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Sanepar conquista Troféu Transparência pela sexta vez consecutiva

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A Sanepar conquistou em 2023 o Troféu Transparência pela qualidade da divulgação de suas informações financeiras e contábeis. É a décima vez, sendo o sexto ano consecutivo, que a Companhia é premiada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). A divulgação oficial foi nesta quarta-feira (30), e a entrega do troféu será dia 9 de novembro, em São Paulo.

O prêmio reconheceu a qualidade dos demonstrativos financeiros das empresas referentes ao ano de 2022. Conhecido como o Oscar da Contabilidade, o troféu é concedido após análise de mais de duas mil demonstrações financeiras das empresas em três categorias: aquelas com receita líquida abaixo de R$ 5 bilhões; de R$ 5 bi a R$ 20 bi; e acima de R$ 20 bilhões. A Sanepar está na categoria de receita líquida entre R$ 5 bilhões e R$ 20 bilhões.

Segundo a diretoria executiva da Anefac, o processo de avaliação é rigoroso e minucioso, com a análise acadêmica e de critérios técnicos, como qualidade e grau das informações das demonstrações contábeis e notas explicativas, transparência das informações prestadas, qualidade e consistência do relatório de administração e aderência aos princípios contábeis e relatório de auditoria independente, sem ressalva, no exercício do ano anterior à premiação.

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Neste ano, 10 academias participaram ao longo do processo de avaliação, além de executivos referenciados no mercado. Entre as universidades participantes, estão as de São Paulo (USP), do Rio de Janeiro (UFRJ), de Brasília (UnB), Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) e Mackenzie.

De acordo com os organizadores, a cada premiação, as empresas vêm melhorando a qualidade da divulgação de suas informações. “O objetivo do Troféu Transparência é estimular as empresas a se esforçarem com informações transparentes permitindo que a sociedade compreenda como elas operam, como tomam suas decisões, como atendem os prazos legais e a legislação. A comunicação tem que ser clara e aberta, o que aumenta a confiança nessas empresas. A transparência também eleva o padrão para toda a comunidade empresarial, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país e servindo de exemplo para as demais empresas”, afirma o presidente nacional da Anefac, David Kallás.

Fonte: Governo PR

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MPPR cumpre mandados de prisão contra dez pessoas denunciadas por crimes ligados a loteamentos clandestinos rurais em Campo Magro e Almirante Tamandaré

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O Ministério Público do Paraná cumpriu nesta semana dez mandados de prisão contra pessoas denunciadas na Operação Fundo Falso, investigação conduzida pela 5ª Promotoria de Justiça de Almirante Tamandaré, em conjunto com o Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que apura atuação de organização criminosa na prática de diversos crimes relacionados à comercialização de loteamentos irregulares em imóveis rurais.

Entre os denunciados e alvo de um dos mandados de prisão, está um vereador do município de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado como um dos líderes do grupo criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas nesta quarta-feira, 16 de setembro, com o apoio do Núcleo de Curitiba do Gaeco. Dos dez alvos, três ainda não foram localizados e são considerados foragidos. O pedido para a decretação das prisões preventivas foi feito pelo Ministério Público na ocasião do oferecimento da denúncia, no dia 25 de agosto último.

De acordo com as apurações sobre os fatos, o grupo atuava de forma organizada para as práticas ilícitas, que consistiam na permanente busca ativa por imóveis rurais, predominantemente nos municípios de Campo Magro e Almirante Tamandaré, em especial imóveis sem incidência de atos ostensivos de exercício de posse pelos seus proprietários, ou imóveis de propriedade de pessoas idosas ou em processo de inventário. Em seguida, os investigados atuavam para obter informações e cópias de documentos de suas matrículas e registros e de eventuais certidões de óbito dos proprietários. Eram feitas simulações de vendas desses imóveis para intermediários, com a falsificação de documentos, e, a partir destes, a comercialização dos loteamentos irregulares.

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Para a manutenção das condutas criminosas, que, segundo as apurações, estão em curso desde 2021, os envolvidos praticavam ameaças e outros atos intimidatórios frente aos reais proprietários ou a pessoas que descobriam o esquema criminoso.

Outro aspecto identificado a partir das apurações foi o de que o grupo se valia da posição ocupada pelo vereador em Campo Magro para viabilizar a realização de obras públicas nos referidos locais onde fracionavam ilegalmente os imóveis rurais, além da obtenção de informações privilegiadas e antecipadas sobre as fiscalizações a serem realizadas pela municipalidade ou de interferência para impedir fiscalizações. As condutas denunciadas foram identificadas a partir de extensa análise de provas colhidas em fases anteriores da operação, incluindo trocas de mensagens de texto e áudios que comprovam as práticas apuradas.

Foram identificados, pelo menos, quatro loteamentos clandestinos nos municípios de Almirante Tamandaré e Campo Magro. Além dos dez integrantes da organização criminosa, houve oferecimento de denúncia em face de outras duas pessoas investigadas por participações no esquema ilícito, as quais tiveram determinadas judicialmente a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão. Também foram requeridas medidas cautelares pelo Ministério Público para o fim de bloquear os bens dos denunciados, o que igualmente foi deferido pelo Juízo.

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Processo 0007837-42.2025.8.16.0024

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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