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Brasil

Ratinho Junior lamenta saída de Sergio Moro de Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Na manifestação publicada nas redes sociais, Ratinho afirmou que Moro é “o maior paranaense da história recente, orgulha o nosso Estado e o Brasil”.

Sergio Moro anunciou que deixa o governo por causa da decisão do presidente Jair Bolsonaro de trocar o diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, indicado para o posto pelo agora ex-ministro. A Polícia Federal é vinculada à pasta da Justiça.

Segundo o governador, Moro “ajudou a combater a corrupção em nosso país” como ministro e como juiz.

“Tenho certeza que ele vai continuar contribuindo com a nação em outros desafios. O Paraná te recebe de braços abertos”, disse Ratinho Junior.

Greca diz que Moro é ‘reserva moral’

O prefeito de Curitiba, Rafael Greca (DEM), também se manifestou sobre a saída de Moro.

Segundo Greca, Valeixo e Moro são “reservas morais que o Paraná ofereceu ao Brasil”.

Na postagem que fez nas redes sociais, o prefeito afirmou que “na forma do detestável e antigo costume político brasileiro, Moro e Valeixo fizeram o que deviam e Brasília fez com eles o que costuma”.

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Senadores

Em uma rede social, o senador Alvaro Dias (Podemos) afirmou que mais graves que a demissão são os crimes denunciados.

Em nota conjunta do partido, o senador disse ainda que a saída de Moro do governo “representa o afastamento do governo Bolsonaro do sentimento popular e do combate à corrupção. É a derrota da ética”.

O senador Flávio Arns (Rede) classificou a saída de Moro como “mais uma lástima que se acumula em meio a tantas crises que estamos vivenciando em nosso país”.

Arns disse ainda por meio de nota que Moro indicou diversos crimes de responsabilidade e que a atitude do presidente Jair Bolsonaro “fere de morte a confiança dos brasileiros”.

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Brasil

Covid-19: impactos da pandemia fecham as portas de 716 mil empresas, diz IBGE

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O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou nesta quinta (16) que 1,3 milhão de empresas brasileiras estavam com atividades encerradas temporária ou definitivamente na primeira semana de junho. Dentre elas, 716 mil não abrirão mais as portas.
Os dados fazem parte da primeira edição da pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas empresas, lançada pelo instituto na semana passada. A pesquisa detectou também que apenas um terço das empresas brasileiras demitiu e só 13% tiveram acesso ao auxílio federal para pagar empregados.

Entre as empresas que encerraram as atividades, mesmo que temporariamente, 40% delas disseram ter tomado a decisão por causa da pandemia do novo coronavírus. O impacto foi disseminado em todos os setores da economia, chegando a 40,9% entre as empresas do comércio, 39,4% dos serviços, 37,0% da construção e 35,1% da indústria.

Entre as empresas que encerraram definitivamente suas atividades, 99,8% (ou 715,1 mil) eram de pequeno porte. Apenas 0,2% (1,2 mil) eram consideradas intermediárias e nenhuma era de grande porte, disse o instituto.

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No grupo das 2,7 milhões de empresas que permaneceram em atividade, 70% relataram que a pandemia teve impacto geral negativo sobre os negócios. Para 13,6%, por outro lado, a pandemia trouxe oportunidades e que teve um efeito positivo sobre a empresa.

No setor de serviços, 74,4% das empresas disseram ter sentido efeitos negativos, o maior índice entre os segmentos pesquisados. Na indústria, foram 72,9%, na construção 72,6% e no comércio, 65,3%.

Os dados sinalizam que a Covid-19 impactou mais fortemente segmentos que, para a realização de suas atividades, não podem prescindir do contato pessoal, têm baixa produtividade e são intensivos em trabalho”, disse Alessandro Pinheiro, Coordenador de Pesquisas Estruturais e Especiais em Empresas do IBGE.

Para 63,7% das empresas ainda em atividade ouvidas pelo IBGE, houve dificuldades em realizar pagamentos de rotina em relação ao período anterior a pandemia. Cerca 60% delas mantiveram o número de funcionários na primeira quinzena de junho em relação ao início da pandemia. Dentre as que reduziram o número de pessoal ocupado, 37,6% reportaram uma redução inferior a 25% do pessoal e 32,4% uma redução entre 26% e 50% do número de pessoal ocupado.

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Segundo o IBGE, 12,7% das empresas relataram ter conseguido uma linha de crédito emergencial para realizar o pagamento da folha salarial dos funcionários. Outras 44,5% empresas afirmaram ter adiado o pagamento de impostos.

 

 

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