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Sanepar apresenta operação da empresa que vai atender 16 cidades a partir de 2024

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A Sanepar apresentou nesta sexta-feira (15) detalhes do projeto de Parceria Público-Privada que está em fase de operação assistida em 16 cidades do Centro-Litoral: Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiúva do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Cerro Azul, Contenda, Fazenda Rio Grande, Guaratuba, Mandirituba, Morretes, Piên, Quitandinha, Rio Branco do Sul, Rio Negro e Tijucas do Sul.

Participaram do encontro prefeitos e representantes dos municípios, além do diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile, dos diretores Sergio Wippel (Operações) e Toco Zanetti (Comercial), do gerente de PPP da Sanepar, Christiano Marchiorato Dobignies, da presidente da Ambiental Paraná, Bruna Bultrini, e do diretor executivo da Ambiental, Rafael Fendrich.

A Ambiental foi contratada pela Sanepar, por meio de concorrência pública na B3, para executar obras e fazer a operação do sistema de esgotamento sanitário nessas cidades por um período de 24 anos. Em 25 de janeiro de 2024, ela assume a operação dos sistemas de esgoto já existentes e inicia o processo de elaboração de projetos de implantação onde ainda é necessário.

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As cidades têm uma população em torno de 421 mil pessoas. Atualmente, há 13 estações de tratamento de esgoto, 44 estações elevatórias, 1.825 quilômetros de rede coletora e 126 mil economias de esgoto.

Os investimentos a serem feitos pela empresa vão somar cerca de R$ 1,1 bilhão. Serão implantados mil quilômetros de rede coletora, 12 estações de tratamento de esgoto, 180 estações elevatórias e mais 66 mil economias. Além das obras, a Ambiental fará a operação dos sistemas, a manutenção das redes e as vistorias técnicas ambientais.

O diretor-presidente da Sanepar destacou que o modelo de PPP foi a opção da Sanepar para acelerar a implantação e ampliação do sistema de esgotamento sanitário, a fim de alcançar a meta de 90% de população atendida até o ano de 2033. “Cada ano que pudemos antecipar na prestação de coleta e tratamento de esgoto, antes de 2033, é saúde pública e preventiva que chega mais rápido à população”, disse Stabile.

Mesmo com a PPP, a Sanepar é quem continuará fazendo o atendimento aos clientes. Qualquer solicitação de serviços – seja de água ou de esgoto – deve ser feita diretamente à Sanepar. O relacionamento com as prefeituras também segue sob responsabilidade da Sanepar.  

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PPPS – A Sanepar realizou nesta semana uma audiência pública na B3, em São Paulo, sobre os dois novos projetos de Parcerias Público-Privadas (PPP) que serão contratados para as regiões Oeste e Centro-Leste do Paraná. Os projetos preveem a prestação de serviços de esgotamento sanitário em 112 municípios. Até 2033, passarão a ser atendidos com coleta e tratamento de esgoto cerca de 900 mil pessoas nos municípios contemplados, atendendo à meta do novo marco do saneamento.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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