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Sanepar apresenta projeto Reserva Hídrica do Iguaçu ao Pró-Metrópole

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A Sanepar apresentou nesta terça-feira (8) o projeto Reserva Hídrica do Iguaçu em reunião do Pró-Metrópole – Programa de Desenvolvimento Produtivo Integrado da Região Metropolitana de Curitiba, realizada na Companhia, com a participação de entidades dos setores público e privado, e das prefeituras da RMC.

Chamado de Plano Integrado de Gerenciamento de Mananciais e Reservas Hídricas, o projeto prevê a preservação dos recursos hídricos e a recuperação de áreas no entorno do Rio Iguaçu, num trecho de 150 quilômetros entre a Mata Atlântica e a Escarpa Devoniana.

Num total de 20 mil hectares, há 72 km de cobertura vegetal e 2.989 hectares de cavas. A recuperação das águas e de seu entorno nas margens será feita com ações chamadas de Soluções baseadas na Natureza (SbN). Estas ações visam a formação de um corredor de biodiversidade com preservação da fauna e da flora e a implementação de elementos urbanísticos e áreas de lazer e turismo.

O projeto é desenvolvido pelo Governo do Estado e Sanepar, em parceria com os municípios da RMC, ao longo do Rio Iguaçu, desde de Porto Amazonas até a Serra do Mar.

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“Esse projeto é fantástico e exige que seja feito de forma integrada com todos os municípios. Precisamos dos municípios, das entidades, do Pró-Metrópole. Nosso cuidado é com o corpo hídrico, é um trabalho voltado para a segurança hídrica, garantindo água às gerações futuras, de qualidade, diante das mudanças climáticas”, disse o diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile.

“Todos passamos por uma estiagem severa, e temos o compromisso de fazer esse enfrentamento. É um trabalho muito importante, que tem projeção mundial, com reflexo para esta região e todo o Paraná, uma vez que será replicado em outras partes do Estado”, afirmou.

A Sanepar concluiu a primeira fase de implantação de wetlands junto às captações dos Rios Iguaçu e Iraí, e está fazendo os estudos e o mapeamento dos potenciais usos hídricos do Iguaçu. Os investimentos da Companhia são de R$ 80 milhões para a segunda fase do projeto.

PARTICIPANTES – Estavam na apresentação integrantes da Associação Comercial do Paraná (ACP), Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (Assomec), Agência de Assuntos Metropolitanos (Amep), Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Sebrae-PR, Fecomercio, Federação da Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap).

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Fonte: Governo PR

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Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.

Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César

Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.

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A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.

Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.

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Processo 0016498-43.2025.8.16.0013

Notícia anterior:

26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga

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[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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