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Quatro meses após retomada, camping do Pico do Marumbi já reuniu quase 150 aventureiros

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A reabertura do espaço de camping para pernoite no Parque Estadual Pico do Marumbi, entre Morretes, Piraquara e Quatro Barras, completa quatro meses nesta terça-feira (16). Desde então, a Unidade de Conservação (UC) administrada pelo Instituto Água e Terra (IAT) recebeu 146 pessoas que optaram por dormir em meio à mata, com direito à vista do grupo de montanhas do conjunto.

De acordo com a organização do espaço, os aventureiros noturnos equivalem a 2,3% dos visitantes no período – o parque atraiu 6.320 pessoas entre dezembro e abril. “O camping torna a experiência dos visitantes mais rica. O pernoite aproxima o público da natureza e do próprio parque, sempre prezando pelo respeito às normas e a biodiversidade do lugar”, afirma o chefe da Unidade de Conservação, Gabriel Camargo Macedo.

A área de camping foi desativada em 2020 por causa da pandemia de Covid-19. A atividade voltou em 16 de dezembro do ano passado. Neste momento, a estrutura permite até 20 barracas com, no máximo, três pessoas em cada uma.

Regulamentado pela Portaria IAT 489/2023, o camping fica a 4,6 km da base de prainhas, próximo à Estação Marumbi e à base do IAT no local. Conta com banheiros, chuveiros, tomadas (110V) e uma praça de alimentação coberta, com bancos e mesas fixas, além de pias para limpar as louças.

De acordo com o documento, os interessados devem apresentar o termo de Conhecimento de Risco devidamente preenchido e assinado. Além disso, é reservado à administração da Unidade de Conservação o direito de suspensão de reservas e solicitação de desocupação total ou parcial sempre que houver necessidade, visando o desenvolvimento seguro da atividade.

O valor é de R$ 20 por dia e por campista – o pagamento só é feito após a confirmação da abertura da vaga pelo IAT, via WhatsApp, pelo número (41) 99554-3988. Idosos têm direito à meia-entrada. Crianças até 12 anos acompanhadas dos pais estão isentas.

O atendimento e entrada no camping é das 8h às 15h, sempre de quarta-feira a segunda. O horário limite para saída do camping é 12h.

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ATRATIVOS – O Parque Estadual Pico do Marumbi tem 8,7 mil hectares de área e é classificado como Unidade de Conservação da Natureza de Proteção Integral, ou seja, um complexo ambiental com objetivo principal de conservar a rica biodiversidade local.

Entre os principais atrativos, destaque para parte da histórica Ferrovia Paranaguá-Curitiba, com diversas construções antigas como as Estações do Marumbi e Engenheiro Lange. Vale a visita também ao Salto dos Macacos; Caminho do Itupava; Conjunto do Marumbi, formado por diversos Picos que superam mil metros de altitude, como a Ponta do Tigre (1.400 m); e as trilhas Noroeste, Frontal e Morro do Rochedinho.

Saiba como proceder para acampar no Parque Estadual Pico do Marumbi e quais dados informar:

– Entrar em contato com sete dias de antecedência da data desejada para acampar, via WhatsApp do camping (41) 99554-3988, para verificar o número de vagas e demais esclarecimentos;

– Data de entrada e data de saída do camping;

– Cópia do documento daqueles que irão acampar;

– Nome completo, data de nascimento, cidade em que reside e telefone para contato de todos os campistas;

– Pagamento da taxa via depósito na conta do IAT deve ser feito somente após a confirmação da abertura da vaga via Whatsapp;

– Envio do comprovante de pagamento via WhatsApp do camping: (41) 99554-3988;

– Apresentação dos documentos pessoais e termo de conhecimento de risco na portaria do Parque Estadual Pico do Marumbi.

Para mais informações acesse AQUI.

BOAS CONDUTAS – Para garantir uma estadia harmoniosa a todos, o Instituto Água e Terra possui a Portaria IAT 489/2023 que dispõe as normas e proibições na área de pernoite.

– Não é permitido fazer fogueiras;

– Uso de fogareiro fora de área estabelecida;

– Jogar lixo, nem mesmo orgânico, e enterrar restos de alimentos;

– Não lavar nada no rio, somente utilizar as pias. Não utilizar nenhum produto químico no rio. Exemplo: sabonetes, shampoos, pasta de dentes, protetor solar;

– Escovar dentes, se lavar e fazer necessidades fisiológicas fora das instalações sanitárias;

– Acampar somente nas vagas de barraca demarcadas;

– Não é permitido cavar, abrir valetas de drenagem, nivelar, retirar vegetação ou abrir novas áreas de barraca;

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– Respeitar o horário de silêncio, das 21h às 7h;

– Respeitar os horários de visitação aos atrativos e as normas do Parque;

– Não é permitida a realização de atividades noturnas;

– É proibido fumar, em virtude do risco de incêndio;

– É proibido o consumo de bebidas alcoólicas e drogas ilícitas;

– Proibido alimentar, importunar ou maltratar animais silvestres;

– Proibido fazer varais improvisados ou utilizar as cercas para secar roupas, toalhas, etc. Caso necessário, secá-las sobre a barraca;

– O visitante deverá informar e assinar o cadastro para cada atividade no parque no dia da atividade;

A não obediência das regras estabelecidas resultará em penalidades nas esferas administrativa, cível e penal. Dependendo do caso, acarretará na proibição da entrada do visitante no Parque Estadual do Marumbi por um período de cinco anos.

