Paraná
Salão de Robótica de Curitiba reúne alunos de todo o Paraná nesta sexta e sábado
A 9ª edição do Salão de Robótica de Curitiba, que acontece nesta sexta-feira (5) e neste sábado (6), na quadra de esportes do Colégio Estadual Padre Cláudio Morelli, em Curitiba, reúne alunos de pelo menos 60 escolas de todo o Paraná, entre particulares, municipais, estaduais e federais, dos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, Técnico e do Superior.
Além da etapa regional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), que vai classificar as melhores equipes para a edição nacional no mês de outubro, o evento é composto por competições de robôs de lego (peças de construção), os arduínos (placas com sensores) e os industriais (pesados e controlados por computadores) em combates, corridas ou somente para exibições.
“Os alunos dos nossos colégios que estão aqui participando utilizam o material dos kits de robótica disponibilizados pela Secretaria da Educação para as aulas de Robótica e Pensamento Computacional, mas estar aqui nesse ambiente é uma grande oportunidade, porque é uma aprendizagem na prática de uma forma diferente do dia a dia, onde podem aplicar o que veem em sala de aula”, afirma Marcelo Gasparim, coordenador de Tecnologias Educacionais da Secretaria de Estado da Educação (Seed).
Augusto Paiva, de 15 anos, da 1ª série do curso técnico de Desenvolvimento de Sistemas no Colégio Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, conta que o robô desenvolvido pela equipe levou um mês para ficar pronto, mas que o trabalho valeu a pena. “Eu vim para atuar como piloto do nosso robô e estou feliz em conhecer outros protótipos. Está sendo muito agregador para a nossa equipe estar aqui hoje”, diz.
Hoje aluno do 2º período do curso de Engenharia de Controle e Automação na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Vinicius Senegalia atuou como voluntário e juiz no Salão de Robótica. Ele estudou no Colégio Padre Cláudio Morelli e desde os primeiros meses do Ensino Médio se jogou nas competições de robótica, dos legos às categorias mais evoluídas, que são de robôs maiores, que pesam até 40 quilos.
“Essas competições tinham o objetivo de preparar os estudantes para entrar na universidade com conhecimento sobre programação, eletrônica e engenharia em si e elas me ajudaram não apenas a optar pela área, como também a atuar lá dentro hoje, com meu conhecimento nas aulas, nos trabalhos”, diz Vinicius Senegalia.
“Estar nesse evento como juiz, como mentor, é muito incrível, até por observar essa evolução, essa proporção que ele ganhou”, acrescenta. Para Vinícius, que sonhava em ser médico, o contato com a robótica enquanto estudante definiu a opção pela carreira na Engenharia.
Um dos organizadores do Salão, Cláudio Navarro, que também é empresário no ramo de tecnologia, afirma que o evento simboliza um celeiro de talentos, que começam a ser preparados desde os primeiros anos do Ensino Fundamental. “E não importa se eles são de escolas estaduais, municipais ou particulares Se tiverem a oportunidade de aprender, de ter esse contato, podem acessar qualquer empresa do mundo. O mundo está precisando de talentos como eles”, afirma.
Cláudio é entusiasta do ensino da Robótica Educacional, como já ocorre nas escolas da rede estadual do Paraná. Para ele, essa é uma forma de preparação para o mercado de trabalho desde cedo. Empresários do setor como ele também frequentam feiras como o Salão de Robótica como se fossem “olheiros”. Por isso, a importância de levar o evento para dentro da escola.
“A direção do Colégio Padre Cláudio Morelli nos abrindo as portas para a realização do salão é muito importante, porque integra a escola às novidades, e a esse ambiente”, diz Cláudio, acrescentando que no salão os alunos têm a adrenalina, a energia, a competitividade, mas tudo de um jeito bom, organizado, para que apliquem o que aprendem nas aulas. “Uma oportunidade de potencializar o aprendizado, e é aqui que eles vão vivenciar isso”.
PROGRAMA – A tecnologia é aliada da educação em toda a rede estadual do Paraná. Atualmente, mais de 160 mil alunos das escolas estaduais têm acesso a práticas de Robótica, que integra a grade curricular das escolas estaduais desde 2022. Já o componente curricular de Programação alcança cerca de 500 mil estudantes e soma mais de um milhão de atividades realizadas.
Fonte: Governo PR
Paraná
Gaeco de Londrina denuncia 49 pessoas investigadas na Operação Panóptico, que apura organização criminosa com atuação nacional a partir de presídios
O Ministério Público do Paraná denunciou nesta quarta-feira, 26 de agosto, 49 pessoas investigadas a partir da Operação Panóptico, que investiga organização criminosa armada com atuação em âmbito nacional a partir de presídios. Os fatos criminosos foram narrados em seis denúncias oferecidas pelo Núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
Áudio do Promotor de Justiça Leandro Antunes Meirelles Machado
Foram imputados aos denunciados o crime de favorecimento ao domínio social estruturado, previsto no artigo 3º da Lei 15.358/2026, a chamada Lei Antifacção, e o de integrarem organização criminosa (Lei 12.850/2013). A Operação Panóptico foi deflagrada em 15 de junho último, quando foram cumpridos 304 mandados de prisão e 255 de busca e apreensão em quatro estados: Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.
As denúncias oferecidas derivam do compartilhamento de provas produzidas no âmbito das operações Alvorada e Libertatem, deflagradas originalmente pelo Núcleo de Umuarama do Gaeco.
A partir das informações e provas compartilhadas, foi possível mapear e identificar os membros responsáveis pela atuação territorial, logística e financeira que compunham a chamada “Região 43”, cuja cidade-polo é Londrina, inclusive integrantes de alto escalão da organização criminosa investigada. Além de Londrina, as investigações da Operação Panóptico envolveram os outros nove núcleos regionais do Gaeco.
Antes do oferecimento das denúncias, o Juízo de Garantias da 2ª Vara Criminal de Londrina já havia decretado a prisão preventiva de todos os investigados, a pedido do Gaeco de Londrina.
Atuação conjunta – A realização da Operação Panóptico em âmbito estadual foi possível graças à atuação conjunta dos dez núcleos do Gaeco com a Secretaria de Estado da Segurança do Paraná, por meio das polícias Militar, Civil, Penal e Científica.
Processo 0027259-96.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.002446-4)
Processo 0046303-04.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.004352-2)
Processo 0046305-71.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.004353-0)
Processo 0046307-41.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.004351-4)
Processo 0065409-83.2025.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.25.005834-0)
Processo 0046287-50.2026.8.16.0014 (PIC MPPR-0078.26.004354-8)
Matéria anterior:
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
-
Economia7 dias agoPortaria interministerial amplia alcance do Move Brasil – Táxi Aplicativos
-
Esportes6 dias agoSantos segura empate no Equador e avança às quartas da Copa Sul-Americana
-
Brasil7 dias agoDia D de vacinação contra 20 doenças acontece neste sábado (22) em Pernambuco
-
Política Nacional6 dias agoMulheres com implante contraceptivo banido pedem política de assistência
-
Educação6 dias agoEncceja 2026: provas serão aplicadas neste domingo (23/8)
-
Agro6 dias agoExpocacau começa terça com meta de ampliar negócios e produtividade
-
Agro7 dias agoConab reduz safra, aponta avanço do etanol e mercado prevê mais açúcar
-
Educação6 dias agoIdeb: Sergipe inicia análise de resultados nas redes
