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Reflorestar abre inscrições para programa de trainee e forma lideranças no setor florestal

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A Reflorestar Soluções Florestais está com inscrições abertas para a Escola de Líderes, seu primeiro programa de trainee voltado à formação de encarregados florestais. A iniciativa tem como foco o desenvolvimento de jovens profissionais para atuação em campo, com ênfase em liderança, operação e gestão de equipes no setor florestal.

As inscrições podem ser feitas até 16 de maio, mediante envio de currículo e perfil do LinkedIn para o e-mail [email protected], com o assunto “TRAINEE”.

Programa busca formar lideranças técnicas para o campo

O setor florestal tem enfrentado desafios crescentes relacionados à qualificação de mão de obra e à formação de líderes preparados para ambientes operacionais complexos. A proposta da Reflorestar é suprir essa demanda com um modelo estruturado de capacitação.

O programa é direcionado a candidatos com formação técnica em áreas como Técnico Agrícola, Técnico Florestal, Tecnólogo em Silvicultura, Técnico em Manutenção e áreas correlatas. Não é exigida experiência prévia no setor.

Entre os requisitos estão:

  • CNH categoria B ou superior
  • Conhecimento básico de Pacote Office
  • Disponibilidade para mudança de residência
  • Atuação nas regiões de contratos da empresa em Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso do Sul e São Paulo
  • Formação prática com foco em operação e liderança
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Com duração de seis meses, a Escola de Líderes oferece uma trilha de desenvolvimento baseada em vivência prática no campo. Os participantes terão acompanhamento de lideranças experientes e participação direta em rotinas operacionais.

A formação inclui atividades em áreas como:

  • Silvicultura
  • Colheita florestal
  • Carregamento e logística de madeira

Além da prática operacional, o programa contempla conteúdos voltados à gestão de equipes, segurança do trabalho, produtividade, análise de indicadores e disciplina operacional.

Desenvolvimento estruturado e visão de carreira

Segundo a empresa, o objetivo é formar profissionais com visão sistêmica da operação florestal, preparados para tomada de decisão em ambientes que exigem eficiência, segurança e produtividade.

“A Escola de Líderes nasce de uma convicção muito clara: liderança se constrói com método. Queremos identificar jovens com atitude, senso de dono e disposição para aprender, e oferecer um caminho estruturado para crescer dentro da Reflorestar”, afirmou Leandro Fray, especialista de Gente e Cultura da empresa.

Para Igor Dutra, diretor florestal, a vivência prática é o principal diferencial do programa. “Quem assume uma equipe no campo precisa enxergar o todo. A proposta é fazer com que o trainee viva essa rotina desde o início e desenvolva maturidade para liderar com responsabilidade”, destacou.

Encaminhamento e desenvolvimento na empresa

Ao final dos seis meses de formação, os participantes serão direcionados para áreas de atuação dentro da empresa, conforme desempenho, perfil profissional e demandas operacionais.

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A Reflorestar reforça que o programa busca não apenas capacitar, mas também formar futuras lideranças internas com base em resultados, disciplina e alinhamento à cultura organizacional.

Escola de Líderes – Reflorestar
  • Duração: 6 meses
  • Público-alvo: profissionais técnicos das áreas florestais e operacionais
  • Pré-requisitos: CNH B ou superior, Pacote Office básico, disponibilidade para mobilidade
  • Regiões de atuação: MG, BA, MS e SP
  • Inscrições até: 16 de maio

Como se inscrever: envio de currículo e LinkedIn para [email protected] (assunto: TRAINEE)

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Lideranças alertam que crédito recorde é ineficiente sem juros menores e seguro rural

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O anúncio do Plano Safra 2026/27, marcado para a próxima terça-feira (30.06), chega ao produtor rural em meio a um clima de ceticismo. Enquanto o governo federal projeta um volume recorde entre R$ 570 bilhões e R$ 652 bilhões, as lideranças do setor alertam que, em um cenário de juros elevados e margens de lucro espremidas, o montante nominal importa menos do que a efetividade das taxas de equalização. O que o campo busca não é apenas liquidez, mas uma estratégia de sobrevivência que contemple o endividamento acumulado nos últimos ciclos.

Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o plano precisa ir além do anúncio de “recordes” orçamentários. A crítica central das bancadas é que o governo carece de uma visão estrutural de longo prazo: enquanto o custo de capital subiu, a subvenção ao seguro rural foi tratada como variável de ajuste orçamentário. Sem proteção contra intempéries, o crédito acaba financiando o risco, e não a produtividade, perpetuando o ciclo de inadimplência que já preocupa o Banco Central.

A Aprosoja Mato Grosso ecoa o descontentamento com a falta de previsibilidade. Para a entidade, de nada adianta um volume robusto se as linhas de investimento — essenciais para armazenagem e modernização — permanecerem travadas ou de difícil acesso para o médio produtor. O setor produtivo aponta que a paridade de importação e os custos de produção em patamares históricos exigem que o Plano Safra seja, antes de tudo, um instrumento de competitividade internacional, e não uma peça de marketing político que ignora a realidade técnica das fazendas.

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Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Engenheiro Agrônomo Isan Rezende (foto), o setor está diante de uma encruzilhada. “O governo insiste em focar no volume total de crédito como se isso, por si só, garantisse a estabilidade da safra, mas esquece que o custo desse dinheiro tornou-se proibitivo para grande parte dos produtores. Não precisamos de um recorde de bilhões disponíveis se as taxas de juros não forem condizentes com a realidade de um setor que, nos últimos dois anos, foi duramente atingido por quebras climáticas sucessivas e pela volatilidade dos preços internacionais. O produtor hoje precisa de fôlego, não de novos passivos impagáveis”, afirmou Rezende.

“O agronegócio não pode ser tratado como um setor auxiliar que recebe atenção apenas quando a balança comercial precisa de socorro. Precisamos que o Plano Safra 2026/27 venha acompanhado de uma política clara de renegociação de dívidas e de um comprometimento real com o Seguro Rural. Sem isso, estamos apenas postergando um colapso financeiro que vai atingir desde o pequeno produtor até a economia das cidades que dependem diretamente do sucesso da nossa safra”, disse Isan.

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“A nossa expectativa é de que, no dia 30, o anúncio não seja apenas um conjunto de números desenhado pela Fazenda para cumprir calendário. Queremos ver, de fato, a implementação de uma estratégia que proteja a nossa capacidade de investimento. Se o governo continuar tratando a equalização como um gasto primário e não como o investimento estratégico que é, estaremos condenando o próximo ciclo a uma estagnação perigosa. O agronegócio é o motor que mantém o Brasil respirando, e ele exige o respeito de ser tratado com política econômica técnica, e não com medidas paliativas que não resolvem o gargalo do custo do crédito na ponta”, concluiu o presidente do Instituto do Agronegócio.

Fonte: Pensar Agro

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