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Projetos ligados à saúde e à Cultura em Londrina recebem o apoio da Compagas

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Com o objetivo de promover ações de bem-estar nas comunidades em que atua, a Compagas apoia iniciativas ligadas à saúde e à cultura. Entre aquelas que receberam recursos voltados à infância e adolescência em 2023 está o projeto “HCL Câncer Datachild – Mais Tecnologia para Nossos Pequenos”, do Hospital de Câncer de Londrina, no Norte do Estado e, na área da cultura, o Projeto Londrinatal, da Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL).

“A parceria com as organizações e entidades locais tem grande importância na Compagas, pois por meio desses projetos conseguimos colaborar para a promoção de um melhor acesso aos serviços médicos locais e no estímulo às atividades culturais, reforçando nosso compromisso de desenvolver ações sociais e estar próxima das comunidades nas regiões em que atuamos”, destaca o CEO da Compagas, Rafael Lamastra Jr.

“A Compagas retomará a operação de distribuição de gás natural canalizado em Londrina, com previsão para o início de 2025. O apoio às entidades locais, como ao Hospital de Câncer de Londrina e à ACIL já decorre desta retomada e representa uma aproximação com a comunidade local”, ressalta.

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O “HCL Câncer Datachild – Mais Tecnologia para Nossos Pequenos”, do Hospital de Câncer de Londrina, tem como objetivo viabilizar a melhoria e adequação do parque tecnológico do Hospital retirando do local equipamentos obsoletos, fora de garantia e outros já em fim de vida útil, e instalando uma nova estrutura tecnológica.

A ideia é ampliar a qualidade, agilidade e segurança no atendimento às crianças e adolescentes por meio de tecnologia digital, modernização e integração dos sistemas de gestão, comunicação, arquivamento de dados, bem como imagens médicas do paciente.

O projeto Londrinatal faz parte das ações do Natal de Londrina, organizado pela ACIL. Neste ano, o evento comemora seu 24º aniversário, destacando-se pela Árvore do Lago Igapó e as paradas do Papai Noel. Além disso, apoia os concertos da Orquestra da Polícia Militar, o festival gastronômico e uma variedade de outras atividades para a população.

“Ao investir em saúde e cultura, a Compagas contribui para a fortalecimento da sua identidade e da qualidade de vida em Londrina”, afirma Lamastra.

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SOBRE A COMPAGAS – A Compagas é uma empresa que tem como acionista majoritária a Companhia Paranaense de Energia (Copel), com 51% das ações, a Mitsui Gás e Energia do Brasil, com 24,5%, e a Commit Gás, com 24,5%. Com uma rede de distribuição de mais de 870 quilômetros de extensão, atende clientes dos segmentos industrial, comercial, residencial, veicular e de geração elétrica, instalados em 15 municípios do Estado.

Os mais de 54 mil usuários consomem diariamente cerca de 1 milhão de metros cúbicos de gás natural. Sua atuação está pautada em bases econômicas, sociais e ambientais e com foco na promoção da expansão do uso do gás natural. Ciente do seu importante papel para indução do desenvolvimento e da necessidade da diversificação da matriz energética, executa ações em prol da competitividade e da segurança para seu mercado.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção passiva ex-secretário Municipal de Governo e presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira

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O Ministério Público do Paraná ofereceu denúncia criminal contra um ex-secretário Municipal de Governo e o presidente da Câmara de Vereadores de Ortigueira, nos Campos Gerais, investigados a partir da Operação Chão de Giz, que apura possíveis fraudes licitatórias supostamente cometidas por uma organização criminosa que atua a partir de um grupo de empresas voltadas principalmente ao fornecimento de asfalto para municípios paranaenses. Além dos agentes públicos, requeridos pelo crime de corrupção passiva, também foram denunciados por corrupção ativa três empresários investigados por possível participação nos atos ilícitos. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 8 de setembro, pelo Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria).

Áudio do promotor de Justiça Pedro Henrique Papaiz

A segunda fase das investigações da Operação Chão de Giz, da qual resultaram os fatos ocorridos em Ortigueira agora denunciados, foi deflagrada em 7 de julho último. A acusação abrange a prática dos crimes por agentes públicos dos poderes Legislativo e Executivo de Ortigueira, além de empresários e prepostos do setor de pavimentação asfáltica e infraestrutura viária.

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De acordo com a denúncia, entre 6 e 14 de abril de 2022, o então presidente da Câmara de Vereadores (que atualmente exerce o mesmo cargo) e o ex-secretário Municipal de Governo, que são irmãos, teriam solicitado e recebido pelo menos R$ 50 mil em vantagens indevidas, pagas por empresários de um grupo econômico do ramo de pavimentação e seus prepostos operacionais.

Esquema criminoso – Os repasses ilícitos (divididos em duas entregas, de R$ 15 mil e R$ 35 mil) teriam ocorrido como contraprestação à articulação política e à atuação administrativa direta dos agentes públicos para acelerar a emissão de empenhos e a liberação de pagamentos do Tesouro Municipal em favor das empresas de propriedade dos empresários denunciados. Na primeira ocasião, os denunciados autorizaram a liberação de R$ 266.354,00, e na segunda, de R$ 533.244,80. As apurações demonstraram ainda que, nos dias 3 e 4 de maio de 2022, o então presidente da Câmara Municipal solicitou vantagem indevida adicional de R$ 3 mil.

A partir do oferecimento da denúncia, o Ministério Público pleiteia a condenação dos denunciados pelas práticas de corrupção passiva e ativa e a fixação de valor mínimo para reparação dos danos materiais e morais coletivos causados ao erário.

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Essa é a 5ª denúncia criminal oferecida a partir das investigações da Operação Chão de Giz. O Ministério Público já ofereceu denúncia criminal por corrupção passiva contra dois ex-prefeitos de cidades distintas, além de denúncias de fraudes licitatórias e organização criminosa, esta dirigida ao núcleo empresarial que corrompia agentes públicos e políticos em diversos municípios paranaenses.

Processo 0001701-26.2025.8.16.0122

Matérias anteriores

07/07/2026 – MPPR deflagra 2ª fase da Operação Chão de Giz e cumpre 41 mandados de busca e apreensão em investigação sobre corrupção e fraudes licitatórias em 5 municípios

14/03/2025 – MPPR denuncia ex-prefeito de Cândido de Abreu e mais três pessoas por corrupção e lavagem de ativos a partir das apurações da Operação Chão de Giz

20/09/2024 – MPPR ajuíza ação por improbidade administrativa contra agentes públicos e empresários de Cândido de Abreu investigados na Operação Chão de Giz

09/11/2022 – MP cumpre mandados contra fraudes em licitações no Norte do estado

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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