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Promebo lança nova interface e moderniza sistema de análise genética para facilitar decisões de acasalamento

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Plataforma do Promebo ganha visual renovado e novas funcionalidades

O Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo) acaba de lançar uma nova versão do seu sistema, projetada para oferecer uma experiência mais ágil, intuitiva e adaptada às necessidades dos usuários. A atualização, desenvolvida pela equipe de software da Associação Nacional de Criadores Herd Book Collares (ANC), traz uma interface modernizada, novos filtros e relatórios mais detalhados, facilitando a análise genética e o processo de acasalamento.

Com a reformulação, a plataforma se torna uma aliada ainda mais estratégica para criadores, técnicos e inspetores, oferecendo informações organizadas de forma mais clara e acessível. O principal objetivo da modernização é otimizar a gestão genética dos rebanhos, fornecendo dados mais diretos e confiáveis para embasar as decisões no campo.

Atualização busca melhorar acesso e compreensão dos dados

O coordenador do Promebo, Laerte Rochel, explica que o sistema passou por uma completa repaginação, voltada a aprimorar o entendimento e o uso das ferramentas disponíveis.

“Acreditamos que essa iniciativa vai facilitar o entendimento de quem utiliza os dados sobre acasalamento, catálogos de remates e os lançamentos de avaliações”, destaca Rochel.

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A modernização foi feita mantendo a linguagem do Origen, o sistema que integra as bases de dados de genealogia da ANC e do Promebo. Essa integração permite o acesso centralizado a informações genéticas e genealógicas de animais, garantindo maior precisão e eficiência nas análises.

“O intuito foi facilitar a utilização, com novos filtros e ferramentas que não existiam na versão anterior”, complementa Rochel.

Desenvolvimento priorizou simplicidade e eficiência

A nova versão do Promebo foi criada pela coordenadora de Desenvolvimento de Software, Larissa Araújo, e pelo desenvolvedor Eduardo Barbachan. Segundo Larissa, o grande desafio foi transformar o sistema em uma plataforma mais intuitiva e prática, sem perder a robustez técnica dos dados.

“A ideia foi alinhar os detalhes da ferramenta para tornar o acesso mais rápido, prático e objetivo, tanto para quem avalia quanto para quem é criador”, explica.

A interface mantém o padrão visual do Origen, mas agora apresenta um design mais sistematizado e personalizado, com navegação fluida e estrutura pensada para melhorar a experiência do usuário.

Ferramenta de acasalamento mais dinâmica e relatórios aprimorados

Entre as principais melhorias, a ferramenta de acasalamento ganhou destaque por estar mais personalizada, dinâmica e simplificada, permitindo uma análise mais precisa e eficiente.

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Na seção de relatórios, os dados permanecem completos, mas agora estão organizados de maneira mais clara, facilitando a identificação da origem de cada informação.

“A ideia é entregar qualidade e facilitar o acesso a dados que são fundamentais para o criador, garantindo que ele tenha em mãos tudo o que precisa”, conclui Larissa.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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