cidade, atendendo mais de 1,2 mil crianças e adolescentes que queiram se dedicar ao esporte.

Fonte: Governo PR

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