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Projeto apoiado pela Fundação Araucária leva inclusão digital a comunidades indígenas

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Com o objetivo de promover ações de inclusão e fluência digital para o público indígena, o Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (Napi) Manna Academy iniciou este ano o Manna Cunhatã_Curumim. No projeto, apoiado pela Fundação Araucária, indígenas de diferentes instituições e regiões do Paraná participam de atividades e ações de apoio aos filhos de indígenas universitários e indígenas artesãos. Inicialmente as atividades estão sendo realizadas com os povos indígenas Guarani e Kaingang da região de Maringá.

O Manna Cunhatã_Curumim apoia a Associação Indigenista de Maringá (ASSINDI), uma organização que oferece acolhimento à população indígena enquanto esses indivíduos estão na cidade. A ideia é proporcionar que as crianças e adolescentes indígenas possam desenvolver sua autonomia e protagonismo no período de adaptação à vida urbana iniciando sua fluência digital.

“Esta é uma experiência única, nova para nós e de muito aprendizado. O trabalho com os indígenas traz novas oportunidades e permite ampliar a experiência de levar a arte, a ciência, a inovação e a tecnologia para novos públicos e, neste caso, com características tão únicas”, comenta a articuladora do Napi, Linnyer Beatrys Ruiz Aylon.

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“Curumim” significa criança em Tupi-Guarani e Cunhatã é o feminino de Curumin. Nas ações na ASSINDI, o Manna Cunhatã_Curumim recebe vinte filhos de artesãos do povo Kaingang e seis filhos de universitários dos povos Guarani. Recentemente, o projeto realizou um Bootcamp de Internet dos Drones que atendeu quinze crianças e adolescentes.

A equipe coordenada pelo professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM) Rodrigo Calvo conta também com o trabalho do doutorando de Ciência da Computação Tiago Madrigar, que é coordenador pedagógico do Napi Manna, do mestrando Dacio Fernando Machado, da bolsista de iniciação científica Fernanda Ferrarezi (estudante de engenharia na UEM) e da bolsista Caroliny Cristiny Trajano, professora de artes que faz a interlocução com a tribo.

O pesquisador Tiago Madrigar explica que a experiência da rede de pesquisadores Manna Team vem sendo ampliada com esse projeto. Ele diz que são povos indígenas têm suas singularidades e todas as ações devem ser pensadas considerando respeitar a cultura e as tradições. “Na minha tese de doutorado, pretendo abordar toda essa experiência de introduzir a fluência digital com os índios Kaingang e Guarani. Nos encontros, é importante notar o jeito respeitoso com que o diálogo vai criando uma ponte entre o moderno e o tradicional de uma forma muito humana”, destaca.

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ASSINDI – A Associação Indigenista de Maringá coordena diversos projetos que buscam exaltar a cultura indígena e promover a arte produzida por essa população. Em 2003, a entidade diversificou seu atendimento aos indígenas buscando atender também os indígenas estudantes universitários. A ASSINDI oferece apoio e moradia aos estudantes durante o período de graduação, assim como aos seus familiares, conforme a disponibilidade de vagas nas cinco residências destinadas a esse público-alvo.

Fonte: Governo PR

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Com apoio do Anjo Inovador, startup paranaense desenvolve cinta massageadora para suinocultura

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A Pigma Desenvolvimentos, startup paranaense sediada em Toledo, desenvolveu uma solução inédita: uma cinta massageadora para matrizes suínas que auxilia no trabalho de parto. A solução teve apoio do programa de subvenção econômica para startups do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial (SEIA), o Paraná Anjo Inovador.

O projeto PigSave aplica estímulos físicos que favorecem a liberação natural de ocitocina, ajudando A diminuir os índices de natimortalidade em suínos. Além disso, o equipamento contribui para minimizar o estresse e as dores do animal e aumentar a produção de colostro e melhora a massagem que normalmente é realizada de forma manual.

Para o CEO Marcelo Augusto Hickmann, o aporte do programa foi fundamental para essa fase de desenvolvimento. “O suporte do Paraná Anjo Inovador foi fundamental nesse processo, ao viabilizar a realização de pesquisa aplicada em parceria com instituições, além de permitir a contratação de serviços especializados e a aquisição de componentes eletrônicos e matérias-primas essenciais para o refinamento da solução tecnológica”, afirmou.

O desenvolvimento do produto iniciou antes do aporte financeiro do Anjo Inovador 2, mas foi após a participação no programa que o projeto ganhou tração.

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Ainda segundo Marcelo, a motivação do projeto esteve centrada na reestruturação do projeto.“Visamos no reprojeto da solução, aliado a um embasamento sólido em pesquisa, com foco na consolidação e no aprimoramento do produto. Nosso objetivo é ampliar o bem-estar animal no setor agropecuário e garantir maior usabilidade do produto”, destacou.

O produto ainda encontra-se em fase de prototipagem para melhorias e mensuração de resultados. Além de reestruturar a equipe, a startup já conta com parceria com a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) para a realização de pesquisa aplicada.

STARTUP – Fundada em 2020, a Pigma Desenvolvimentos é uma empresa de tecnologia multidisciplinar que atua como um hub de pesquisa e desenvolvimento (P&D), oferecendo soluções sob medida para desafios industriais e empresariais, nas áreas de engenharia, pesquisa e desenvolvimento, oferecendo soluções tecnológicas voltadas à resolução de problemas industriais e empresariais.

Com foco em indústrias e produtores do setor agro (suinocultura) que buscam automação e aumento de produtividade, os produtos integram hardware, software e processos inovadores, para isso, a startup compreende as necessidades específicas do cliente e a transforma em soluções tecnológicas inteligentes, contribuindo para a modernização e competitividade do setor em que atua.

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ANJO INOVADOR 3 – O terceiro edital do programa de subvenção econômica será lançado no primeiro semestre deste ano e terá o aporte de até R$ 10 milhões para 40 empresas paranaenses enquadradas nesta categoria, sendo até R$ 250 mil para cada projeto selecionado.

O chamamento será destinado a projetos alinhados nos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS): Agricultura e Agronegócio; Biotecnologia e Saúde; Energias Sustentáveis/Retornáveis (Energias Inteligentes); Cidades Inteligentes; Sociedade, Educação e Economia; Inteligência Artificial e Automação Ética.

Criado em 2023, o Paraná Anjo Inovador é um programa pioneiro de incentivo financeiro público voltado ao fortalecimento de startups. Promovida pela SEIA, a iniciativa oferece subsídios para que empresas paranaenses desenvolvam produtos, serviços, processos e soluções inovadoras em diversas áreas, impulsionando o ecossistema de inovação no Estado. Ao todo, o programa já beneficiou 148 startups com projetos de alto potencial de crescimento.

Fonte: Governo PR

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