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Sanepar amplia número de agricultores que recebem lodo para uso no campo

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Mais agricultores no Paraná passaram a usar o lodo de esgoto como adubo em suas terras. Em 2022, a Sanepar fez o repasse do produto, gerado nas estações de tratamento de esgoto, para 157 agricultores, um aumento de 74% em relação aos 90 atendidos no ano anterior. O volume do lodo destinado à agricultura cresceu 40%, passando de 16 mil toneladas em 2021 para 23 mil toneladas em 2022.

Esses dados constam no relatório sobre a aplicação do lodo na agricultura protocolado nesta quarta-feira (26) pela Sanepar no Instituto Água e Terra (IAT) em comemoração à Semana do Agricultor: na terça-feira (25) foi comemorado o Dia do Agricultor Familiar e, nesta sexta-feira (28), celebra-se o Dia do Agricultor.

O uso do lodo atende à Política Nacional de Resíduos Sólidos e aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). O programa foi reconhecido pela ONU, em 2016, como prática sustentável. Também foi destacado como boa prática de gestão pelo Instituto Trata Brasil e Fundação Getúlio Vargas, que premiou a Sanepar, em 2022, na categoria de Inovação & Tecnologia.

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Sanepar amplia atendimento com serviço de esgoto em Almirante Tamandaré

O Programa de Uso Agrícola do Lodo de Esgoto é aplicado pela Sanepar há duas décadas e já destinou cerca de 420 mil toneladas para agricultores em todas as regiões do Estado, sendo aplicado em mais de 3 mil hectares. Rico em matéria orgânica e nutrientes (principalmente nitrogênio, fósforo e enxofre), o lodo auxilia na correção do pH do solo e fornece cálcio e magnésio por receber aplicação de cal no processo de higienização.

Essas características melhoram as condições do solo e aumentam a produtividade das culturas. Além disso, o uso agrícola do lodo é uma alternativa ambientalmente correta uma vez que o material deixa de ir para os aterros sanitários. A aplicação é permitida em todas as culturas agrícolas que não tenham contato direto com o material, como soja, milho, trigo, café, aveia, café, laranja, limão e florestais. Não podem receber o lodo hortaliças, pastagens, culturas inundadas e tubérculos.

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INOVAÇÃO – Em agosto será divulgado o resultado do edital de chamamento público em que a Sanepar busca um parceiro para produzir fertilizante orgânico, organomineral ou outros produtos a partir do lodo de esgoto. O objetivo é firmar Acordos de Cooperação Técnica para a produção desse fertilizante e o desenvolvimento de rotas tecnológicas e planos de negócios de beneficiamento do lodo de esgoto.

CONTATOS – Agricultores interessados em receber o lodo podem entrar em contato pelo e-mail [email protected], informando seu nome, município, cultura e tamanho da área.

Outra opção é o whatsapp: Região Metropolitana de Curitiba (41) 98495-3216; Maringá, Umuarama, Campo Mourão, Paranavaí, Cianorte, Ubiratã, Goioerê, Paranacity, Nova Londrina e arredores (44) 98456-6318; Apucarana, Arapongas, Cornélio Procópio, Santo Antônio da Platina e arredores (43) 98419-1499; Foz do Iguaçu, Toledo, Pato Branco, Francisco Beltrão e arredores (45) 99839-0012; Ponta Grossa, Guarapuava, Irati, Lapa e arredores (41) 98495-3216.

Mais informações no site da Sanepar.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Em Campina Grande do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio culposo médica que dirigia UTI pediátrica na qual morreram seis crianças em 2024

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma médica que exercia a direção técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica de um hospital. A profissional é acusada da prática de homicídio culposo contra seis crianças e recém-nascidos. A peça acusatória, oferecida no dia 14 de agosto, foi recebida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 17 de agosto.

Áudio do Promotor de Justiça Éder Teodorovicz

As mortes ocorreram entre maio e julho de 2024. De acordo com a denúncia, os óbitos foram decorrentes de choque séptico e falência múltipla de órgãos, ocasionados por uma grave contaminação intra-hospitalar por bactérias multirresistentes no interior do setor.

A denúncia do Ministério Público aponta que a investigada deixou de observar regras técnicas de sua profissão e agiu com grave negligência ao se omitir na fiscalização e na garantia de aplicação de protocolos básicos de assepsia e biossegurança. A omissão da profissional permitiu um ambiente propício à contaminação cruzada por conta de práticas inaceitáveis realizadas pela equipe técnica, como a reiterada reutilização de luvas de procedimento entre pacientes distintos, a falta de higiene, incluindo privação de banhos, e o manuseio inadequado de tubos de intubação e acessos venosos.

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Além da responsabilização penal, o MPPR requereu a fixação de reparação financeira mínima de R$ 50 mil para cada família afetada.

Processo 0015945-30.2024.8.16.0013 (sob sigilo)

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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