Paraná
Público para aplicação da vacina contra a gripe nas escolas do Paraná é ampliado
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) ampliou o público-alvo da vacinação contra a Influenza para abranger toda a comunidade escolar do Paraná. A medida é exclusiva para as ações itinerantes realizadas pelas equipes de saúde nas instituições de ensino públicas e privadas.
Com a nova diretriz, a vacinação estará liberada para estudantes de qualquer idade e para todos professores e trabalhadores da escola. A campanha de vacinação contra influenza segue até 30 de maio.
O secretário de Estado da Saúde, César Neves, reforça a união de esforços entre as pastas do Governo do Estado. “Em parceria com a Secretaria da Educação, iniciamos nessa semana uma ampliação. Toda a comunidade escolar será vacinada. A merendeira, os professores, os seguranças, os inspetores de alunos, enfim, toda a comunidade escolar vai ter essa chance importante de colocar a nossa carteirinha de vacinação em dia”, destacou.
COMO FUNCIONA – A ampliação do público é válida exclusivamente para o momento em que a equipe de saúde estiver realizando a ação vacinal no interior da instituição de ensino.
Não muda na UBS – Os critérios de rotina das Unidades Básicas de Saúde (UBS) permanecem os mesmos. Portanto, os novos públicos (estudantes e demais funcionários) não devem procurar os postos fixos para esta vacina, pois o benefício está condicionado à ação escolar.
A ampliação do público-alvo na ação escolar beneficia diretamente estudantes de qualquer faixa etária, abrangendo os ensinos infantil, fundamental e médio, além de todos os trabalhadores da educação das redes pública e privada.
Com isso, além dos professores, a proteção é estendida para auxiliares de serviços gerais, secretários, recepcionistas, equipes de apoio, segurança e demais trabalhadores que integram a rede de trabalho nas escolas.
CAMPANHA DE VACINAÇÃO – A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) intensificou o chamamento para a vacinação contra a gripe, que segue até 30 de maio. Com a chegada do frio, as autoridades reforçam que este é o período mais apropriado para a imunização, que é a principal ferramenta para prevenir casos graves, internamentos e óbitos pela doença.
Para garantir o atendimento, o Estado conta com mais de 1.800 salas de vacinação abertas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Além disso, para facilitar o acesso do público-alvo, diversos municípios realizam ações externas. Para receber a dose, o cidadão deve apresentar um documento pessoal e a carteira de vacinação.
Desde o início da mobilização, em 28 de março, o Paraná já registrou a aplicação de 1,5 milhão de doses do imunizante. Até o momento, o volume de vacinas estava concentrado nos públicos-alvo prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, como idosos, gestantes e crianças de 6 meses a menores de 6 anos.
Agora, a estratégia ganha o reforço da comunidade escolar por meio das ações itinerantes realizadas pelas equipes de saúde dentro dos colégios.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”
O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.
Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.
Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.
Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.
Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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