Paraná
Estado dá início à reestruturação de praças e centro receptivo de turistas na Ilha do Mel
O Governo do Estado deu início nesta terça-feira (30) à modernização de quatro estruturas na Ilha do Mel, em Paranaguá. O pacote prevê a reestruturação da praça de alimentação e da praça ao ar livre da Vila de Encantadas, e a reforma do centro receptivo de visitantes e do escritório local do IAT, ambos em Nova Brasília. O investimento é de R$ 2.234.000,00, com prazo de execução de 12 meses. A ordem de serviço para começo dos trabalhos foi assinada pelo diretor-presidente do Instituto Água e Terra (IAT), Everton Souza.
As obras serão executadas pela empresa Power Tecnologia Ltda., vencedora da licitação pública. “Esse é apenas o começo. A determinação do governador Ratinho Junior é para que o turismo seja uma das locomotivas do desenvolvimento do Paraná. São investimentos importantes que vão melhorar a infraestrutura da ilha, atrair mais visitantes e impactar diretamente na geração de emprego e renda para a comunidade”, destacou Souza.
A reabertura da praça de alimentação da Vila de Encantadas é um desejo antigo de moradores e turistas. O local, que está atualmente desativado, passará por uma revitalização completa. O novo espaço terá 803,46 metros quadrados, oito boxes para alimentação, novos sanitários e chuveiros. O custo é de R$ 1.058.738,60.
A infraestrutura de lazer da Ilha será complementada pela revitalização da praça ao ar livre, um espaço de 710 metros quadrados. As intervenções incluem a instalação de equipamentos de playground, bicicletários, bancos, lixeiras, um pequeno palco para apresentações culturais e três quiosques para a venda de produtos típicos da região, cada um com capacidade para dois empreendimentos. O investimento no projeto é de R$ 494.890,80.
“São projetos voltados para atender os turistas, mas que serão produzidos pelos moradores locais. Eles é que ficarão responsáveis pelos boxes de alimentação e artesanato”, afirmou o diretor-presidente.
Já na comunidade de Nova Brasília, o centro receptivo de visitantes passará por reformas para recuperar algumas estruturas. O custo é de R$ 118.637,12. O escritório local do IAT, um braço do centro regional do instituto em Paranaguá, também passará por uma reforma completa para atender de forma mais adequada às solicitações dos usuários da Unidade de Conservação. O novo local terá uma área de 119,97 metros quadrados, com investimento de R$ 561.733,48.
“É um avanço muito significativo para a infraestrutura da Ilha do Mel. São espaços que precisavam ser revitalizados e que, depois de prontos, terão um impacto muito grande no dia a dia dessa Unidade de Conservação, seja para os moradores ou para os turistas”, afirmou o diretor de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do IAT, José Luiz Scroccaro.
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ILHA DO MEL – Cerca de 95% da superfície da Ilha do Mel constitui uma Estação Ecológica, criada por decreto em 1982, para preservação e reconstituição de manguezais, restingas, brejos litorâneos e caxetais. Os outros 5% do território formam um parque criado em 2002 para recuperação dos ambientes naturais remanescentes das praias e costões rochosos, importantes para proteção da diversidade biológica.
As áreas de preservação possuem como entorno belíssimas praias e atrativos turísticos, como a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, o Morro do Farol e a Gruta das Encantadas, que, ao longo dos anos, transformaram a Ilha do Mel num dos pontos mais visitados por turistas brasileiros e estrangeiros no Paraná.
“Ao voltar a usar essas praças para alimentação e artesanato, estamos respeitando nossa cultura, a cultura nativa dos moradores da ilha. Os moradores poderão voltar a trabalhar, ter dignidade”, disse o presidente da Associação dos Nativos da Ilha do Mel e Comunidades Tradicionais da Bacia de Paranaguá (Anime), Aguinaldo da Silva dos Santos.
Fonte: Governo PR
Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .
Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.
Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.
GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.
O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.
Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.
IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.
Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.
A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.
Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.
Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.
Fonte: Governo PR
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