COMO CHEGAR – A principal forma de acesso é por trem, que sai diariamente, às 8h15, da Rodoferroviária de Curitiba, e leva duas horas para chegar até a sede do Parque Estadual Pico do Marumbi, em Morretes. O visitante também pode ir de ônibus, saindo de Curitiba até a rodoviária de Morretes, onde uma linha municipal vai até o vilarejo de Porto de Cima.

Quem vai de carro de passeio pode pegar a BR-116 e entrar na Estrada da Graciosa (PR-410), seguindo até o vilarejo de Porto de Cima (PR-411), base do receptivo do IAT de Prainhas. Este trajeto também pode ser feito pela BR-277, virando na PR-408 (acesso a Morretes), seguindo pela PR-411 e chegando no receptivo do IAT de Prainhas.

Partindo do receptivo de Prainhas até a Estação Marumbi, existe um trecho de 4,6 km que devem ser percorrido a pé, de bicicleta ou de carro com tração 4×4.

Serviço:

Reservas pelo WhatsApp – (41) 9-9554-3988

Horário de funcionamento camping: 8h às 15h

O limite máximo para a saída dos visitantes: 12h

De quarta-feira à segunda-feira. O camping não funciona às terças-feiras

Fonte: Governo PR

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MPPR promove ação de sustentabilidade e cidadania com doação de equipamentos de informática a escolas

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O que fazer com materiais de informática quando a tecnologia é substituída? No Ministério Público do Paraná, a Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos encontrou uma resposta a essa questão que contribuiu para transformar a realidade de milhares de estudantes e ainda para aplicar, na prática, os conceitos de economia circular e sustentabilidade ambiental. A SubAdm mantém um programa de desfazimento e doação de patrimônio voltado a diversas entidades, associações e núcleos de proteção da educação em todo o estado. 

Desde 2020 já foram repassados 5.061 equipamentos de informática, como computadores, monitores, impressoras, notebooks e vários outros – materiais que ainda possuíam vida útil, mas que já não estavam adequados aos processos de inovação e tecnologia institucionais. Do total de produtos doados, 1.632 equipamentos (cerca de 32% das doações) foram destinados exclusivamente a instituições de ensino público e de apoio à infância, como escolas municipais e Apaes (por meio de Associações de Pais e Mestres), Centros Estaduais de Educação Profissional (Ceep), colégios públicos cívico-militares e até creches.

Entrega na Escola Municipal Papa Paulo VI

Na última sexta-feira, 14 de agosto, o MPPR doou 20 notebooks para a Escola Municipal Papa Paulo VI, localizada em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Os alunos do 4º ano receberam os computadores, que serão utilizados por toda a escola. 

Para a diretora, Deise Cristina Voltolini, a chegada dos notebooks representa uma oportunidade de ampliar o acesso das crianças à tecnologia. Ela conta que os equipamentos poderão ser usados em pesquisas e projetos desenvolvidos em sala de aula, como o trabalho sobre o Egito que está sendo realizado pelos estudantes. “Tanto para a escola como para as crianças vai ser mágico. Os notebooks são um presente que, com certeza, vão fazer muita diferença”, enfatizou. Ainda segundo Deise Voltolini, os computadores serão importantes nas atividades de alfabetização e utilizados pelos estudantes com o acompanhamento dos professores. 
 

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MPPR promove ação de sustentabilidade e cidadania com doação de equipamentos de informática a escolas

Doação de notebooks

Doação de notebooks

“A doação de equipamentos faz parte de uma iniciativa realizada há anos pela área de Tecnologia da Informação, que busca dar um novo destino a computadores que já não atendem aos requisitos de segurança do Ministério Público, mas que continuam em boas condições de uso”, explica o diretor do Departamento de Tecnologia da Informação do MPPR, José Henrique Alves Marçal.

De acordo com José Henrique, antes da entrega, os equipamentos passam por um processo de limpeza de dados, instalação de novos sistemas operacionais, higienização e testes. “A iniciativa permite que equipamentos que não são mais adequados às exigências de segurança do MPPR continuem contribuindo para a comunidade. Eles não atendem mais ao nível de segurança exigido pela instituição, mas são plenamente utilizáveis nas escolas ou em outras entidades”, destacou.

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Após a distribuição dos notebooks, alunos do ensino integral fizeram uma apresentação da fanfarra para os integrantes do MPPR.

Lixo eletrônico

Além de contribuir diretamente com as entidades que receberam os equipamentos, do ponto de vista ambiental, o impacto do programa é expressivo. Considerando que equipamentos de informática – o chamado e-waste – são constituídos de plásticos, metais pesados e baterias que, se descartados incorretamente, causam sérios danos ao meio ambiente, o programa evitou que toneladas de lixo eletrônico fossem geradas precocemente. Nesse contexto, a iniciativa estende o ciclo de vida dos eletrônicos, alinhando o MPPR aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

Investimento que não se perde

A ação da SubAdm também está alinhada às políticas institucionais de governança pública e eficiência financeira. Considerando que os produtos foram, originalmente, adquiridos com recursos dos contribuintes, ao invés de deixá-los ociosos em depósitos (sofrendo depreciação total) ou leiloá-los por valores ínfimos como sucata, o patrimônio é novamente incorporado ao sistema público, justamente na área da educação, onde a demanda por esse tipo de investimento é constante.

“Ajudando a equipar escolas e laboratórios com esses materiais fazemos com que o dinheiro público, investido no passado, siga gerando dividendos sociais no presente”, afirma o Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos, Maximiliano Ribeiro Deliberador. “Mais do que ceder patrimônio, o programa prova que gestão eficiente e empatia social podem e devem caminhar lado a lado na administração pública”, diz.

Fonte: Ministério Público PR

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